Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por pmpm65 em Sex 13 Mar 2009, 17:07

Olá!
Um capitulo novo! Q fixe!
Eu já li e está um MAXIMO!
Muito original, como sempre... Espero por mais anciosamente!

pmpm65
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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por LunaR em Sab 14 Mar 2009, 04:18

Finalmente, já não era sem tempo!!
Razz

De novo, um capítulo emocionante. Estou a adorar isto... No final ainda guardo no Word para quando quiser voltar a ler...
Eu acho que isto vai resultar...

Beijos e continua!

LunaR
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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por babyv004 em Sab 14 Mar 2009, 09:54

Monica - obrigada pelo apoio. ainda bem k gostas t.
picky - eu tb gostava de ter visto a cara dele ao ve-la com akelas roupas. Ele foi 1 pouco pervertido e axo k merceu akela resposta.

Lena_Dias - ainda nao sei kando irei por o 4 capitulo. mas espero k seja em breve.
atalantaV - Ainda bem k gostas t, pois eu sou pessima a portugues. Ainda nao sei como é k eu tive tantas ideias (deve ser por ler tantos livros, ate porke este é baseado num).

pmpm65 - Brigada. Espero tb surprender-te nesta segunda parte.
LunaR - Pois eu desta vez demorei bues pa por o 3 capitulo. Eu tb custosmo guardar oa fanfics k gosto no Word. Tenho um pasta so dedicada as fanfics do Harry potter, sailor Moon, Sakura card captor e Rurouni Kenshin.

Obrigada a todos! bjs

capitulo III - 2º parte




No dia seguinte, ele arranjaria uma forma para que ela cumprisse a promessa e saísse com ele. Se arranjara tempo para sair com Seiya, tinha de arranjar também para sair com ele.

Pelo menos, ela e Seiya não se haviam demorado nas despedidas. Embora tivessem ficado fora tempo demais, só para jantar. Teria acontecido algo mais? Ele não achava que Bunny fosse o tipo de rapariga que iria para a cama com um homem no primeiro encontro. Mas, afinal, até que ponto a conhecia? Nunca trocara mais do que algumas palavras com ela, e agora ela era uma mulher adulta e independente.

Gonçalo sentiu um desconforto inexplicável ao imaginar que Seiya e Bunny se poderiam ter-se beijado. Lembrava-se da doçura do beijo que trocara com ela no jardim e não queria que nenhum outro homem a tocasse daquela forma. Por quê, ele não sabia.

— Como foi, ontem, com Seiya? — quis saber Joana, quando Bunny entrou no carro para irem à igreja.

— Foi agradável. Vamos jogar ténis no clube, na próxima semana. — ela tentou demonstrar entusiasmo.

— Bem, Seiya é fanático por ténis. Aliás, vocês sempre jogavam juntos.

— Isso foi há muito tempo. Não jogo desde que fui para Nova York. Devo estar fora de forma.

— Esse vestido ficou óptimo em você — Joana elogiou.

— Acha adequado para ir à igreja?

— Por que não? É adequado para qualquer ocasião.

O vestido era fresco e confortável. O corpete azul justo com alças largas amoldava-se ao corpo com perfeição, e a saia estampada em azul e creme movia-se graciosamente conforme ela andava. Com Bunny sentada no carro, ela cobria-lhe os joelhos, parecendo uma nuvem a sua volta.

— E combinou perfeitamente com essas sandálias — Joana observou. — E então, está se sentindo mais feminina, agora? O que mais lês-te no diário?

— Ontem à noite eu estava cansada demais para ler. Cheguei tarde em casa.

Bunny achou desnecessário contar à prima sobre o telefonema de Gonçalo. Não era importante.

Quando Joana estacionou em frente à ampla construção de tijolo marrom, Bunny olhou em redor. Reconheceu várias pessoas nos grupos que conversavam no jardim, antes de o devoção começar.

— Olhe, está ali o Mário — disse Joana, pegando a bolsa no banco de trás. — Conversando com Gonçalo! Que interessante, fazia tempo que ele não vinha à igreja. Por que será que ele veio, hoje?

O coração de Bunny disparou, apesar de seus esforços para permanecer calma e parecer indiferente. Era só o que lhe faltava, encontrar-se com Gonçalo depois do telefonema da véspera. Se ele comentasse alguma coisa, Joana acharia estranho, ela não ter lhe contado.

Resistente, ela seguiu a prima até onde os dois homens conversavam. Ambos estavam elegantemente vestidos, de terno e gravata. O sol lançava reflexos luminosos nos cabelos escuros de Gonçalo. Ao lado dele, Mário parecia mais insignificante do que no dia em que haviam saído para jantar. Os dois olharam na direcção delas, quando Joana os cumprimentou a distância.

— Bom dia, Bunny — Gonçalo falou, em tom de voz baixo e grave, quando ela se aproximou. Embora ele não sorrisse, os olhos continham um brilho de divertimento. — Dormiu bem?

Bunny inclinou ligeiramente a cabeça e virou-se para Mário.

– Como vai, Mário?

— Está tudo certo, para hoje à tarde? — perguntou Gonçalo.

— O que é que vocês vão fazer hoje à tarde? — quis saber Joana, olhando de um para outro.

— Vamos passear no rio, depois vamos jantar no clube de campo — Bunny respondeu, tentando aparentar naturalidade.

Joana virou-se para a prima e estreitou ligeiramente os olhos.

— Não me disse-te nada.

Bunny sentia-se terrivelmente perturbada pela proximidade de Gonçalo. Era como se ele emanasse uma corrente eléctrica que a envolvia por inteiro, roubando-lhe a capacidade de raciocínio. Ela deu de ombros.

— Não está nada certo, ainda.

— Ontem à noite, ao telefone, disse-te que irias.

— Mas depois do que tu...

— Acho que já podemos entrar — sugeriu Joana, estudando atentamente o rosto da prima.

— Óptima ideia. — Gonçalo segurou o braço de Bunny para conduzi-la para dentro da igreja.

— Não preciso que me segures o meu braço — disse ela baixinho, desvencilhando-se do toque dele.

Onze anos atrás, sete, até mesmo cinco, ela teria dado pulos de alegria por receber alguma atenção dele. Agora, entretanto, sabia que aquilo não significava nada. Não se deixaria levar mais uma vez por sonhos românticos. A vida ensinava lições a uma pessoa, e cabia a ela aprender.

Nada de sonhos românticos? - uma vozinha interior perguntou. E os ingredientes de bisavó Selene para prender o homem perfeito? O facto de testar um ou dois deles com Gonçalo não significava que estivesse tramando conquistar o seu amor e devoção para toda a vida. Ela poderia aproveitar e praticar, para quando encontrasse realmente o homem com quem construiria uma vida e um futuro. Se desse certo com ele, daria certo com o homem dos seus sonhos.

— Levarei Bunny para casa — Gonçalo anunciou, quando o devoção terminou e eles saíram da igreja. — Assim, você não precisa de se desviar do seu caminho.

— Obrigada, Gonçalo. É muita gentileza sua.

Bunny olhou para a prima com uma ruga na testa. O que significava aquilo? Ela poderia ter ido com seu próprio carro para a igreja. Fora Joana quem insistira para ir buscá-la!

— Cuida bem dela, entendeu-te? — Joana recomendou, enquanto se afastava de braço dado com Mário.

— Ela vai sufocá-lo, se não tomar cuidado — Gonçalo observou, enquanto conduzia Bunny em direcção ao seu carro.

— Joana gosta dele — defendeu Bunny.

— E eu diria que Mário gosta dela... Mas ela pressiona demais. E tu conheces a tua prima tão bem quanto eu. Gosto muito dela, mas ela é instável. As paixões dela não duram muito. Logo estará saturada de Mário e interessada por outro.


— Talvez desta vez seja para diferente — replicou Bunny, só para contrariá-lo. Concordava com ele, mas não daria o braço a torcer.

Gonçalo limitou-se a sorrir e abriu a porta do carro para ela entrar.

Bunny sentou-se, tentando pensar em argumentos contra as alegações dele. Era difícil, pois a sua prima apaixonava-se com a mesma frequência com que cortava o cabelo.

Mas ela não podia calar-se. Quando Gonçalo se sentou ao volante, ela virou-se para ele.

— Não estás a ser justo com a Joana — acusou. — Ela é uma pessoa maravilhosa e um dia será uma óptima esposa e mãe.

— Por quanto tempo? — Gonçalo indagou, dando partida e manobrando o carro para o meio do trânsito. — Os namoros dela não duram mais que seis meses...

— Só porque a tua mãe se separou do teu pai não significa que todas as mulheres um dia vão fazer a mesma coisa.

— A maioria faz. — O tom de voz dele tornou-se sombrio.

— Imagino que, como advogado, você testemunhe vários casos de divórcio.

— Não, porque não é a minha área. Mas, tenho colegas que comentam a respeito.

— E a culpa é sempre das mulheres?

— Não, claro que não. Mas o casamento é uma instituição arruinada.

— O quê? Não acredito no que estou a ouvir! O casamento é uma instituição maravilhosa! É o suporte da sociedade.

Gonçalo lançou-lhe um olhar cínico.

— Se é tão bom assim, por que não se casou ainda?

Bunny apertou os lábios e olhou para fora. Não podia confessar lhe que a sua antiga paixão por ele a influenciara, impedindo-a de interessar-se por outros rapazes. Nenhum homem parecia chegar à altura dele, para ela. E ela não conseguia deixar de fazer comparações. Mas claro que ele não podia saber disso.

— Até agora tenho me dedicado a minha carreira — explicou, depois de uma breve hesitação.

— Quer dizer que pretende ser conquistada?

— Talvez. Se eu encontrar a pessoa certa.

— E como se encontra a pessoa certa?

— Encontrar não é a palavra adequada. Sintonizar... talvez. Não sei.

— Apaixonar-se? — sugeriu ele, com ironia.

— És cínico, Gonçalo.

— E tu és idealista.

— Prefiro ser idealista do que cínica.

— Já eu prefiro ser realista.

— Nem todos os casamentos se desfazem. Os meus pais, por exemplo. E os meus tios. São casais equilibrados e felizes.

