Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

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Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por babyv004 em Qua 24 Dez 2008, 10:22

Nome: Receita de amor – by babyv004!!!
Capítulos: 10 (em principio)
Tipo: Romance


Shipper: Bunny/Gonçalo
Censura: G – Fanfic Livre (Universo alternativo – ou seja não há navegantes, nem inimigos, e Bunny conhece o Gonçalo desde criança)




Resumo: Receita para encontrar o par ideal?

Bunny era apaixonada por Gonçalo, desde criança; ele, porém, nunca lhe dera atenção. Agora, com 19 anos, ela estava prestes a desistir de realizar suas fantasias com aquele homem. Queria encontrar o homem certo, para casar-se e ter uma família. Então, algo extraordinário aconteceu. ela acha um diário que pertencera a sua bisavó. No diário, havia uma receita para atrair o homem ideal.
De repente, Bunny descobriu que, sem querer, havia seguido o primeiro conselho da receita e que Gonçalo começava a demonstrar sinais de interesse! Agora, ela estava curiosa para saber o que aconteceria se seguisse as outras instruções. Se a receita funcionasse com gonçalo, com certeza funcionaria com o homem que seria o seu par ideal!




:sernidade:




NOTA DA AUTORA: É uma adaptação!!! A autora do livro é Barbara McMahon. Espero que gostem!



INDICE

Capítulo 01
capítulo 02
Capítulo 03
Capítulo 04
Capítulo 05
Capítulo 06 (1º parte)


Última edição por babyv004 em Sex 11 Jun 2010, 04:30, editado 5 vez(es)

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por Monica em Qui 25 Dez 2008, 12:36

Parece ser interessante espero pelo 1 capitulo

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por pmpm65 em Qui 25 Dez 2008, 15:33

Olá tbm acho q a tua fic parece interessante mas quando puseres o 1ºcapitulo aí já vou ter uma opnião mais formada, mas até agr pareceu-me muito fixe...

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por Brunii em Qui 25 Dez 2008, 15:44

Estou ansiosa que postes o primeiro capitulo!
O título cativou-me imenso!

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por lulumoon em Sex 26 Dez 2008, 04:59

oi!

O resumo conseguiu mesmo captar a minha atençao!

espero pelo primeiro capitulo! ^^

bjnhx

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por LunaR em Sex 26 Dez 2008, 05:05

lulumoon escreveu:oi!

O resumo conseguiu mesmo captar a minha atençao!

espero pelo primeiro capitulo! ^^

bjnhx

Também a minha... Razz

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por picky em Sex 26 Dez 2008, 06:32

Ola....

Achei pelo resumo que esta historia vai ser muito interessante......

Fico à espera do capitulo.....

Bjs


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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por babyv004 em Sex 26 Dez 2008, 07:49

Espero nao desepecionar ninguem, porke a minha primeira fic (e tb porque como nao acho muitas fics em PT leio-as em BR e agora fikei com o terrivel habito de escrever vocêEmbarassed ) Peço vos que se virem algum erro para me avisarem).


CAPÍTULO I (1º parte)


Bunny Tsukino virou a direcção na rua larga e seguiu devagar, para chegar até a entrada da casa. Respirou fundo ao atingir os fundos da residência.
Embora costumasse visitar o tio Artemis e a tia Luna todo verão desde os dez anos até o último ano do colégio, surpreendeu-se com a sensação de familiaridade que a invadiu.
As lembranças dos tempos idos, de sentir-se sempre tão querida junto dos tios, ocorreram-lhe à memória. Um movimento à direita, contudo, chamou sua atenção, despertando-a dos devaneios. Devagar ela virou a cabeça e deparou com o vizinho de Luna, Gonçalo Chiba, que vinha andando na sua direcção. Alto e esbelto, Gonçalo estava descalço e vestia jeans. Pela marca de suor na camiseta, estivera a correr. Os seus olhos azuis não eram visíveis agora, mas Bunny sabia o que a aguardava. Sentiu o coração disparar com a aproximação daquele homem tempestuoso. Parecia uma adolescente, vendo-o aproximar-se.
Dando um profundo suspiro de resignação, ela desligou o motor e pôs o casaco sobre os ombros. Decidiu que deixaria para depois de um boa noite de sono, desfazer as malas. Ao descer do automóvel e andar pela primeira vez depois de horas, notou que suas costas doíam.

— Bunny? — ele chamou, chegando mais perto. — Cabeça de serradura, és tu?

Ela sentiu a pulsação disparar, a boca ficar seca e os nervos endurecerem. Apenas porque Gonçalo a olhava. Engoliu com dificuldade e acenou com a cabeça. Nada mudara em anos desde a última vez em que o vira. As velhas emoções ressurgiam com força total. Por um instante, Bunny desejou que ele a aprisionasse nos braços e a beijasse, com carinho. Esperara por aquela demonstração durante tanto tempo... Um sonho que nunca se tornara realidade.

— Bem, bem, pequena Bunny Tsukino, todos crescem e você ficou lindíssima... — Gonçalo cruzou os braços sobre o peito largo, recostando-se no capo. Observou as curvas femininas, e sem dúvida as aprovou.

Porém, ao perceber que havia um tom de troça nas palavras de dele, ela irritou-se e encarou-o com raiva. Não passaria por tola por causa dele outra vez.



— Bem, bem, Gonçalo Baka Chiba, você continua óbvio como sempre foi.

Um brilho divertido apareceu nos seus olhos azuis, quando encontraram os dela.

— Eu tento agradar, querida.

Ela podia apostar que Gonçalo agradava todas as mulheres que recebiam a sua atenção. Com 23 anos, ele era bonito o suficiente para causar suspiros. Certa ocasião, ela tentara tudo o que sabia para conquistá-lo, mas ele mostrara-se inacessível, porque não quisera envolver-se com uma garota tão jovem.

— Veio visitar seus tios, cabeça de serradura?

— O meu nome é Bunny, idiota, mas para ti é senhora Tsukino.

— Eu sei muito qual é o teu nome, mas acho que cabeça de serradura te fica melhor! Mas ainda não respondeste a minha pergunta.

— Sim, vi vê-los.

— Então sugiro que tome um banho e durma durante uma semana. A sua aparência está péssima.

— Obrigada, Gonçalo! – disse num tom sarcástico - É uma prazer ouvir palavras tão doces.

— Eu lido com factos.

— Desde que se ajustem ao cliente que está defendendo. De outra maneira, modifica-os até que sirvam a suas necessidades.

— Não mudo a verdade, cabeça de serradura, embora saiba como sugerir um jeito diferente de olhá-la.

— Certo. Já vou indo, baka. Como tu mesmo sugeristes, preciso de repouso. Até mais. — Dando-lhe as costas, Bunny começou a caminhar em direcção à residência.

— Vai ficar bastante tempo? — Gonçalo começou a segui-la. Bunny apenas fez um aceno vago e continuou, deixando-o para trás. Sob o tapete, encontrou a cópia da chave.

Ao entrar, esboçou um sorriso largo, contente por estar ali. Subiu rápido as escadas, entrou no quarto que sempre ficara reservado para ela e atirou-se no leito. Que bom que alguém arrumara a cama, aguardando sua chegada! Decerto fora a tia Luna, ou Joana, a sua prima. Respirou fundo, tirou as roupas com extrema rapidez e nem se preocupou em tomar um banho. Seria esforço demais para alguém tão esgotado. Fechou os olhos, adormeceu.



Uma voz familiar despertou Bunny, no dia seguinte:

— Bom dia, bela adormecida!

Erguendo um pouco as pálpebras, Bunny franziu a testa ao ver a prima parada à entrada. Joana sempre era alegre de manhã, uma coisa que Bunny nunca conseguia ser.

— Vá embora. — Puxou o travesseiro para cima da cabeça. Joana entrou, sem lhe dar ouvidos.

Ao sentir o aroma de café fresco, Bunny afastou um pouco o travesseiro e viu que a prima trazia uma bandeja, que colocou no criado-mudo.

— Posso desculpá-la se me der uma chávena fumegante.

Joana sentou-se na beira da cama, atendendo ao pedido de Bunny.

— Parecesses muito cansada. Quando chegaste? Esperei que me telefonasses. Não vim ontem porque não sabia que já estava aqui.

— Cheguei cansadíssima para fazer qualquer coisa que não fosse dormir. — ela recostou-se na cabeceira. Agarrou a chávena de porcelana chinesa, muito delicada. — Por que me acordaste tão cedo?

— Esperei até as dez!

— Já é tão tarde?

Bunny não dormia até aquele horário desde os dias de colégio, nesses dias ela chegava sempre atrasada a escola.

— Hum! Eu a perdoo por me arrancar de um sono tão bom. Está delicioso este café! Vejo que aprendes-te a cuidar das tuas “pacientes” – disse Bunny lembrando-se do dia em que ela tinha apanhado uma gripe e a prima tinha vindo cuidar dela, mas como era uma desajeitada, acabou por partir a janela com o termómetro e desarrumar a sala.

Joana achou graça.

Bunny mirou a prima. Joana era linda, sempre fora. Os seus cabelos loiros brilhavam à luz do sol, que caíam até ao fundo das costas. Ficava óptima mesmo sem um pingo de maquilhagem.

— Estás bem? — Joana inclinou a cabeça para trás para estudar Bunny.

— Sim. Mas tenho algumas perguntas a lhe fazer. Por que você está tão bonita, e eu continuo com esta aparência comum?

Joana riu. Era uma velha reclamação familiar.

— Bunny, Tu és bela, apenas não te empenhas em realçar essa beleza, como eu. Por um instante, observe a si mesma. Alguma pintura realçaria bastante os seus traços.

— Oh, eu sei... Já falamos sobre isso milhares de vezes. Diga-me, por que está aqui? Não têm nenhum emprego?

— Evidente que tenho. Mas hoje não irei trabalhar. Quero ficar contigo.
Bunny se espreguiçou.

— A viagem foi cansativa?

— Pode apostar. Vim de Nova York de avião até aqui quase sem parar. Queria chegar brevemente. — Bunny tomou um golo.

— E como estás? Imagino que não tenha sido fácil abandonar o emprego.

— Eu não abandonei, na verdade. Depois que a empresa foi vendida, foi apenas uma questão de tempo até todos serem demitidos. "Reestruturação" é o termo que eles usam.

— Mas tu eras tão dedicada...



— É verdade. Fui uma tola. Na hora de mandar você embora eles não reconhecem o esforço que você fez. Não compensou ter feito todas aquelas horas extras e todo o stress que eu passei. — Bunny suspirou. — Estou tão cansada que nem consigo pensar direito... Fiquei feliz quando a sua mãe me convidou para vir. Estou a precisar fazer uma pausa antes de decidir o que vou fazer da minha vida. Pelo menos eles foram generosos na indemnização, assim poderei sobreviver algum tempo sem trabalhar. Depois, vou tentar arrumar um emprego em Tokio. Ou voltar para Nova York... Tenho amigos lá.

— Também tem amigos aqui — lembrou Joana, com delicadeza. — E família.

— Sim — ela assentiu. Ficara empolgadíssima quando fora morar em Nova York, e apaixonara-se de imediato pela cidade.

— Oh, por falar em família, adivinhe o que descobri! Espere um minuto...