— Por enquanto.

— Você é impossível!


Última edição por babyv004 em Sab 14 Mar 2009, 09:59, editado 1 vez(es)

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por babyv004 em Sab 14 Mar 2009, 09:54

Gonçalo manobrou o carro e parou, na entrada da sua casa.

— Eu já volto. Vai trocar de roupa?


— Acha melhor?


— Por mim, estás óptima. — Ele passou um dedo pelo ombro nu de Bunny.

Ela moveu-se para escapar ao toque, sentindo um princípio de pânico tomar conta. Devia ter perdido o juízo para imaginar que poderia passar a tarde com ele sem as consequências. O simples contacto de pele produzia nela uma espécie de choque eléctrico. E ele dissera que haveria música ao vivo, no clube. Isso significava que provavelmente dançariam... Como ela suportaria ficar nos braços de Gonçalo, dançando lentamente ao som de uma melodia romântica, sem demonstrar o que sentia?

— Volto num minuto.

Sentada dentro do carro dele, esperando por ele, Bunny tentou acalmar-se, pensando nos conselhos contidos no diário. Seria a mesma igreja aonde tinham ido naquela manhã que sua bisavó frequentara, e onde namoriscara com Safira? Talvez Joana soubesse. A Tia Molly com certeza saberia, mas ela teria de esperar que ela voltasse, para perguntar-lhe. Teria Selene testado suas ideias com outro rapaz, antes de Safira, ou ele fora o inspirador?

Bunny perguntou-se se deveria fazer isso, praticar um pouco antes de tentar com alguém que seria definitivo. Ela poderia praticar com Gonçalo. Sabia que ele nunca encararia com seriedade a ideia de casar-se. Poderia experimentar as sugestões do diário e ver o que funcionava e o que não funcionava. Assim, estaria preparada para atrair seu futuro marido quando ele aparecesse em sua vida.

Ela lembrou-se que precisava empenhar-se seriamente em procurar um novo emprego. Os três primeiros dias de férias haviam sido suficientes para restabelecer seu equilíbrio físico e emocional. A sensação de cansaço e letargia havia desaparecido. Ela sentia que recuperara as energias. O único problema era que estavam totalmente concentradas em Gonçalo.

Pela primeira vez, ocorreu-lhe que seria uma possibilidade procurar alguma coisa em Quioto. Seria bom ficar perto da tia Luna e da prima. Nova York, embora fascinante, ficava longe do único lar que ela conhecera e amara. A casa onde vivera com os pais, fora vendida, e os móveis haviam sido mandados para um depósito, quando o dois decidiram passar uma temporada fora, sem saber o que fariam depois disso.

Gonçalo saiu da casa, usando a mesma camisa com a qual fora à igreja, mas trocara o terno por umas calças desportivas cinza. Ele trazia um blazer azul-marinho no braço e coloco-o no banco de trás antes de se sentar novamente ao volante.

— Pensei em almoçarmos no Dairy Freeze, depois iremos até o rio — disse ele, ligando o motor. — Faz tempo que não vais lá, não é?

— Sim, mas a tia Luna disse-me que está maravilhoso.

— Sim, eles construíram um centro recreativo, um pouco acima da área de natação. Mantiveram a reserva natural e colocaram passadeiras, nas duas margens, com tabuletas, explicando tudo sobre a flora e a fauna, em cada ponto. Se você quiser, podemos nadar.

— Eu não trouxe fato de banho.

— Então está resolvido. — Harry sorriu. — Vamos?

Bunny assentiu. Ela se lembraria de tudo que lera no diário e aplicaria cada item, naquela tarde, disse para si mesma.

Ela divertiu-se, porém não tinha tanta certeza quanto a Gonçalo. Depois de um almoço rápido, foram para o rio, e parecia que metade da população da cidade tivera a mesma ideia. As passarelas e os gramados estavam lotados de gente, crianças corriam para um lado e para outro, em algazarra; os bancos localizados estrategicamente a poucos metros, estavam ocupados pelos visitantes mais idosos, que se sentavam para descansar, e mesmo nas áreas mais reclusas viam-se grupos de adolescentes, rindo e ouvindo música.

Gonçalo segurou a mão de Bunny, quando saíram do carro, e conduziu-a até a passadeira. Nalguns espaços tinham de caminhar um à frente do outro, devido ao fluxo de pessoas que vinha em sentido contrário, mas em nenhum momento Gonçalo a soltou, conduzindo-a com uma mão em seu ombro. Depois de algum tempo, Bunny começou a relaxar e nem a incomodava mais o silêncio entre ambos, que só faziam um ou outro comentário ocasional. Estava contente com o que a prefeitura fizera na área ribeirinha, transformando-a em ponto turístico e valorizando a cidade.

No fim da tarde, Gonçalo levou-a à área de natação, onde crianças brincavam na parte rasa, e garotos mais velhos se penduravam em cordas amarradas aos galhos que se projectavam sobre a água, para balançar e deixar-se cair. Os adultos observavam da praia, sentados em espreguiçadeiras.


Lembranças de verões passados vieram à mente dela. Ela, Joana e as amigas haviam nadado e brincado ali, quando crianças e adolescentes.

— Era tão cheio assim, quando costumávamos vir aqui? — ela perguntou a Gonçalo.


— Às vezes. É que naquela época nós é que estávamos dentro da água, por isso não notávamos. Devíamos ter ido a outro lugar, hoje.

“Deixe que ele a persiga, mas não corra tanto que ele não a possa alcançá-la.”

Bunny aproximou-se mais dele e apoiou uma mão em seu ombro, sentindo o calor do corpo dele sob a camisa.

— Não sei por quê — retrucou, baixinho. — Gostei de vir aqui, de ver as mudanças, relembrar a infância. Foi uma tarde agradável.

Gonçalo não deixou passar a oportunidade. Enlaçando-a pela cintura, puxou-a para si.

— Se não estivéssemos rodeados por esta multidão, eu continuaria a partir do ponto onde paramos, no outro dia.

Uma onda de calor tomou conta de todo o corpo dela, colorindo-lhe as faces. Valentemente, ela sustentou o olhar de Gonçalo, embora baixasse ligeiramente o rosto, mordendo o lábio inferior.

Ele sorriu e estreitou os olhos, antes de passar a mão pelos cabelos sedosos e pousá-la no ombro de Bunny, apertando-o gentilmente.

Ela prendeu a respiração. O brilho nos olhos verdes dele manifestavam interesse. Atracção, pelo menos... Ou ela estaria interpretando tudo errado? Até que ponto estava certa e até que ponto estava se deixando influenciar pelo que lera no diário de Selene?

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por LunaR em Sab 14 Mar 2009, 10:39

Ei lá! Novo capítulo!
Viva! Razz

Estou a adorar tudo isto... Os ciumes do Gonçalo, o diário da Selene, os sentimentos da Bunny... Oh pah, quero mais!

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por Lena_Dias em Sab 14 Mar 2009, 10:46

liiindo tipo nm te quero ajudar isso ta lindo ja sem mim Esperancoso *me foge com o rabinho entre as pernas para n estragar a fic*

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por seira_lunar em Sab 14 Mar 2009, 12:32

Adorei!!!!

Isto é que é sorte ontem um capitulo, hoje outra, devia de ser sempre assim. Razz


Adorei mesmo, está fic está mesmo muito boa, e a cada capitulo fica melhor...


Cotinua estou mesmo a adorar.








:sernidade:

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por Monica em Sab 14 Mar 2009, 13:12

esta lindo, lindo adorei agora fique curiosa para saber o resto da historia Surprised.o: Surprised.o: Surprised.o: Surprised.o:

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por Convidad em Sab 14 Mar 2009, 16:22

ola
adoro o seu fics, continua com o muitissimo bom trabalho....
bjs.. Very Happy

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por atalantaV em Sab 14 Mar 2009, 19:02

Capítulo fresquinho Oba!

Continua excelente, e nem tivemos que esperar quase nada por um novo capítulo Very Happy

Beijinhos

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por Dumpling* em Sab 14 Mar 2009, 19:15

Tá linda mesmo Mongloide

Continua com muita força**

e agora? Dumpling* estar com pulguinha atrás da orelha!

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por Lena_Dias em Dom 15 Mar 2009, 12:56

eu quero maiiis

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por Lena_Dias em Sex 20 Mar 2009, 12:54

eu ja sei o novo capitulo!!! :Rolar:

aviso: ela já nao dá tantos erros! dá um ou outro erro nos verbos, esqece dos acentos mas em modo geral ta mt melhor ^^ eu desta vez tive a sorte de estar com o chapéu do meu irmao a fazer figura de chunguinha e a corrigir os erros do cap.4! LOOL Cool

em principio vem para aqui amanha ^^ *me fecha a boca pq ja ta a falar demais* LOOL :Blaaargh!:

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por babyv004 em Sab 28 Mar 2009, 08:55

Cap.4 (1º parte)


“Incentive o rapaz a falar sobre o seu trabalho e os seus planos para o futuro. — Diário de Selene, Primavera de 1923”


A tarde parecia voar. Assim que o sol começou a descer no horizonte, Gonçalo sugeriu que fossem para o clube de campo. A cidade de Tokio ficava a poucos quilómetros de distância e oferecia uma variedade de opções para quem gostava de sair à noite. A maioria dos habitantes frequentava o clube de campo, portanto este se empenhava em aperfeiçoar os seus eventos para atrair os sócios.

E aquela noite não foi excepção. O clube estava lotado. Ele tinha razão, o bufe de domingo era excepcional. Eles sentaram-se numa mesa no terraço, próxima à pista de dança. O sol do entardecer era bloqueado pela elegante construção de tijolo aparente que abrigava a sede do clube. Os guarda-sóis brancos continuavam abertos sobre as mesas, embora sua utilidade diminuísse rapidamente, com o cair da noite.

Naquela tarde em particular não havia ninguém, mas o lugar era bastante procurado à noite, quando a temperatura se tornava propícia ao esforço físico.