Última edição por babyv004 em Sex 26 Dez 2008, 10:56, editado 2 vez(es)

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por babyv004 em Sex 26 Dez 2008, 07:50

Joana saiu correndo do quarto, e Bunny terminou de tomar o café antes de enfiar-se debaixo das cobertas. Sentia-se sem forças, e a energia da prima fazia com que se sentisse ainda mais abatida. Mas ela tinha certeza de que se recuperaria. Só precisava de algum tempo. E a ideia de passar o dia inteiro sem ter nada para fazer, só tomando sol, a agradava. Além do que, era bom sentir-se em casa. Os seus pais estavam passando o verão no Egipto. Nos últimos dois anos, havia ensinado numa universidade da Califórnia, e antes disso, haviam feito várias palestras em universidades espalhadas por todo o país. Bunny perguntava-se como era possível que a única filha de um casal de nómadas quisesse tanto ter um lar fixo e criar raízes permanentes. Às vezes, sentia-se mais ligada à sua tia do que aos próprios pais.

— Veja o que eu achei quando ajudei mamã a limpar o sótão! — Joana estendeu para ela um volume encadernado. — Não li muita coisa, mas a parte que eu li é engraçada.

Bunny pegou o livro e passou a ponta dos dedos pela capa de couro ainda macio, apesar de gasto.

— O que é isso?

— O diário de avó Selene, nossa bisavó. Ela começou a escrever no dia em que fez dezoito anos. Ganhou-o de presente do pai dela. Mamã disse que ela escreveu até o dia em que tio Shingo nasceu. Precisas de ler isto! Ela dá uma receita de como encontrar o marido perfeito.

— Uma receita?

— Uma receita! Ingredientes, conforme ela diz, para enfeitiçar um homem, atrair o interesse dele e segurá-lo. É uma coisa tão antiga, Bunn, tens de ver! Aproveita os teus dias de folga para ler. Aposto que vai deixar-te mais animada. Depois eu termino de ler. Lembras-te dela?

— Vagamente. Eu tinha dez anos quando ela morreu. Foi quando eu vim passar as férias aqui pela primeira vez. — Bunny franziu a testa. — Ela era muito velha?

— Acho que tinha noventa e poucos anos. Este livro é uma relíquia!

— Até onde lês-te? — quis saber Bunny, abrindo o diário na primeira página. Aquilo fora escrito pela sua bisavó, era uma parte da história da família que ela nunca imaginara conhecer.

Ela começou a ler o primeiro parágrafo, escrito numa caligrafia bonita e perfeita.

— Li apenas o começo. Mas deixa para ler quando estiveres sozinha. Vim aqui para te ver. O que queres fazer hoje? Pensei em irmos ao clube de campo e almoçar por lá. Eles têm um bufe de saladas maravilhoso. E podemos apanhar um pouco de sol à beira da piscina. Estou com vontade de aproveitar ao máximo o meu dia de folga.

— Para mim, parece uma óptima ideia — disse Bunny, contente por ter alguém tomando as decisões por ela. Fazia tanto tempo que vivia sozinha que era bom sentir-se apaparicada.

— Acho que estou apaixonada — declarou Joana, abruptamente.

— Outra vez? — perguntou Bunny, surpresa. Cada vez que via a prima, ela estava apaixonada por alguém. As paixões dela duravam no máximo dois meses. Com 19 de idade, ela ainda não encontrara a pessoa certa. Assim como ela própria, reflectiu, melancólica. Mas sempre que conhecia alguém, não conseguia deixar de fazer comparações com o Gonçalo Chiba. Para ela, ele era o homem ideal, e ela nunca conhecera outro que se igualasse a ele.

— Sabes como é, a primavera aos 19 anos. AHHHHHHHH
— Quem é o felizardo, desta vez? — perguntou Bunny, afastando as cobertas e levantando-se.

— É um amigo de Gonçalo. Veio morar aqui por recomendação dele. Chama-se Mário, e trabalha num um salão de jogos com um bar, a Game Center, que abriu a pouco tempo.

Bunny olhou para a prima, surpresa.

— Trabalha num um salão de jogos? Mas tu não gostavas de homens mais sofisticados...

— É a profissão dele, Bunn. Eu não tenho nada a ver com isso. Mas ele é maravilhoso... É divertido, tem uma conversa interessante...

— Quantos anos?

— Deve ter a mesma idade de o Gonçalo, porque se conheceram na universidade.

— E não se casou até agora?

— Qual é o problema? — Joana arqueou as sobrancelhas. — Eu também não me casei até agora, nem tu.

— Mas nós ainda não temos 20 é tal anos.

— Não por muito tempo, e além disso, os homens de Hoje, casam-se cada vez mais tarde.

— Tudo bem, mas o que estou a dizer é que ainda somos jovens. O Gonçako tem 23 anos.

— E isso é ser velho? Apenas 4 anos a mais que nós. E talvez o Mário ainda não tenha encontrado a pessoa certa, e espero que essa pessoa seja eu. Só porque um homem não se casou até os 20 e poucos anos não significa que nunca vá se casar. Gonçalo também ainda pode encontrar uma mulher que lhe derrube as defesas.

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por lulumoon em Sab 27 Dez 2008, 16:46

cá estou eu mais uma vez maravilhada com a historia!

adorei o primeiro capitulo!

estou ansiosa pela continuaçao!

se a receita do amor for boa vou segui-la! lool

bjokas

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por LunaR em Dom 28 Dez 2008, 03:50

Eu concordo com a Joana!! Apenas 4 anos mais velho, nao eh impedimento!! :Brincalhao:

A história estah msmo gira... Continua!! Very Happy

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por zirateb em Dom 28 Dez 2008, 04:18

Está muito gira parabéns só tenho uma anotação: cuidado com os tempos dos verbos e alguns erros que encontrei. Tipo se escreves no passado escreve o resto no passado ok? continua assim está muito boa a fanfic

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por LunaR em Seg 29 Dez 2008, 09:55

babyv004, quando puderes posta mais +.+
tou curiosa... Embarassed

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por babyv004 em Ter 30 Dez 2008, 08:32

obrigada pelo vosso apoio.

Vou por a 2º parte do capitulo 1

Capitulo 1 (2º parte)


Bunny olhou pela janela. Houvera um tempo em que desejara ardentemente ser essa mulher. Mas ela amadurecera nos últimos anos, e os acontecimentos dos últimos meses haviam-na ensinado que era inútil nadar contra a maré. Ela aprendera a parar de bater a cabeça contra barreiras invisíveis, aprendera a ser prática e realista. Olhou para a prima e sorriu.

— Estou feliz por ti, Joana. Quando me vai apresentá-lo?

— No fim-de-semana, com certeza. Vou convidar vocês os dois para jantar em casa, ou podemos ir a algum lugar. Agora, vista-se, porque teremos um dia cheio!

O sol começava a pôr-se quando Joana a deixou em casa. O almoço no clube de campo fora agradável. Bunny revira alguns amigos, e havia combinado um encontro com um deles. Depois, Joana levara-a ao novo shopping center e insistira para que comprasse algumas roupas novas.
Bunny sentia-se grata pelo estímulo que a prima lhe dera. Os dois vestidos de verão que ela comprara eram bem diferentes das roupas rígidas que ela usava para trabalhar, e não via a hora de usá-los.


— Bunn?

Ela virou-se, com um ligeiro sobressalto, ao ouvir a voz de Gonçalo. Por que ele tinha aquele efeito sobre ela? Por que seus joelhos perdiam a força, as mãos ficavam húmidas, a boca seca? Gonçalo devia ter acabado de chegar do trabalho. Ainda estava de terno, e a camisa imaculadamente branca realçava o tom bronzeado de sua pele. O verão ainda nem começara e ele já estava bronzeado. Perto dele, ela parecia anémica, pensou. Mas alguns dias de exposição ao sol mudariam isso.

— Olá, Gonçalo — ela murmurou, aparentando uma calma que não sentia.

O terno preto favorecia a silhueta alta e esbelta dele e parecia tornar ainda mais profundo o tom azulado dos seus olhos. Ele a fitou intensamente e ela baixou o olhar, como uma adolescente tímida.

— Fugiu-te depressa, ontem à noite — ele provocou, aproximando -se.

— Eu estava cansada. A viagem foi longa.

— Ainda está abatida. — Harry fez uma pausa. — As coisas não têm estado fáceis?

— Já estiveram melhores.

Bunny desviou o olhar, dizendo para si mesma que não podia reagir daquela maneira à proximidade dele. Já não desistira dele, tempos atrás? Seria infantilidade interpretar o gesto amável dele como algo além de amizade. Afinal, fazia anos que Gonçalo, o irmão e o pai eram vizinhos dos seus tios. Quando o pai dele se aposentara e se mudara para a Florida, Gonçalo comprara a parte do pai e do irmão. A sua tia Luna não deixava de mantê-la informada sobre os acontecimentos em tokio. Com excepção dos anos que passara fora, quando frequentara a faculdade de direito, aquele fora o único lar dele. Ele possuía as raízes que Bunny tanto desejava ter.
Mas não era esse fato que a deixava tão consciente dele. Era ele próprio, o homem moreno, alto e atraente, cujos olhos pareciam ver até a alma. A simpatia dele a cativara quando ela era menina, a autoconfiança que ele demonstrava sempre a fizera sentir-se tímida e insegura.

Quando era adolescente, Bunny tentara de todas as maneiras atrair a atenção dele, com a esperança de que ele se interessasse por ela e quisesse namorá-la. Tentara até fazer com que ele a beijasse, certa vez, fracassando completamente, saindo humilhada da experiência. Gonçalo parecia considerá-la jovem demais, e tratava-a de maneira arrogante. Depois, quando ela se tornara adulta, ele mantivera uma atitude distante, não dando oportunidades de uma aproximação maior.

— Cansou-se de Nova York?


Ela sorriu.

— Isso é algo improvável de acontecer. — Ela balançou a cabeça. — Estou de férias. Ficarei alguns dias aqui. – Ela deu um passo para trás. — A gente se vê.

Com estas palavras, acenou e virou-se, começando a caminhar na direcção da casa. Não dera dez passos quando a voz dele novamente a fez sobressaltar-se.

— Se precisar de alguma coisa, me avise!


Ela olhou para trás, sem parar de andar.

— Obrigada, Gonçalo. Mas a Joana está por aqui, e conheço bem as redondezas.

Ele ficou parado, com as mãos nos bolsos, o olhar fixo em nela. Ela não pôde deixar de notar, pela segunda vez, como a camisa branca contrastava com a pele morena. Quanto tempo, ele passava ao ar livre, para já estar assim bronzeado? Afinal, tinha o seu trabalho, no escritório de advocacia e no tribunal, não devia ter muito tempo livre para o lazer.
Bunny perguntou-se como ele estaria se saindo, profissionalmente. Sabia que o desempenho dele no tribunal era fantástico. No início da carreira dele, ela fora assistir a uma sessão. Com os anos de experiência, com certeza sua habilidade se aperfeiçoara.

— Faz algum tempo que não vens para cá. As coisas mudam.

— Estive aqui há um ano e meio, no Natal — observou Bunny, percebendo que Gonçalo falava com ela como se estivesse interrogando uma testemunha. — Bem... preciso ir. Estas sacolas estão ficando pesadas.

Ela virou-se e subiu, apressada, os degraus para a varanda.