— Diz-me, Bunny, que planos importantes, afinal cancelas-te para poder sair comigo hoje? -perguntou Gonçalo, depois que o garçom lhes entregou os menus.

— Estou a fazer o meu currículo. - Explicou Bunny, tirando um pãozinho quente da cestinha e estendendo-a para Gonçalo.

— A fazer o seu currículo?! — ele ignorou totalmente os pãezinhos. — Ias deixar de passar uma tarde comigo para fazer o teu currículo!

Bunny olhou para ele, surpresa e com tamanha incredulidade.

— Estou a procura de um emprego, não sabias? Daqui a pouco meu dinheiro vai acabar. Preciso encontrar alguma coisa, e quanto mais cedo eu enviar o meu currículo, maiores são as minhas chances de ser chamada.

— Mas pelo menos aproveita o verão, antes de começar.

— Já não sou criança, Gonçalo. Preciso de trabalhar.

— Mas podes fazer o teu currículo enquanto estou no trabalho e me fazeres companhia nas horas vagas.

Bunny riu, divertida.
— Pareces um miúdo mimado. Considera-te um sortudo porque concordei em sair contigo hoje. Por mais agradável que seja, não repetiremos isto muitas vezes.

— Sortudo?! Acha que sou sortudo por ter passado a manhã na igreja com a Joana e o Mario colados a nós, á tarde rodeados por metade da cidade e agora com a outra metade a nossa volta?

Bunny arqueou as sobrancelhas.

— Não está contente por se ter livrado da garota tola e apaixonada que não te dava sossego? — Indagou ela, passando manteiga no pãozinho.

— Em vez de me dar sossego, ela está a fazer o possível para me evitar e me aborrecer. — Bunny largou o cardápio sobre a mesa. — Já escolhes-te?

— Eu, evitando-te? — Ela arregalou os olhos.

— Não me vais dizer que ainda és a mesma rapariguinha que se julgava apaixonada por mim!

— Claro que não, mas ainda assim arrisca-te convidando-me para sair, não achas? E se eu ainda estivesse apaixonadíssima?

— Não me arrisquei. Desde que chegas-te, fizeste questão de deixar bem claro que não está nem um pouco interessada em mim.


— Então, por que insistis-te em que eu saísse contigo? — Bunny desafiou-o.

Gonçalo encolheu os ombros.

— Entre outras coisas, para recordar os velhos tempos.

— E que outras coisas são essas?

Ele pareceu ficar impaciente.

— Ver-te... Afinal, fazia tempo que eu já não te via. Queria saber o que têm feito, conhecer-te melhor... antes de ires embora de novo.

Bunny desviou o olhar e omitiu um suspiro. Gonçalo não queria ter um relacionamento sério. Convidara-a para sair porque sabia que em breve ela se iria embora. Não devia se sentir tão desapontada, mas sentia-se.

O devaneio dela foi interrompido quando ela reparou num casal idoso que se sentava numa mesa próxima da deles.

— Olhe! Não são o Sr. e a Sra. Mizuno? — Ela perguntou ao Gonçalo.

— Sim.

— A tia Luna escreveu-me a contando que eles já fizeram as bodas de ouro. Estás a ver? Há casamentos que duram.

— Por enquanto.

Bunny riu e Gonçalo imitou-a.

— És mesmo cínico! Isso deve ajudar muito na tua profissão. — Subitamente ela lembrou-se do último conselho que lera no diário. — Fale-me mais do teu trabalho.

Ele estudou-a por um instante.

— O que quer saber?

— Tudo. O que gostas mais de fazer, o que não gostas... Casos interessantes em que já trabalha-te. Se têm um sócio?

Gonçalo hesitou por um instante, depois começou a falar, com um entusiasmo crescente. Bunny ouvia fascinada enquanto ele lhe relatava as dificuldades em ser um profissional autónomo, sobre a frustração em ter de obedecer regras e leis que protegiam mais os criminosos do que as vítimas.Ele contou lhe como batalhara no início da carreira e como fora convidado, depois de algum tempo, para trabalhar na firma de advocacia da qual se tornara sócio, discutindo as vantagens e desvantagens de trabalhar sozinho e em equipa. Ela deixou-se contagiar pelo entusiasmo dele, pela autoconfiança e orgulho com que descrevia os seus sucessos e pela espirituosidade com que narrava um ou outro fracasso ou deslize. Os músicos começaram a tocar enquanto eles jantavam, e quando Bunny terminou de comer, vários casais já rodopiavam no tablado colocado no terraço. O tempo passava rapidamente, enquanto ela ouvia Gonçalo contar casos incomuns com os quais se deparara.

— Não estou a aborrece-la? — Ele perguntou, durante uma pausa.

— De maneira nenhuma. Estou fascinada. Se eu tiver algum tempo livre, esta semana, irei vê-lo no tribunal. Disseste que lá estarias todos os dias, não é?

— Isso mesmo. Quer dizer que vai me ver, como fez há um tempos atrás?

— Bem... Estou mais crescidinha, agora. Prometo que não me vou rir.

Gonçalo fitou-a por um momento.

— Já falei demais. Agora é a tua vez.

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por babyv004 em Sab 28 Mar 2009, 08:56

— Minha?

— Sim. Fala-me de ti.

Bunny passou a ponta do dedo na borda do copo, sem saber o que dizer. O que poderia contar-lhe de interessante?

— Não sei... estou numa fase de mudança, neste momento. Todos os meus planos de há um mês atrás mudaram completamente. Agora, preciso de definir o meu futuro.

— Não deve ter sido fácil para ti teres perdido o emprego. A Joana sempre me dizia que tu adoravas o teu trabalho.

— Não foi mesmo fácil. Mas não quero falar sobre isso, agora.

— Queres dançar?

— Sim.

A melodia era lenta, a iluminação indirecta e o ar ardente. Gonçalo enlaçou-a pela cintura com os dois braços, puxando-a para si. Ela abraçou-o e começaram a mover-se ao ritmo da música. O perfume dele a inebriava, despertava-lhe todos os sentidos. Ela se sentia feminina e jovem, quase uma adolescente de novo. Quantas vezes se imaginara nos braços de Gonçalo, o corpo colado ao dele?

Agora, no entanto, que os antigos sonhos haviam se tornado realidade, era tarde demais. Bunny sabia que ele não era o homem certo para ela. Estava na hora de deixar as ilusões de lado e começar a pensar seriamente no futuro.

Ela suspirou baixinho, tentando ignorar o clamor de seu corpo, o impulso de se aninhar mais nele, as sensações que a atacavam.

Por algum tempo eles dançaram em silêncio, simplesmente desfrutando a música e a companhia de um do outro. A música acabou e começou outra, e eles continuaram a rodopiar ao redor do palco, os passos perfeitamente coordenados como se tivessem a dançar juntos a vida inteira. Bunny sabia que, enquanto vivesse, não se esqueceria daquela noite, daquelas poucas horas mágicas que pareciam não pertencer a nenhum tempo e lugar.

Uma sensação de desgosto tomou conta do coração de Bunny. Teria dado tudo para dançar assim com ele, anos atrás... Agora, não passavam de dois estranhos compartilhando alguns momentos agradáveis.

Quando o conjunto fez um pequeno intervalo, ela pediu licença e foi ao WC. Olhou-se no espelho enquanto procurava a pequena escova de cabelos que trazia na bolsa. Os seus olhos brilhavam com uma emoção contida, e as faces coradas não eram resultado apenas da exposição ao sol durante o dia. O vestido era lindo, Gonçalo parecia estar apreciando a sua companhia.

Seria a sua atitude diferente em relação a ele que lhe despertara aquele súbito interesse? O vestido feminino? Será que bisavó Selene estava certa?..

Pensativa, Bunny voltou para a mesa, e Gonçalo perguntou-lhe se queria sobremesa.

— Não, só um café. A noite está linda, não achas?

— Um pouco quente demais.

Depois que tomaram o café, Gonçalo virou-se para ela.

— Vamos dançar?

— Mais um pouco, depois vamos embora. Não quero chegar muito tarde a casa.


— Claro. Precisas de dormir cedo, se vai fazer o teu currículo, amanhã.

— E tu, não vais trabalhar?

— Sim, mas algumas horas de sono a menos numa noite não vão fazer diferença.

— Mesmo tendo de ir ao tribunal?

Ele encolheu os ombros.

— Se fores a Quiotto um dia destes, podemos almoçar juntos.

— Hum... talvez.

De volta à pista de dança, ela cedeu à tentação e deixou-se aconchegar mais intimamente ao corpo de Gonçalo. Provavelmente, nunca mais teria uma oportunidade como aquela. Sentia o coração bater acelerado e esperava que ele não percebesse. Mas não queria perder um só segundo daqueles momentos maravilhosos.

Atrevidamente, ela introduziu os dedos nos cabelos dele. Ele apertou-a com mais força e, conforme se moviam ao som da música, ela podia sentir as formas masculinas rijas a pressionarem-na.

— Está quente, aqui — ele murmurou, quando estavam no centro do palco, no meio de uma multidão de casais.

A brisa que começara a soprar mais cedo cessara e o ar tornara-se abafado, impregnado da fragrância suavizada das flores de jasmim.

Por uns segundos, apenas, Bunny deixou-se levar pela fantasia, imaginando se existiria uma possibilidade de que Gonçalo se apaixonasse por ela. Se a receita de Selene funcionasse...

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por Lena_Dias em Sab 28 Mar 2009, 09:32

:Chocado: deixei escapar alguns erros ! tbm n foram asssim tantos!! como te disse no msn estás a melhorar a cada capitulo que passa!


e tambem como te disse no messenger COMO É QUE TIVESTE CORAGEM DE PARAR ALI?!!!! :g9::g10:

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por Monica em Sab 28 Mar 2009, 10:19

ta lindo. Surprised.o: Surprised.o: Surprised.o: Surprised.o:
Mas fiquei super curiosa para ser o próximo capitulo
PS:posta um novo capitulo rapidamente se não for pedir muitoSurprised.o:

Monica
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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por lulumoon em Sab 28 Mar 2009, 12:08

amei!!! está lindo o capitulo!
era lindo que eles se enrolassem! Matreiro
Gosto muito das tuas descriçoes, escreves mesmo muito bem! ^^
Espero pelo proximo capitulo ^^

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por LunaR em Qua 01 Abr 2009, 04:41

rrrrr... Concordo com a Lena_Dias, como foste capaz de acabar ali??
Uma pessoa fica cheia de esperanças... E de repente, puff!
:='(:

Hora de escreveres ainda mais depressa... Senão ainda me dá uma coisinha má! Matreiro

Gostei muito deste capítulo. A Selene tem boas receitas. Estou a adorar. Beijinhos! Simpatico2

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por Lena_Dias em Qua 01 Abr 2009, 08:11

LunaR escreveu:rrrrr... Concordo com a Lena_Dias, como foste capaz de acabar ali??
Uma pessoa fica cheia de esperanças... E de repente, puff!
:='(:

Hora de escreveres ainda mais depressa... Senão ainda me dá uma coisinha má! Matreiro

Gostei muito deste capítulo. A Selene tem boas receitas. Estou a adorar. Beijinhos! Simpatico2


LOOL ela escrever escreve depressa, nao tem é muito tempo para postar Desiludido temo que nestas ferias nao se veja nem um capitulo Desiludido

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por babyv004 em Qua 01 Abr 2009, 08:31

Lena_Dias escreveu:
LunaR escreveu:rrrrr... Concordo com a Lena_Dias, como foste capaz de acabar ali??
Uma pessoa fica cheia de esperanças... E de repente, puff!
:='(:

Hora de escreveres ainda mais depressa... Senão ainda me dá uma coisinha má! Matreiro

Gostei muito deste capítulo. A Selene tem boas receitas. Estou a adorar. Beijinhos! Simpatico2


LOOL ela escrever escreve depressa, nao tem é muito tempo para postar Desiludido temo que nestas ferias nao se veja nem um capitulo Desiludido

por acaso é verdade nao tenho andado com muito tempo para postar e tb actualizar a fic (mi esconde-se com medo da reaççao das leitoras).

ainda por cima agora tenho um site pa atualizar da sakura Card captor.

Quanto a continuaçao do cap.4 talvez ta passe (pa corrigires, Lena_Dias) no sabado. A k horas tas no messanger?

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por Lena_Dias em Qua 01 Abr 2009, 09:01

babyv004 escreveu:
Lena_Dias escreveu:
LunaR escreveu:rrrrr... Concordo com a Lena_Dias, como foste capaz de acabar ali??
Uma pessoa fica cheia de esperanças... E de repente, puff!
:='(:

Hora de escreveres ainda mais depressa... Senão ainda me dá uma coisinha má! Matreiro

Gostei muito deste capítulo. A Selene tem boas receitas. Estou a adorar. Beijinhos! Simpatico2


LOOL ela escrever escreve depressa, nao tem é muito tempo para postar Desiludido temo que nestas ferias nao se veja nem um capitulo Desiludido

por acaso é verdade nao tenho andado com muito tempo para postar e tb actualizar a fic (mi esconde-se com medo da reaççao das leitoras).

ainda por cima agora tenho um site pa atualizar da sakura Card captor.

Quanto a continuaçao do cap.4 talvez ta passe (pa corrigires, Lena_Dias) no sabado. A k horas tas no messanger?


vou tar na net a tarde toda ^^

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por Hayley em Qua 01 Abr 2009, 09:32

Oh foi das poucas fics que li e adorei ^^
posta mais Very Happy

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por babyv004 em Qua 08 Abr 2009, 07:37

Cap.4 (2º parte)


Não, concluiu em seguida, voltando à realidade. Gonçalo vivia numa concha inquebrável. A receita de sua bisavó poderia ser eficaz, mas não com ele. E Bunny precisava de pensar no futuro. Queria casar-se, ter filhos, formar uma família, compartilhar sua vida e seu futuro com alguém... que, infelizmente, teria de ser outra pessoa, não Gonçalo.

Gonçalo moveu gentilmente as mãos nas costas de Bunny, perplexo com as sensações que o dominavam. Havia momentos em que ele quase se esquecia da praga que ela fora em sua vida, durante tanto tempo. O desejo inesperado que tomava conta dele o surpreendia.

Desde o instante em que a vira chegar à casa da tia, seu interesse fora despertado. Fazia muito tempo que ela não vinha a Tókio e, no fundo, ele sentia falta da adoração absoluta e inesgotável que ela sempre lhe dedicara. Agora, com ela nos seus braços, os corpos colados, ele se dava conta do quanto ela era feminina e delicada.

Bunny o intrigava, aguçava sua curiosidade. Relutante em falar muito a seu próprio respeito, ela parecia mais interessada em saber detalhes sobre a vida dele, sobre o seu trabalho como advogado, na firma e no tribunal. Gonçalo queria saber mais sobre ela. Desejava conhecê-la melhor, descobrir o que o fascinava naquela mulher. Ao mesmo tempo, esses pensamentos o incomodavam. Já traçara o seu futuro e não tinha planos de se envolver com ninguém, muito menos com ela. Quando a música parou, Gonçalo conduziu-a de volta para a mesa.

— Vai buscar a tua bolsa para irmos embora.

— Já?

— Não disse que queria dormir cedo?

De certa forma, Gonçalo achava aconselhável levá-la para casa logo. Se ficassem mais tempo ali, juntos, a dançar, ele não saberia o que poderia acontecer. Nunca, antes, sentira as emoções escaparem-lhe ao controle. Suas próprias reacções o assustavam.

Bunny permaneceu em silêncio durante o trajecto de volta a casa. Não parava de perguntar-se porque é que ele interrompera tão repentinamente o contacto entre eles. Haviam se aproximado um do outro naquela noite como nunca fizeram antes, haviam conversado como amigos. No entanto, fora como se ele de repente tivesse fechado uma porta e se transformado novamente no homem distante e reservado que sempre fora. Será que fizera alguma coisa errada? Não seguira correctamente os conselhos da bisavó? Não conseguia lembrar-se.

Bem, pelo menos, não haveria mágoas e ressentimentos. Afinal, não havia nada sério entre eles. Ela diria boa-noite e pronto, estaria tudo acabado. Bunny duvidava que Gonçalo a convidasse para sair outra vez. Ela teria de praticar a conquista do homem perfeito com outra pessoa. Seiya, ou Yaten, que também a convidara para sair.

Gonçalo parou na entrada da sua casa e desligou o motor.

— Acompanho você até a porta — ofereceu-se.

— Não há necessidade. É logo aqui ao lado.

— Eu a convidei para sair. Deixar-te-ei a porta de casa.

— Vou contigo.


Diante do tom de voz dele, Bunny julgou melhor não discutir. Mais alguns minutos e cada um estaria em sua casa.

Ela saiu do carro e caminhou em direcção da casa da tia, seguida por Gonçalo. Ao chegar à porta, parou e abriu a bolsa para pegar a chave. Para sua surpresa, Gonçalo segurou-a pelo pulso e, com a outra mão, segurou-lhe o queixo, forçando-a a olhar para ele.

— Um beijo de boa-noite? — Murmurou, com voz suave.

— Não vejo por quê, Gonçalo. Não faria o menor sentido — ela ponderou, embora não desejasse outra coisa.

— Um beijo de vizinhos — ele disse e inclinou-se sobre ela, cobrindo-lhe os lábios com os seus.

Bunny estava completamente despreparada para o turbilhão de emoções que a envolveu ao sentir a língua dele dentro da sua boca, preenchendo-a por completo. Enlaçou os braços ao redor do pescoço de Gonçalo e enterrou os dedos nos cabelos dele, correspondendo ao beijo com abandono, com apenas uma vaga consciência de ter deixado a chave cair ao chão quando os braços fortes a envolveram.

Quando ele finalmente afastou o rosto, ela recuperou a sanidade. Virou-se abruptamente, apanhou a chave e abriu a porta, entrando e fechando-a atrás de si sem uma única palavra de despedida. Do lado de dentro, encostou-se à porta, com os olhos fechados, a respiração ofegante, o coração batendo descompassado. Passara o dia inteiro dizendo a si mesma para não se deixar envolver, tentando seguir à risca as instruções contidas no diário, manter o coração imune.

E agora, um simples beijo ameaçava o seu equilíbrio.

A batida na porta atrás dela sobressaltou-a.

— O que é? — perguntou, impaciente. Por que ele não ia embora logo e a deixava em paz?

— A chave ficou do lado de fora.

Com uma careta, Bunny entreabriu a porta e estendeu a mão para fora. Gonçalo entregou-lhe a chave e aproximou o rosto, como se quisesse enxergá-la, no escuro.

— Tudo bem com você?

— Tudo. Até logo, baka e obrigada pelo jantar.

Ela fechou a porta devagar, embora sua vontade fosse batê-la. Em seguida, correu escada acima e atravessou o quarto, entrando na casa de banho. Três minutos depois, estava pronta para dormir. O seu coração ainda não tinha voltado ao ritmo normal, ela ainda sentia nos lábios a pressão e o sabor do beijo de Gonçalo. Os seus pensamentos atropelavam-se, confusos, atormentando-a.

Gonçalo virara-lhe a vida de pernas para o ar e, provavelmente, não se abalara nem um pouco. Para ele, ela era apenas mais uma. Saíra com ela, beijara-a, e no dia seguinte nem pensaria no assunto, como já devia ter feito com inúmeras mulheres e faria com tantas outras.

Bunny enterrou o rosto no travesseiro e chorou.

Na casa ao lado, Gonçalo tomava um longo gole de whisky, sentindo o líquido ardente descer pela garganta. Raramente bebia, mas naquela noite sentira necessidade de tomar alguma coisa forte. E a culpa era de Bunny. Ela mudara, e ele não gostava das sensações que lhe despertava, daquela insegurança que não estava habituado a sentir. Orgulhava-se de sua capacidade de ler dentro dos olhos das testemunhas, de antecipar os passos do oponente, de detectar o estado de espírito dos júris e influenciá-los. Com Bunny, entretanto, sentia-se completamente perdido, como um náufrago em alto-mar.