Gonçalo viu-a afastar-se e permaneceu mais algum tempo parado, pensativo. Alguma coisa estava errada. Ele não sabia definir o que era, mas havia algo incomodando-o. Subitamente, ele percebeu o que era, o que estava diferente. Bunny não tentara seduzi-lo. Desde que a conhecia, ela fazia o que podia para atrair sua atenção.
O que causara aquela mudança? A atitude dela era fraterna, mas diferente do que sempre fora. Ela parecia distante, aérea. Teria finalmente superado a paixoneta que sentia por ele?
A persistência dela chegara a ser embaraçosa, quando eles eram mais jovens. Depois, na época da faculdade, fora divertida. Mais tarde, tornara-se irritante. E ele deixara isso claro. Talvez a reprimenda houvesse surtido efeito.
Ele não tinha tempo para perder com uma adolescente deslumbrada. Não pretendia repetir os mesmos erros que o pai cometera. A sua mãe quisera separar-se e fora embora para Nova Zelândia. E, depois de Rita, Gonçalo passara a ver as mulheres com certa desconfiança. Talvez o seu pai tivesse razão, não se podia confiar nas mulheres. Era mais sensato ficar sozinho.

Apesar de tudo, embora não quisesse ter um envolvimento com Bunny nem com nenhuma outra mulher, não podia deixar de sentir que alguma coisa estava faltando. Estava tão acostumado com a adoração dela que agora sentia falta.
Gonçalo atravessou o jardim e entrou em casa, ansioso para trocar o terno por uma roupa confortável. Quanto tempo Bunny ficaria na casa da tia? O suficiente para que pudessem se ver algumas vezes e conversar? Quem sabe, agora, ele poderia ter com Bunny um relacionamento descontraído e amigável como tinha com Joana?
Depois de livrar-se do terno e vestir uma bermuda e uma camisa, ele voltou para o andar térreo. Sua casa era idêntica à vizinha, ambas com dois andares, pé-direito alto e cómodos amplos. Ele fizera alguns melhoramentos, depois que do seu pai se mudar. A mobília sólida e antiga estava ali desde que ele podia se lembrar, e fora comprada visando mais o conforto do que a estética. A mulher da limpeza vinha uma vez por semana, o que era mais do que suficiente.

Gonçalo foi buscar uma cerveja ao frigorífico e olhou pela janela da cozinha, de onde podia ver o quintal dos fundos da casa dos Tsukino. Estava deserto. Talvez Bunny estivesse preparando o jantar. Subitamente ocorreu-lhe que talvez fosse uma boa ideia convidá-la para jantar no fim-de-semana. Poderiam ir à churrascaria preferida dele e aproveitar para conversar. Ele estava interessado em saber o que ela andava a fazer, como era sua vida em Nova York.

Num impulso, pegou o telefone e marcou o número do telefone dos Tsukino.

Bunny respondeu ao segundo toque.

— Olá, Bunny. Pensei em convidá-la para jantar, no sábado — começou ele, sem preâmbulos. Sabia que existia o risco de ela interpretar o convite como interesse de sua parte, mas trataria de deixar claras suas intenções desde o princípio.

— Obrigada, Gonçalo, mas já tenho compromisso.

Surpreso, ele deu-se conta de que esperava uma reacção diferente.

— E sexta-feira?

— Amanhã?

— Sim.

— Também não posso, Gonçalo, vou jantar fora. Talvez, num outro dia. Opa... preciso desligar, o forno está apitando! Tchau!

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por babyv004 em Ter 30 Dez 2008, 08:33

Gonçalo olhou para o receptor antes de recolocá-lo no gancho. Nunca imaginara que ela recusasse um convite seu para sair. Se ainda tinha alguma dúvida de que a paixão dela por ele esmorecera, agora tinha uma prova concreta.

De repente, sentiu-se desafiado. Uma das facetas de ser um advogado bem-sucedido era questionar as coisas até compreender cada aspecto de um problema. O comportamento dela era totalmente diferente daquele que ele esperava. Gonçalo estava intrigado, queria saber por quê. Queria saber mais sobre ela. A perseverança era outra qualidade de um bom advogado. Ele tentaria novamente. Não era possível que Bunny tivesse marcado um compromisso para todos os dias. Ela acabara de chegar... No dia seguinte, ele telefonaria de novo, e marcaria um encontro.

O relógio acima da lareira bateu nove horas quando Bunny subiu para o quarto. Ainda não totalmente recuperada do cansaço dos últimos dias, queria dormir cedo. A companhia de Joana ajudara-a a sentir-se mais animada, e o seu entusiasmo revigorou-se quando avistou o diário sobre a mesa-de-cabeceira. Enfiando-se debaixo das cobertas, ela pegou o diário e abriu-o, com uma sensação de expectativa e aventura que havia muito tempo que não experimentava.

Em poucos segundos, estava totalmente envolvida na leitura. A sua bisavó descrevia detalhadamente sua vida, pais e irmãos, com tanta vivacidade que Bunny tinha a impressão de os estar conhecendo pessoalmente.

Em certo ponto, o tom modificou-se um pouco. Selene escrevera:

“Fazer dezoito anos é um marco na vida de uma pessoa. Logo terei de encontrar um rapaz para me casar e ser a dona de casa que fui educada para ser. Diana Blaine ainda nem completou dezassete anos e já ficou noiva. Sei que meu futuro marido está em algum lugar, e cabe a mim encontrá-lo. Já perguntei a minha mãe e às minhas tias sobre isso, pois quero o melhor para mim. Elas me deram alguns conselhos, e eu acabei decidindo criar uma receita para encontrar o par ideal, para um casamento perfeito.”

— Bem avó Selene, espero que a sua receita funcione — Hermione murmurou, com um suspiro. — Se a senhora achava que com dezoito anos já devia se casar, imagine a mim, com 19! E sem nenhum pretendente à vista!