Seria orgulho ferido que o levava a acreditar que ela estava fazendo uma espécie de jogo, usando uma táctica especial para atraí-lo? O seu ego não lhe permitia aceitar aquela rejeição. Durante anos, ela mostrara-se cativada, deslumbrada por ele. Ele não entendia porque, desta vez, desde que chegara, parecia ignorá-lo e determinada a evitá-lo.

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por babyv004 em Qua 08 Abr 2009, 07:48

No entanto, quando ele a beijara, ela não conseguira manter-se indiferente. Ele tomou, mais um gole da bebida, recapitulando o beijo. Como fora bom abraçá-la, sentir o corpo macio e delicado junto ao seu, a doçura dos lábios femininos...

Um desejo inesperado emergira, e ele não tinha a menor ideia do que fazer a respeito disso. Sabia que não devia ter ilusões, que nenhuma pessoa era feita para a outra, que nenhum casal alcançava a felicidade. Mesmo aqueles que se sentiam atraídos e acreditavam ter uma ligação especial acabavam perdendo o amor e o respeito na primeira briga séria, provocando ressentimento e amargura. O seu pai empenhara-se para que ele e o irmão compreendessem isso.

Mas havia alguma coisa nela que o intrigava. Tentando reconstruir aquele dia, Gonçalo percebeu que ele fora o assunto principal da conversa entre ambos. Bunny fizera-lhe perguntas sobre o seu trabalho e sobre a vida em Tokio, mas falara pouco sobre si mesma. Ele tinha curiosidade em saber mais sobre ela, sobre o seu trabalho, os seus amigos, seus planos para o futuro.

Com um gesto decisivo, ele largou o copo sobre a mesa e pegou no telefone. Marcou o número que já sabia de cor.

O telefone tocou várias vezes, do outro lado, antes que ele ouvisse a voz de Bunny:

— Bunn, sou eu. O Gonçalo.

— O que foi, Gonçalo?

— Acordei-te?

— Por quê? Telefonas-te só para saber se eu já estava dormindo? — ela retrucou com aspereza. — Eu não estava a dormir, mas já estava deitada. Por favor, não vá me ligar daqui a dez minutos novamente para saber se já estou dormindo ou não.

— Espera, não desligues! Quero conversar contigo.

— Conversamos o dia todo.

— Eu falei o dia todo. És uma óptima ouvinte. Mas falou muito pouco de você mesma, e há várias coisas que eu gostaria de saber a teu respeito. A tua vida em Nova York, o teu trabalho, os teus amigos.

Fez-se um breve silêncio, antes dela falar:

— A esta hora? Estou com sono. Não podemos conversar num outro dia?

— Diga quando, então — Gonçalo pressionou. Desta vez, não a deixaria desligar sem combinar alguma coisa definida.

— Não sei. Eu ligo para ti quando souber.

— Não, Bunn. Quero marcar agora. Vamos almoçar juntos na terça-feira.

— Não posso. Já tenho compromisso na terça-feira.

— Quinta, então. — ele não se daria ao trabalho de perguntar que compromisso era aquele.

Bunny cobriu a boca com a mão e ergueu os olhos para o tecto, suspirando alto.

— Está bem, quinta-feira — concordou, com medo que ele fosse bater em sua porta naquela mesma noite. Poderia inventar uma desculpa, depois, para cancelar.

— Espero-te no meu escritório.

— Está bem. Boa noite, Gonçalo.

Bunny desligou e ele fez o mesmo, pensativo. O que se passava na cabeça dela? Talvez na quinta-feira ele conseguisse descobrir.


Quinta-feira... almoçar com Gonçalo...

Bunny arrastou-se de volta para a cama, como se estivesse a carregar um grande peso atrás de si.

Precisava de pensar numa desculpa para não ir. Aquele relacionamento com Gonçalo só poderia resultar num sofrimento para ela.

Com as mãos trémulas, pegou o diário que estava na mesa-de-cabeceira e abriu-o na página onde parara de ler na última vez:

“Mamã diz que devo fazer muitas perguntas sobre o trabalho dele e sobre outros aspectos da vida dele, também. Os homens gostam de falar de si mesmos e, além disso, é uma maneira de termos uma noção de como será a nossa vida ao lado deles. Se ele for cansativo, será também depois de casar. Mas não posso imaginar Safira sendo cansativo. Só o som da voz dele traz-me uma felicidade que eu nunca pensei que pudesse existir.”

Bunny fechou os olhos e apoiou o diário aberto sobre o peito, lembrando-se da voz de Gonçalo. Era profunda e suave... intoxicante. Ele possuía um leve sotaque sulista e um timbre que era único. Selena maravilhava-se com a voz de Safira, ela com a de Gonçalo! Se ele lhe lesse o Código Criminal do princípio ao fim, ela se encantaria, só porque seria ele quem estava a ler.

Como seria ouvir aquela voz em seu ouvido, no escuro? Tê-lo a seu lado, poder tocá-lo...

Lágrimas de frustração voltaram aos olhos de Bunny. Fechou o diário e colocou-o de volta na mesinha, antes de apagar o candeeiro. O escuro sempre lhe alimentava as fantasias, e ela sabia que sonharia com ele. Pois sonhar era o máximo que podia fazer.

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por Lena_Dias em Qua 08 Abr 2009, 07:55

curto memo o raio da fic da senhorita ^^ qero mais :g10:

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por lulumoon em Qua 08 Abr 2009, 15:39

esta fic é mesmo viciante!
Está cada vez mais empolgante, eu estou ansiosa por saber o que vai acontecer a seguir!
quero mais!!!
continua, adoro mesmo esta historia!

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por miriam88 em Qua 08 Abr 2009, 16:08

Esta simplesmente linda comexei a ler e nao queria que acaba-se.
Fico a espera de mais um grande capitulo.
weee

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por picky em Qui 09 Abr 2009, 05:43

Está simplesmente fantastico.....

Adorei cada momento do 4º capitulo.....está excepcional....

Estou tao curiosa com o que vai acontecer a seguir......

Fico à espera do proximo capitulo

Bjs


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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por LunaR em Qui 09 Abr 2009, 06:09

Amei amei amei!! Quero mais, menina babyv004... Matreiro
Estou mesmo a apaixonar'me pela história...
Da próxima põe muito mais!!
Ficamos à espera... Wink

Beijinhos! Very Happy

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por Lena_Dias em Qui 09 Abr 2009, 08:00

eles têm de se enrolar! é regra, faz parte! a tua fic...quando a comecei a ler e quando começamos a falar eu nunca pensei que a tua fic ficasse tao espectacular! Bem, tu evoluiste muito! eu ao principio lia a tua fic e só via coisas para imendar principalmente nos verbos, agora tao poucas...sao so nos verbos e nos acentos...neste aqui só te imendei na parte do deixar-te-ei em casa e na parte do whisky Mongloide querid continua assim, tens todo o meu apoio incondicional! Vais com muita força, cada vez tas a melhorar e tens estas pesssoas maravilhosas a lerem a tua fanfic e sabes que me tens a mim, uma leitora assídua da tua fanfic ^^ adoro-te <'3

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receita de amor (bunny/gonçalo)

Mensagem por tatxianny em Sab 11 Abr 2009, 16:00

parabens pela fic.....
esta muito boa

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por tatxianny em Sab 11 Abr 2009, 16:01

ansiosa pelo proximo capitulo

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por Convidad em Seg 13 Abr 2009, 06:57

Aiaiaiaiia... está maravilhoso. *-*

Optimo, muito bom mesmo. Tens muito geito.

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por Lena_Dias em Seg 13 Abr 2009, 09:05

eu quando li o 5º capitulo eu disse logo: só podia ser a Maria´pah xDD eu morri na parte do sequestro xDDD eu quase q cai da cadeira a rir xDD miuda tu tens o dom da escrita ^^ qero ver esse capitulo aqui e depressa xDDD eu qero ler mais Sad


EDIT: eu imendei mts coisas menina! ahah temos de ter cuidado com isso da Hermione Wink e n te deixes levar por tudo o q o word diz q é uma grande peta...tipo...nunca se mete de q ...mete-se q Smile estás mesmo assim a melhorar mtt


Última edição por Lena_Dias em Seg 13 Abr 2009, 09:08, editado 1 vez(es) (Razão : adoro essa menina aí ;))

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por Monica em Seg 13 Abr 2009, 16:20

esta muito gira continua mas soube a pouco Surprised.o:

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por babyv004 em Ter 14 Abr 2009, 08:15

Pessoal tenho uma ma noticia. devido ao começo das aulas nao poderei actualizar a fic. so terei tempo aos fins de semana e feriados( se nao tiver testes) pra escrever um pouco. Depois quando pusser o 2º parte do 5 capitulo na sexta, nao irei actualizar (a menos k tenha outro cap. pronto).
Seja como for eu avisarei kando ja tiver o proximo capitulo pronto (ou kase pronto). Bjx e espero k esteijam a gostar.

CAPITULO V (1ºparte)


“Seja imprevisível. Não se acomode, mantenha o homem sempre em expectativa. — Diário de Selene, Primavera de 1923”


Bunny acordou cedo na manhã seguinte e, pela primeira vez, em muito tempo, sentiu-se normal, sentiu-se ela mesma. A melhor coisa que fizera fora vir para a casa da tia em Tókio. Quatro dias haviam sido suficientes para recuperar totalmente as energias, reflectiu, enquanto escutava o canto dos pássaros no jardim.

Levantou-se, arrumou a cama e, depois de lavar o rosto e escovar os dentes, vestiu um dos vestidos novos de verão. Em seguida aplicou uma maquilhagem leve e passou a escova nos seus longos cabelos loiros, para deixá-los mais sedosos. Aproximando-se da janela, ela espiou para fora, para a casa ao lado. Estava fechada, o carro do Gonçalo não se encontrava lá. Naturalmente, sendo dia de trabalho, ele já fora para Quioto. O beijo da noite anterior assaltou-lhe a memória e Bunny respirou fundo, tentando acalmar-se. Era tarde demais para arrependimentos, e ela agora precisava olhar para frente e decidir o que faria de sua vida. O primeiro passo seria esquecer o vizinho sensual que um dia a fizera sonhar.

Depois de fazer café, ela sentou-se com a chávena na mão para ler o jornal. Se estivesse no Japão, àquela hora já teria participado de pelo menos duas reuniões, atendido a uma dúzia de telefonemas e estaria enlouquecida tentando cumprir os compromissos do dia. Por mais que o trabalho fosse gratificante, era bom não ter nada para fazer.
Ela tomou mais uma chávena de café e subiu para ler mais um pouco do diário. Felizmente, o Gonçalo não estava em casa, assim ela poderia sentar-se tranquilamente no jardim para ler, sem que ele viesse perturbá-la.


“A Tia Nehelénia veio tomar chá connosco, hoje. Contei a ela sobre o Safira. Ela achou graça, e trocou olhares com a mamã. Depois ela disse-me para sempre deixar os rapazes na expectativa, para fazer um pouco de mistério, não deixá-los saber o que estou pensando. Seja imprevisível, ela me disse, não se deixe acomodar. Faça alguma coisa inesperada e observe a reacção. A vida é muito longa. Se o seu marido não for aberto a novas ideias, sua vida será sem graça e infeliz. A minha mãe concordou com ela. Disse que era um conselho sábio e que usa essa táctica com pai. É bom fazer dezoito anos, as pessoas adultas começam a conversar sobre outros assuntos com você, a dar conselhos e contar suas experiências. Hoje à noite vou experimentar. Safira vai levar-me à reunião na igreja. Ainda não sei o que vou fazer, mas preciso pensar em alguma coisa que ele ache imprevisível.”

Minutos mais tarde, Bunny fechou o diário e recostou a cabeça na espreguiçadeira, contemplando o céu azul, acima. Selene devia ter sido uma pessoa interessante. Ela gostaria de tê-la conhecido. Por um momento, perguntou-se o que poderia fazer que o Gonçalo a achasse imprevisível. Evitá-lo, como vinha fazendo? Não deixava de ser imprevisível, depois de seu comportamento anterior. Mas este já era um ingrediente da receita de Selene. E o fato era que, desde que ela começara a evitá-lo, ele passara a demonstrar interesse. Seria coincidência ou não?

Só tempo diria. E tempo, ela tinha de sobra. Aqueles poucos dias em Tókio já haviam produzido um efeito fantástico em seu estado físico e emocional. Ela já não lamentava tanto a falta do emprego. Sentia saudade dos colegas de trabalho, mas a maioria deles também fora demitido. Alguns já haviam encontrado trabalho, outros continuavam procurando, que era o que ela deveria estar fazendo.
Antes, porém, ela precisava decidir onde. Nova York era uma cidade excitante, dinâmica, mas lá ela se sentia um pouco solitária, mesmo tendo bons amigos. No Japão ela tinha parentes e velhos amigos. Tókio era uma cidade em pleno desenvolvimento, com amplas oportunidades de trabalho. E ficar perto da família era uma vantagem... Tendo finalmente tomado uma decisão, Bunny passou o restante da manhã fazendo o seu currículo. Depois do almoço decidiu ir passar a tarde no clube. Estava manobrando o carro quando avistou os Mizuno, um casal de meia-idade que ela conhecia desde que começara a ir passar férias na casa da tia. Eles não tinham filhos, mas pareciam um casal feliz, ambos sempre alegres e bem-humorados. Aquilo era uma prova de que um casal podia ser feliz um com o outro, sem o elo dos filhos para uni-los. Mais um exemplo que ela poderia lembrar ao Gonçalo. Aliás, naquela vizinhança, os pais de Gonçalo haviam sido o único casal que se separara. Ela não entendia por que ele era tão preconceituoso quanto ao casamento.


No clube, Bunny nadou e deitou-se ao sol durante grande parte da tarde. Aquelas férias eram merecidas e ela as aproveitaria ao máximo. E o tempo inteiro, ela pensava em que forma poderia surpreender Gonçalo. Teria de ser algo realmente inesperado, totalmente fora da rotina... O que poderia ser? ...

Recostada numa espreguiçadeira, à sombra de um guarda-sol, Bunny estava quase adormecendo quando lhe ocorreu uma ideia genial. Abriu os olhos, eufórica. Tinha certeza de que nenhuma outra coisa poderia surpreendê-lo mais. Só precisava pôr seu plano em acção. Almoçaria com Gonçalo, na quinta-feira, afinal.
Tomou um lanche leve, sentada diante da televisão. Abusara um pouco da exposição ao sol e sua pele estava sensível ao toque. No dia seguinte a pele adquiriria um tom bronzeado, mas naquele momento sentia-se como uma lagosta.


Última edição por babyv004 em Ter 14 Abr 2009, 08:24, editado 1 vez(es)

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por babyv004 em Ter 14 Abr 2009, 08:18



Naquele horário, no começo da noite, não havia nada interessante para assistir, e ela mudou repetidamente de canal, sem se interessar por nenhum dos programas. Pensou em ler mais um pouco o diário, mas não gostava de ler muito de cada vez, senão acabaria logo. Apesar de curiosa para saber o final, gostava de saborear a leitura aos poucos, antecipando cada fase. Mas um conselho a mais não faria diferença.

Depois de lavar rapidamente a louça e secar a pia, ela encolheu-se num canto do sofá, com o volume encadernado nas mãos. Àquela hora Gonçalo já deveria ter chegado, mas a casa continuava deserta e às escuras, ela podia ver, através da janela. Por que ele estaria demorando? Teria saído com alguma mulher sofisticada com quem tinha algum tipo de relacionamento profissional? Gonçalo era um tipo solitário, mas Bunny não acreditava que levasse uma vida de “padre”. Ele sofrera uma grande desilusão com Rita, mas era viril e saudável demais para viver em castidade.
A ideia de Gonçalo nos braços de uma mulher desconhecida deixava Bunny inquieta. Irritada, repreendeu a si mesma, lembrando-se que o que seu vizinho fazia nas noites em que voltava tarde para casa, não era da sua conta.
Mas não pôde deixar de prestar atenção quando viu o carro dele chegar, duas horas mais tarde. Passava pouco das nove, cedo demais para estar voltando de um encontro amoroso. Talvez ele tivesse apenas ficado até mais tarde no escritório. A inquietação de Bunny desapareceu.


Gonçalo desligou o motor do seu carro desportivo, contente por estar de volta a casa. Estava exausto. As sessões no tribunal sugavam-lhe a energia e a daquele dia não decorrera como ele esperara. Mesmo depois de tantos anos de experiência na profissão, ainda se espantava com a facilidade com que os clientes mentiam. Não compreendiam que beneficiariam muito mais se contassem toda a verdade ao advogado. Não gostava de ser enganado, como acontecera naquela tarde.
Por conta disso, em vez de sair do escritório no horário de costume, tivera de chamar a equipe de investigação e reunir-se com eles para, juntos, encontrarem uma solução para a inesperada virada dos acontecimentos. Normalmente, Gonçalo não se importava de ter que trabalhar até mais tarde, mas naquele dia pretendia ter voltado cedo para casa. Assim que saiu do carro, olhou para a casa ao lado. As luzes estavam acesas na sala. Ela ainda estava acordada. Por alguns breves segundo, ele hesitou. O que realmente gostaria de fazer era ir até lá e falar com ela. Saber o que ela fizera durante o dia e desabafar um pouco a sua frustração. Em vez disso, porém, caminhou até a porta da frente de sua casa, reprimindo o impulso. Era melhor não se arriscar. Bunny era do tipo que, se lhe dessem a mão, tomaria o braço. Se ele demonstrasse muito interesse, ela poderia interpretá-lo mal. Sempre havia a possibilidade de a antiga paixão que nutrira por ele estar adormecida e ressurgir com toda a força.

Ou não? Nos últimos dias ela o surpreendera, mas...


Um sentimento perverso, num cantinho do coração dele, induzia-o a provocá-la, a tentar reverter aquela situação.
Abriu a porta e olhou mais uma vez para a casa vizinha. Poderia ir até lá e perguntar a Bunny se queria fazer-lhe companhia durante o jantar. Não teria importância se ela já tivesse jantado, poderia apenas fazer-lhe companhia. Ele precisava desanuviar a mente, parar de pensar nos acontecimentos daquele dia. Gonçalo entrou, colocou a pasta numa poltrona e foi directo para o telefone.

Quando Bunny atendeu, ele surpreendeu-se com o nervosismo que subitamente o afrontou. A voz dela era doce e feminina, tinha um sotaque diferente do que ele estava acostumado a ouvir.

— Bunny?

— Olá, Gonçalo.

— O que está a fazer?

— Ia agora dormir. Por quê?

No mesmo instante, a imagem de Bunny usando uma camisola esvoaçante e transparente dançou diante dos olhos de Gonçalo. Imaginou os braços nus, o pescoço, os ombros, os seios parcialmente visíveis, as pernas bem-feitas...

— Não é muito cedo para dormir? — ele perguntou, desapertando o nó da gravata.

— Não. Estou de férias. Posso dormir à hora que eu quiser.

— Mesmo assim, é cedo demais. Venha até aqui, um pouco.



O silêncio do outro lado da linha durou mais tempo do que ele esperara.

— Ir até aí?

— Acabei de chegar e gostaria de ter uma companhia para jantar.

— Obrigada, mas já jantei.

— Não tem importância. Apenas sente-se comigo à mesa.

— Estou com sono, Gonçalo.

— O que você fez, hoje? — Se Bunny se recusava a ir até lá, conversariam pelo telefone.

— Telefonou para me interrogar, baka?

— Telefonei para convidá-la a vir à minha casa, cabeça de serradura, mas você já está pronta para dormir. Esta a usar uma camisola sensual?

— BAKA, eu não acredito que estejas a perguntar-me o que estou usando. Mas já que fez a pergunta, vou lhe responder. Não estou usando absolutamente nada. A noite está quente e abafada e decidi dormir sem nenhuma peça de roupa incomodando-me. Gosto de sentir a pele nua, de ter liberdade de movimentos sem nenhum tecido me atrapalhando. Satisfeito?