“A primeira coisa, que sempre se deve lembrar, é que um homem gosta de conquistar. Tome cuidado apenas para não ser tão difícil que ele acabe desistindo. Um olhar, de vez em quando, para ele, é permitido, mas numa época como esta, de total perversão, um pouco de timidez e recato são recomendáveis. Eu nunca seria atrevida a ponto de tomar a iniciativa de falar com um rapaz, nem de demonstrar através do meu comportamento que estou interessada nele. Ele é que terá de me procurar, foi o que tia Carolina disse. Portanto, tenho de ser a presa e deixar que ele me persiga. Por outro lado, é necessário mostrar um pouco de interesse, para que ele se decida a aproximar-se. Será que Safira reparou em mim? Acho que seria bom, no domingo, na igreja, eu passar por ele e fazer de conta que não o vi, até ele me notar. Será que vai funcionar?”

Bunny folheou as páginas seguintes até chegar ao domingo. Estava totalmente envolvida, ansiosa para saber o resultado da receita da bisavó. Não sabia o nome do seu bisavô. Nunca ninguém o mencionara. Ela queria saber se a estratégia funcionara ou não, com Safira.

“Safira falou comigo hoje, depois da missa. Eu não demonstrei nada, disse a ele que precisava ajudar mamã a preparar o almoço. Não fui descortês, jamais seria, mas continuei andando enquanto falava com ele, e dei a impressão de não estar prestando muita atenção ao que ele dizia. Foi a coisa mais certa que eu poderia ter feito. Ele me acompanhou até a porta de casa! Foi a primeira vez que ele fez isso. Acho que tia Carolina tem razão. Preciso deixar que ele me persiga. O segredo é não correr mais do que ele, senão ele não me alcançará.”

Bunny balançou a cabeça e sorriu. Como as coisas haviam mudado! Se a sua bisavó achava que os anos vinte haviam sido uma época de perversidade, ela teria um ataque se pudesse presenciar os tempos actuais! Subitamente, um pensamento ocorreu-lhe. Gonçalo a procurara quando ela parara de demonstrar interesse. Por alguns momentos, ela fixou, sem distinguir, um ponto na parede a sua frente, recordando os acontecimentos daquela tarde. Estava exausta quando chegara em casa, ansiosa para ver-se livre das sacolas. Não estava com disposição para conversar. Gonçalo ainda estava falando com ela, e ela começara a se afastar. Nunca tivera tal atitude com ele antes.
E, pela primeira vez desde que ela o conhecia, ele a procurara. Chegara até mesmo a telefonar, convidando-a para jantar. E ela recusara!
Bunny não pensara mais no assunto, mas agora... Ela se concentrou novamente no diário e releu a passagem. Haveria fundamento naquele ingrediente de sua bisavó para atrair um homem? Talvez valesse a pena seguir a receita para ver o que aconteceria...

Ela decidiu que leria o diário inteiro. Além dos conselhos úteis que continha, seria uma boa distracção para passar o tempo. Bocejando, ela apagou a luz e fechou os olhos, com um sorriso nos lábios, planejando mentalmente o que fazer para prender um homem que normalmente nem se lembrava que ela existia. Naquela tarde, ele dera um sinal evidente de que reparara nela. E Bunny estava curiosa para saber se, mostrando indiferença, conseguiria fazer com que ele a olhasse com outros olhos.Que mal havia nisso? - ela reflectiu, sentindo o sono tomar conta. No dia seguinte ela poria seu plano em acção. Seria uma campanha. Uma campanha em busca do namorado perfeito, assim como uma campanha beneficente, ou eleitoral. Nada era decidido com base em uma única estratégia, era preciso analisar vários aspectos para calcular os riscos e chances de sucesso. O problema era, como ela poderia testar essa premissa?

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por pmpm65 em Ter 30 Dez 2008, 10:22

Uau adorei o capitulo, gostei mesmo muito...cada vez esta história me interessa mais..continua...
Fico a espera do próximo capitulo anciosamente.

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por LunaR em Ter 30 Dez 2008, 10:24

Yei yei!!
A história está mais interessante que nunca!! Razz
O Gonçalo vai ficar caidinho! Smile
Estás a ir muito bem!! Continua depressa!!

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por picky em Ter 30 Dez 2008, 14:37

Estou adorar a historia.....

Estou ansiosa por saber o que vai acontecer a seguir.......

Fico à espera do proximo capitulo.....

Bjs


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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por babyv004 em Seg 05 Jan 2009, 09:53

Tou triste, pouca gente veem comentar!
Sad :g11:
Sera k nao gostam da minha fic???

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por zirateb em Seg 05 Jan 2009, 10:18

tem calma isso leva o seu tempo! devido ao facto de ter havido uma enchente de fanfics de repente em que algumas não têm nem se quer qualidade pa serem lidas muitos deixaram de ler. Mas não te deixes abater porque aqueles que lêem a tua fanfic são aqueles te dão valor à tua escrita. Olha eu também não tenho muitos comentários na minha fanfic mas aqueles que comentam são aqueles que dão mais força para escrever porque escrevo apenas para esses e dá-me gozo escrever para as pessoas que me elogiam por cada capítulo postado.
Não desistas só porque poucos comentam. Os que comentam são poucos mas bons...
Adoro a tua escrita, a tua descrições... denoto apenas alguns erros de sintaxe e de concordância de verbos e sujeitos mas isso todos cometem. Parabéns continua!

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por LunaR em Seg 05 Jan 2009, 10:36

Eu quando escrevia fics noutro forum tbm não tinha muita gente a comentar, porque não comentava muito no fórum e por isso ninguém me conhecia. Mas aqueles que comentavam deram'me força para não desistir, e acabei por fazer três fics, mas só me lembro do nome de duas: "No calor do Canadá" e "You're Mine!". à medida qe ia escrevendo mais gente comentava... Não desistas nem deixes de postar!