Gonçalo olhava para a parede a sua frente, sem distinguir, totalmente silenciado. Não só não conseguia falar, como tinha dificuldade também em respirar. E para raciocinar.

— Boa noite — acrescentou Bunny e desligou. Em seguida, escorregou até o chão, com as costas na parede, e cobriu a boca com as mãos, para abafar o riso.
Mal podia acreditar na própria sorte! Gonçalo dera-lhe a oportunidade que ela queria para fazer algo inesperado e imprevisível. Ele ficara mudo! Podia imaginá-lo ao telefone, boquiaberto, totalmente embasbacado.

Ela sobressaltou-se quando o telefone tocou.

— Alô.

— Bunny... Você está brincando com fogo.

— Foi você quem começou.

— Vou até aí para ver se é verdade.

— Não venha. Estou indo me deitar e não vou descer para abrir a porta.

— Você vai dormir a esta hora em Tókio?

— Claro que não. Mas se eu fosse, talvez não estivesse tão cansada agora.

— Como é morar na cidade mais badalada do Mundo?

— Por que queres saber?

— Curiosidade. Fizeste-me mil perguntas ontem. Não posso querer saber um pouco a seu respeito, também?

— Estás a exagerar. Não fiz tantas perguntas assim.

— E eu estou fazendo apenas uma, agora. Fale-me sobre Tókio.

Bunny hesitou, a princípio, mas logo começou a falar sobre seu apartamento, o trabalho, os colegas e amigos. Não mencionou nenhum namorado, nenhum caso romântico, e Gonçalo não se atreveu a perguntar, embora não soubesse exactamente porquê. Esse assunto poderia ficar para uma outra oportunidade. Ele estava gostando de ouvi-la falar sobre a cidade, sobre um estilo e ritmo de vida tão diferentes do de Tókio, e mesmo de Quioto.
Quando se deu conta eram quase onze horas, e sentiu a consciência pesada por tê-la impedido de ir cedo para a cama, conforme ela pretendera. Se bem que tivera a impressão de que ela também gostara de falar. Seu tom de voz e de entusiasmo e empolgação, e ele suspeitava que o sono desaparecera enquanto ela descrevia as atracções e o carisma da cidade onde vivia.

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por Lena_Dias em Ter 14 Abr 2009, 08:46

eu estou a amar Esperancoso a parte dois é a minha perferida! Esperancoso ai querida eu vou ter tanta pena quando a fic acabar :'( eu adoro mesmo boe corrigir a tua fic Esperancoso espero vir a corrigir outras proximas ^^ já lá está na minha fic a primeira parte do teu pedido! ^^


Eu gosto é da parte qe ela lhe diz que está nua !

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por LunaR em Ter 14 Abr 2009, 12:58

Que pena não puderes escrever muito mais nos próximos dias. A história estava a ficar tão empolgante... *O*

Espero que os estudos te corram mto bem e que continues a postar como tens feito. O teu trabalho está maravilhoso! Continua assim! Very Happy

Já agora, bom trabalho, Lena_Dias! Tens feito uma optima correcção! Sem duvida que vocês as duas fazem uma grande parceria! ^^

Beijinhs! :*

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por Convidad em Qua 15 Abr 2009, 03:09

está um máximo. comecei ontem a ler a tua fic toda e acabei-a agora e achei-a D-I-V-I-N-A-L!!!!

boa sorte com os estudos. aguardo ansiosamente outro capitulo!!!

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por Convidad em Qua 15 Abr 2009, 15:08

Está muito giro o capítulo. Gostei muito. Razz

A minha parte preferida é a deles os dois também. Esperancoso

Continue, tá indo muito bem mesmo.

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por babyv004 em Sex 17 Abr 2009, 10:26

Capitulo 5 (2º parte)



— Ah, esqueci-me de te contar... Vi os Mizuno, hoje.

— Oh... bem... Isso tem alguma coisa a ver com Tókio?

— Não, nada. Só me lembrei. Eles são um casal que se dão muito bem, não achas? E já não são jovens. Já eram casados quando eu era criança.

— E?

— Nada, só estou a comentar que eles são um casal feliz. É algo para tu pensares. Boa noite, baka. Agora, vou dormir mesmo.

Gonçalo desejou-lhe boa noite e desligou o telefone, surpreso ao dar-se conta que já eram quase onze horas. Enquanto tentava decidir se comia alguma coisa ou se ia directo para a cama, ele se perguntava por que Bunny trouxera o assunto dos vizinhos do outro lado da rua. Será que ainda pensava nele sob o ponto de vista romântico? Não dera o menor sinal disso, desde que chegara, a não ser... pela maneira como reagira aos seus beijos. No entanto, não parava de lhe apontar casais felizes. O que estaria pretendendo?
As velhas barreiras se reergueram. Se Bunny achava que o faria mudar de ideia, estava muito enganada. Ele tomara uma decisão e nada mudaria isso. Nada.


Bunny apagou a luz e abriu a janela. Uma brisa amena soprou, refrescando o quarto, acariciando-lhe a pele sensível. Ela sorriu ao lembrar-se da conversa com Gonçalo. Gostaria de ter visto a expressão dele. "Ah, avó Selene, se soubesses como os seus conselhos têm sido úteis...", pensou. Mas um episódio apenas não era suficiente. Precisava pegá-lo desprevenido mais vezes.

A ideia que tivera à tarde continuava firme em sua mente. Ela tentaria surpreendê-lo de novo. Quantas vezes pudesse. Até que estava sendo divertido, reflectiu. Ela estava se sentindo jovem e livre, podia fazer o que quisesse, mesmo sabendo que não devia esperar nada sério dele. Mas provocá-lo e experimentar sua recém-adquirida sabedoria feminina com ele proporcionava-lhe um prazer que ela não imaginara. Até onde aquilo os levaria? Tinha de esperar para ver.

Assim que se deitou, pegou o diário. O que sua avó Selene, por sua vez, teria feito para deixar Safira completamente desorientado?

Bunny planejou sua estratégia com a precisão de um general no comando de uma batalha, pensando nos prós e os contras. Mas não estava preocupada. Se funcionasse, óptimo, Gonçalo aprenderia uma boa lição. Se não desse certo, ela também não teria nada a perder. Mas torcia para que desse.
Na quinta-feira, Bunny pegou um dos vestidos que comprara, rosa, o corpete ajustava-se com perfeição ao seu corpo e as alcinhas finas eram um mero enfeite, uma vez que, mesmo sem elas, ele permaneceria firme no lugar. A cor alegre e os seus longos cabelos com 2 odangos que lhe dispensava maiores cuidados, realçava o tom dourado de sua pele.
Deu o toque final, colocando uma longa e esvoaçante lenço ao redor do pescoço e desceu a escada. A "Operação Imprevisível" estava prestes a ter início.

Bunny não falara mais com Gonçalo desde o último telefonema. Na noite anterior, ela tirara o telefone do gancho. Fazer-se de difícil requeria um planeamento detalhado. Ao ir deitar-se, ela não pôde deixar de imaginar se ele teria tentado ligar. Esperava que sim. O que ele teria pensado ao perceber que a linha estava ocupada?

Ela conduziu até Quioto e encontrou um estacionamento próximo ao escritório de Gonçalo. Tudo indicava que a sorte estava do seu lado. Pegou a bolsa, deu uma última olhadela no espelho retrovisor para verificar a maquilhagem e, respirando fundo, caminhou na direcção do edifício. Reparando nas outras mulheres que esperavam no hall dos elevadores, acumulado de gente, ficou feliz ao notar que nenhuma delas tinha uma aparência tão descontraída e despreocupada como a sua. As roupas sóbrias e formais pareciam pertencer a um mundo muito distante daquele em que Bunny se sentia. E pensar que poucas semanas antes ela também estaria usando aquele tipo de traje e teria criticado se tivesse visto uma mulher vestida como ela estava agora.
Os olhares mal-disfarçados não a intimidavam nem um pouco. A ansiedade e a expectativa cresciam dentro dela. Mal podia esperar para ver a reacção de Gonçalo. Mal podia esperar para vê-lo.
A firma de advocacia ocupava todo o oitavo andar. As portas do elevador abriram-se para uma elegante área de recepção. A jovem recepcionista ofereceu-lhe um sorriso simpático. Bunny disse que viera falar com Gonçalo, e a moça assentiu imediatamente.


Última edição por babyv004 em Sex 17 Abr 2009, 10:27, editado 1 vez(es)

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por babyv004 em Sex 17 Abr 2009, 10:26

— Ele avisou-me que a senhorita viria, mas atrasou-se no fórum. Deve chegar logo.

— Não tem problema. Na verdade, cheguei mais cedo de propósito. E preciso da sua ajuda. — Bunny inclinou-se para frente e, baixando a voz, explicou à jovem o seu plano. Aliviada ao ver a outra rir, perguntou: — Posso contar consigo?

— Claro! Eu não perderia isso por nada! Mas devo preveni-la de que ele provavelmente vai ter um ataque. Já agora, não me trate por você, trate-me por tu ou por Maria Kino.



— Deixe-o comigo. Sei como lidar com ele. Conheço-o há anos. Prazer, sou a Bunny Tsukino.



A recepcionista indicou a porta da sala de Gonçalo.

— Boa sorte, Bunny. Se der certo, vou tentar também. Só não sei com quem. Talvez o melhor amigo do senhor Chiba, o Mário. É tão giro, lembra-me mesmo o meu primeiro namorado. – disse Maria com um ar de sonhador.
Bunny entrou no escritório de Gonçalo, rezando para que desse certo. Não conseguia pensar em algo que fosse mais imprevisível para ele. Mentalmente, ela ensaiou pela centésima vez cada passo de seu plano. Sem desviar o olhar do elevador, através da porta entreaberta, ela esperou, impaciente. Se ele se atrasasse muito e tivesse compromissos urgentes que o levassem a cancelar o almoço, seus planos iriam por água abaixo.
Finalmente, porém, as portas do elevador se abriram e Gonçalo saiu, acompanhado por dois outros homens. Trocou algumas palavras com eles e encaminhou-se para sua sala, mal respondendo ao cumprimento da recepcionista. Bunny deu um passo para detrás da porta e tirou o lenço. No momento em que ele entrou, Bunny passou o lenço ao redor dos olhos dele e apertou com força.