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por pmpm65 em Seg 05 Jan 2009, 11:06

Olá eu concordo olha eu adorei a tua fic. Tens de pensar naqueles que gostam da tua fic e cntinuar a postar sem desistir.
Tbm há muita gente que leu a tua fic, adorou e não comentou não podes ter só em conta os comentários, se continuares a postar as pessoas vão conhecer melhor a tua fic e comenta-la!
Cntinua estás a fazer um excelente trabalho!

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por babyv004 em Ter 06 Jan 2009, 08:18

Brigada pessoal pelos comentarios e pelo apoio!
Vinha tao pouka gente comentar e pensei k nao gostavam! lol!

Bom, vou por o 2º capitulo (1º parte). Espero k gostem

“Não aceite um convite em cima da hora. Deixe-o pensar que está ocupada e que vai tentar arranjar tempo para vê-lo. — Diário de Selene, Primavera de 1923”



Quando acordou na manhã seguinte, Bunny sentiu-se descansada como não se sentia há meses. Enquanto se vestia, viu o diário na mesa-de-cabeceira e sorriu. Que ingenuidade a da sua avozinha, imaginar que uma receita tão simplória garantiria um casamento feliz com o homem de seus sonhos! E ela seria mais ingénua ainda se acreditasse que, seguindo os conselhos da receita e ignorando Gonçalo, ele se interessaria por ela.

Já era tarde quando ela desceu para preparar o café da manhã. Ela própria não se dera conta de que estava tão cansada e necessitada de sono. Naquela manhã sentia-se bem-disposta e com energia, e decidiu que trabalharia no jardim.

Usando um short e camisa regata, Bunny passou a manhã inteira podando, plantando, cortando a relva e aproveitando para ganhar um pouco de cor. Era agradável movimentar-se sob o sol quente, deixando a mente divagar, dando asas à imaginação.

A uma hora da tarde, ela entrou e preparou uma salada com legumes e atum enlatado e uma limonada. Estava satisfeita com o resultado do seu trabalho. O jardim parecia ter recebido os cuidados de um profissional; com a relva aparada e os arbustos podados, os canteiros de flores ganharam nova vida e cor.

Bunny serviu-se de um segundo copo de limonada e foi sentar-se numa espreguiçadeira à sombra de um frondoso carvalho. Tinha muito tempo para descansar antes de tomar banho e arrumar-se para ir jantar com a Joana e o Mário num restaurante perto da Game Center, local onde Mário trabalha. Sentia-se cansada, mas era um cansaço muito diferente do que sentia em Nova York, um cansaço físico que fazia bem à mente.

Ela acabou adormecendo e acordou algum tempo depois, sentindo-se revigorada. Voltou para a cozinha e fez um pouco de café, que tomou com biscoitos de laranja, especialidade de sua tia. Depois de secar e guardar a pouca louça que usara, saiu novamente para o jardim, com uma chávena de café na mão. Estava se sentando na espreguiçadeira quando ouviu o carro de Gonçalo chegar e estacionar, na entrada da casa ao lado. Ela ficou imediatamente paralisada, a não ser pelo tremor das mãos. De repente, lembrou-se da "receita" da bisavó Selene. Devia seguir os conselhos dela, ou não? Qual seria o resultado de evitar e ignora Gonçalo? Ele se sentiria desafiado e interessado, ou ficaria feliz e aliviado por ela finalmente deixá-lo em paz? Desviou o olhar e levou a chávena de café aos lábios, estremecendo quando ouviu a voz dele.

— Se vais ficar aí mais algum tempo, vou fazer-lhe companhia! Só vou trocar de roupa.

Bunny olhou para ele, o coração saltando dentro do peito. Os cabelos escuros estavam levemente desalinhados, o terno elegante realçava o corpo alto e atlético e o ar de profissional bem-sucedido e seguro de si.

Ela limitou-se a assentir com a cabeça e recostou-se, segurando a chávena com as duas mãos, observando as nuvens brancas que se moviam lentamente no céu, tentando recordar o que a bisavó escrevera no diário. Não podia negar que ele fora a paixão da sua adolescência e que até agora a afectava como nenhum outro homem o fizera. Ele era o objecto de seus sonhos e fantasias, mas imaginar que se apaixonaria por ela e que viveriam felizes para sempre seria uma infantilidade inaceitável para uma mulher já adulta. Por outro lado, não custava nada ver até onde aquilo levaria. Gonçalo estava demonstrando um interesse que nunca demonstrara antes. Não que ela acreditasse que esse interesse tivesse sido despertado pela atitude indiferente dela. Provavelmente ele estava sendo atencioso pelo fato de ela estar sozinha na casa, com os tios viajando. Estava cumprindo o seu dever de vizinho.

Gonçalo atravessou o gramado dez minutos mais tarde, o olhar fixo nela. Ele mudara de roupa e usava umas calças azuis e t-shirt amarela. Bunny sentiu dificuldade para respirar e sua boca ficou imediatamente seca.

— Acabei de fazer café — ela forçou-se a falar com naturalidade. — Se quiser, fique à vontade, está na garrafa térmica, na cozinha.

— Não, tomarei um golo do seu. — Gonçalo arrastou a outra espreguiçadeira para perto dela. — Estou vendo que deu um arranjo no jardim — acrescentou, estendendo o braço e tirando a chávena das mãos dela.

Os
seus dedos tocaram-se e uma espécie de choque eléctrico percorreu o corpo de Bunny.

— Hum... delicioso — ele elogiou.

— Obrigada. — Bunny passou uma mão pelos cabelos, sem jeito. — Há quanto tempo, não? Como você está?

— Bem...

Ela notou, surpresa, que ele também parecia estar sem graça.

— E tu, Bunny?

— Também...

— Joana disse que você vai ficar algumas semanas aqui.

— Sim. — ela aceitou a chávena de volta, tomando o cuidado de não encostar na mão dele.