— O que... — Ele levou as mãos aos olhos.



— Quieto, senhor — ordenou ela, disfarçando a voz. — Isto é um sequestro!




Gonçalo hesitou e virou-se, desistindo de afastar a venda dos olhos.

— Sequestro?!

— Exactamente. E não me faça ficar irritada. — Bunny tentou manter o tom de voz baixo e disfarçado.

— Hum... — Os lábios dele curvaram-se num meio sorriso. Sem soltar o lenço, Bunny posicionou-se atrás dele e amarrou-o firmemente atrás da cabeça de Gonçalo.



— As coisas estão evoluindo bem — ele murmurou, virando-se e enlaçando-a pela cintura.

— Você acha?

— Sim. Nunca fui sequestrado antes.

— Para tudo há uma primeira vez.

Então, para surpresa de Bunny, Gonçalo puxou-a para si e cobriu-lhe os lábios com um beijo lento, porém profundo.

— É este o resgate? — ele perguntou, afastando o rosto apenas alguns centímetros do dela.

— O... quê? — ela estava tão atordoada que não compreendeu o significado da pergunta.

— Ficarei livre depois do beijo?

— Não. A que hora é que precisa voltar?

— As duas.

Bunny deu um passo para trás assim que abrandou o abraço. Quando ele ergueu as mãos para tirar a venda, ela segurou-as e forçou-as para baixo.

— Comporte-se e estará de volta a tempo — ordenou, autoritária.

— E se eu não me comportar?

— Acompanhe-me.


Bunny conduziu-o até a área de recepção. A recepcionista Maria cobriu a boca com uma mão para abafar o riso, enquanto eles entravam no elevador. As poucas pessoas que os observavam limitaram-se a sorrir. Felizmente, havia somente dois executivos no elevador, que olharam, curiosos, para o Gonçalo e para a Bunny, com certeza imaginando o que aquele homem elegantemente vestido de terno preto, camisa branca e gravata de seda vermelho-escura fazia com um lenço rosa vendando-lhe os olhos, guiado por uma mulher que mal lhe chegava aos ombros.
Nenhum dos dois executivos disse nada, quando ela levou um dedo aos lábios. Felizmente, Gonçalo entrara no espírito da brincadeira senão já teria arrancado a venda dos olhos e lhe passado um bom sermão.

— Vamos — ela conduziu-o para o saguão, quando o elevador parou no andar térreo.

Tentando ignorar os olhares e risos, ela abriu caminho entre os grupos de pessoas até chegar à rua. Felizmente conseguira estacionar perto. Os poucos minutos que levaram para guia-lo até o carro pareceram-lhe intermináveis. Com as faces coradas de vergonha e triunfo, ela sentou-se ao volante e, poucos segundos depois, estavam no meio do tráfego.

— Posso perguntar aonde estamos indo? — Ele indagou, relaxando no assento.

— Logo você vai saber.

— Vou poder tirar a venda?

— Eu tirarei.

— Não está mais disfarçando a voz.

— Você sabia que era eu?

— Desde o princípio.

Bem, pelo menos ele a beijara sabendo que era ela, pensou Bunny, ainda tomada pela agitação.

— Como você adivinhou?

— Seu perfume, odongo atama. É inconfundível.

Bunny não respondeu. A praça que estava a procura era bem grande, com um playground e uma extensa área gramada. Depois de estacionar, pegou a cesta de piquenique e o cobertor no banco traseiro e contornou o carro para ajudá-lo a sair.

— Leve isto — disse, colocando a mão dele ao redor da alça da cesta. Segurando-o pela outra mão, ela o conduziu até uma área deserta, sombreada por um pequeno agrupamento de árvores. — Pode tirar a venda.

— Entendi que seria você quem tiraria.

Bunny estendeu o cobertor sobre a grama e ergueu os braços para desatar o nó do lenço.
— Pronto — murmurou, com um sorriso embaraçado. — Achei que seria uma boa ideia fazer um piquenique.

Ela fez um gesto abrangendo o espaço ao redor deles, tentando decifrar o que ele estava pensando, pela expressão de seu olhar.

— Não teria sido mais simples telefonar e convidar-me?



Bunny sorriu, aliviada porque Gonçalo não ficara furioso.

— Eu quis dar um senso de aventura a coisa.



Gonçalo fitou-a demoradamente, antes de perguntar:

— já sequestras-te muitas pessoas antes?

— Não — respondeu ela, sentando-se numa extremidade do cobertor, a saia rodada a sua volta. — Foi a primeira vez. Mas agora que sei que funciona, vou tentar de novo.

Gonçalo colocou a cesta sobre o cobertor e tirou o paletó, sentando-se em seguida. Bunny abriu a cesta e dispôs sobre o cobertor os pratos de porcelana, talheres de prata e copos de cristal que arrumara cuidadosamente na véspera. Depois removeu as embalagens que abrigavam a salada e o salmão, e colocou uma garrafa de vinho francês entre ambos. Satisfeita com o resultado, olhou para ele.

— Esta é a tua ideia de um piquenique? — ele perguntou, contemplando o elegante aparato.

Ela assentiu, rezando para que ele aprovasse.

— És cheia de surpresas, Bunny Tsukino.

— E isso é bom ou mau?

— É bom — ele respondeu, baloiçando a cabeça afirmativamente. — Muito bom.

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por Lena_Dias em Sex 17 Abr 2009, 10:33

LunaR eu tambem acho que fazemos uma boa dupla ^^ brigada pela parte da boa correcçao ^^


sandra :O so agora é q começaste a ler??? :O :O

babyv tu sabs a minha opiniao e espero q tenhas no fim de semana o cap.6 pa eu corrigir ^^ olha...reparei numa coisa...desde q me entregas os cap. para corrigir postas-os mais depressa Very Happy

Spoiler:
qual é a proxima fic hein? ^^ diz diz! pelo menos diz.me no msn sobre o q é Very Happy mas s n souberes pronto...é bom sinal...tas empenhada nesta Wink beijinho

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por babyv004 em Sex 17 Abr 2009, 10:58

Lena_Dias escreveu:

babyv tu sabs a minha opiniao e espero q tenhas no fim de semana o cap.6 pa eu corrigir ^^ olha...reparei numa coisa...desde q me entregas os cap. para corrigir postas-os mais depressa Very Happy

Spoiler:
qual é a proxima fic hein? ^^ diz diz! pelo menos diz.me no msn sobre o q é Very Happy mas s n souberes pronto...é bom sinal...tas empenhada nesta Wink beijinho

Este fim de semana vai ser dificil, pois a minha avo faz anos no domingo e no sabado uma colega minha vai pa minha casa pa ver o crepusculo (eu ja o vi, mas ele nao e eu adorei) e a noite vamos ao teatro.

Spoiler:
ja tou a pensar noutra, mas so a escreverei depois de acabar esta. chama-se "Estava aqui" e é sobre a sakura card captor (Sakura/Yukito Tsukishiro)
Sempre gostei mais deste casal, pois no inicio da anime não aparecia o shaoran e acabei por começar a gostar mais do “coelho” Yuki (como o kero-chan lhe xama). Ele é muito querido com a sakura (e com toda a gente, de facto) e sempre pensei k eles acabariam juntos (pelos vistos enganei-me e não fui a única, já o Mestre Clow tb pensa k o yuki iria amar a sakura acima de tudo e k ela o amaria pra sempre).

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por Lena_Dias em Sex 17 Abr 2009, 14:04

babyv004 escreveu:
Lena_Dias escreveu:

babyv tu sabs a minha opiniao e espero q tenhas no fim de semana o cap.6 pa eu corrigir ^^ olha...reparei numa coisa...desde q me entregas os cap. para corrigir postas-os mais depressa Very Happy

Spoiler:
qual é a proxima fic hein? ^^ diz diz! pelo menos diz.me no msn sobre o q é Very Happy mas s n souberes pronto...é bom sinal...tas empenhada nesta Wink beijinho

Este fim de semana vai ser dificil, pois a minha avo faz anos no domingo e no sabado uma colega minha vai pa minha casa pa ver o crepusculo (eu ja o vi, mas ele nao e eu adorei) e a noite vamos ao teatro.

Spoiler:
ja tou a pensar noutra, mas so a escreverei depois de acabar esta. chama-se "Estava aqui" e é sobre a sakura card captor (Sakura/Yukito Tsukishiro)
Sempre gostei mais deste casal, pois no inicio da anime não aparecia o shaoran e acabei por começar a gostar mais do “coelho” Yuki (como o kero-chan lhe xama). Ele é muito querido com a sakura (e com toda a gente, de facto) e sempre pensei k eles acabariam juntos (pelos vistos enganei-me e não fui a única, já o Mestre Clow tb pensa k o yuki iria amar a sakura acima de tudo e k ela o amaria pra sempre).


:g7: pois...n faz mal ^^ (ainda me matam os leitores da tua fic depois de lerem a minha resposta :Incredulo: ...bem mas tipo...acho uma optima ideia a tua proxima fic, e eu lerei claro ^^ (se calhar a possibilidade de eu a chegar a corrigir quem sabe...)
Spoiler:
eu tambem achei que eles iam ficar juntos ^^

Lena_Dias
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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por Convidad em Sex 17 Abr 2009, 15:50

adorei!!! como eu te disse eu adoro a tua fic!!!!

tens razao lena eu só comeceia lê-la agora!!! mas mais vale tarde do que nunca!!!

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por Monica em Sex 17 Abr 2009, 15:58

esta mt boa a tua fic estou a adorar continua

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por LunaR em Sab 18 Abr 2009, 07:44

Fui apahada de surpresa... Eu aqui a pensar que so ias postar um novo cap lá parao proximo mês e afinal...
Bem bom! Very Happy
Acho que um dia vou relê'la toda de novo. Adoro mesmo esta fic. Tens muito jeito e imaginação não te falta! Eu não conseguia fazer algo assim. Os meus parabéns! Razz

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

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