— E depois... o que pretende fazer?

— Ainda não decidi. Estou pensando.

O olhar de Gonçalo passeou pelo corpo de Hermione, detendo-se mais demoradamente nas pernas, nos joelhos dobrados. Ele nunca reparara como eram bem-feitas, como a pele dela parecia macia e sedosa. Observou os pés descalços apoiados na almofada plastificada que forrava a espreguiçadeira. Eram delicados, perfeitos, as unhas bem arranjadas, sem esmalte.

— E o emprego em Nova York?

— Não há mais emprego. Fui demitida. Eu e mais metade da empresa.

— Bem, eu diria que metade da empresa estão a fazer a mesma coisa.

— E tu? Continua a ser o advogado de maior prestígio em Tokio?

Gonçalo sorriu.

— Eu não chegaria a tanto.

— Para que a modéstia?

— Eu me esforço. Faço o que posso. Tem compromisso para hoje à noite? — ele perguntou abruptamente, pegando Bunny desprevenida.

— Sim. Eu já havia lhe dito que vou jantar fora.

— Com quem?

— Não que seja da sua conta, mas vou jantar com a minha prima.
Gonçalo reprimiu um suspiro, sentindo-se sensivelmente mais relaxado. Bunny recusara seu convite, para jantar com a prima, o que era natural. As duas eram amigas desde a infância e deviam ter muito que conversar.

— E amanhã?

— O que é isso, um interrogatório? Por acaso estou no banco das testemunhas?

— É só curiosidade. Chegas-te na quarta-feira... e já têm tantos compromissos! Amanhã?

— Não desiste, mesmo, não é? — Bunny sorriu. — Amanhã vou sair com o Seiya. Nós vimo-nos ontem no clube de campo e ele me convidou para conversar sobre os velhos tempos.


Última edição por babyv004 em Ter 06 Jan 2009, 08:21, editado 1 vez(es)

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por babyv004 em Ter 06 Jan 2009, 08:20

Gonçalo recostou a cabeça, com uma leve ruga na testa. Seiya tinha a mesma idade dela. Os dois costumavam jogar ténis no clube, quando ela vinha passar férias na casa dos tios. Ele jogara com eles uma vez, desafiara-os para uma partida, julgando que sairia vencedor. Mas perdera.

— E domingo à tarde? Poderíamos jogar ténis.

— Pode ser.

Gonçalo voltou a examinar Bunny, desta vez prestando atenção nos cabelos loiros presos numa trança, compridos até a cintura. Houvera uma época em que ela os cortara muito curtos. Curtos demais, para o gosto dele. Ele gostava do comprimento que estavam agora. Era mais feminino.

Gonçalo reparou também nas pestana longas e espessas que emolduravam os olhos azuis dela.

— Se não quiser jogar, podemos ir passear perto do rio, nadar... E depois tomar um lanche no clube. Eles têm uma ementa maravilhosa à noite também, agora.

Surpreso, Gonçalo deu-se conta de que só sossegaria quando ela aceitasse um convite seu. Normalmente ele não insistia com mulher alguma. Se ela recusava, ele considerava que ela é quem estava perdendo.

— Vou falar com Joana, mas acho que terei alguma tarde livre. Talvez no próximo fim-de-semana.

Aquela indefinição incomodava-o profundamente, mas o orgulho impediu-o de persistir no assunto.

— Tem defendido muitas causas no tribunal? — indagou Bunny.

— Sim. Se tiver tempo, apareça por lá qualquer dia. Tenho audiências marcadas para a semana inteira.

— Eu fui ver-te, uma vez.

— Eu me lembro. Você e a Joana sentaram-se no fundo e deram risadinhas o tempo inteiro.

— Nós não fizemos isso — bunny protestou, indignada.


Ela consultou o relógio de pulso e ergueu o corpo, sentando-se na beirada da espreguiçadeira. Gonçalo também apoiou um pé no chão, quase encostando o joelho no dela.

— Vai a algum lugar?

— Preciso de vestir-me para esperar Joana.

— Desfaça o compromisso com ela. Vá jantar comigo — Gonçalo falou impulsivamente.

— Não posso. Joana quer que eu conheça Mário, o seu novo namorado e pelo que sei também e teu amigo.

— E isso é importante?

— Claro. Eu prometi-lhe que iria. Está tudo combinado.

— Então convide-me para ir com vocês.

Ele deslizou os dedos pelo braço de Bunny, deliciando-se com o toque. Ela tinha a pele macia, e pensamentos inconvenientes ameaçaram começar a atormentá-lo.

— Mas não fui eu quem fez o convite — lembrou ela, com dificuldade para respirar. — Fui convidada.

— Iras passar vários dias aqui. Terás tempo de sobra para conhecer o namorado da tua prima. Jante comigo hoje, por favor.

— Eu não posso, Gonçalo. Eu...

Ele segurou-a pelo braço, impedindo-a de levantar-se.

— Você só não pode se não quiser.

Gentilmente, ele acariciou o pulso dela, e notou o brilho que surgiu nos olhos dela, bem como o movimento levemente arfante de seu peito. Mais um pouco e ela cederia. Gonçalo reconhecia os sinais, habituados que estava com o confronto com pessoas sob fortes emoções.

Subitamente, ele sentiu vontade de beijá-la, de experimentar o sabor daqueles lábios femininos, que pareciam ansiosos para ser tocados.

— Fala comigo como se estivesse aliciando uma testemunha, baka.

Gonçalo sorriu, satisfeito ao detectar a fragilidade no tom de voz dela. Ela falaria naquele tom se ele a levasse para a cama? Ficaria tímida, insegura? Ou teria uma atitude ousada?

— Oh, as testemunhas são muito mais difíceis de induzir!

Gonçalo apertou os lábios, contrariado. Que homem arrogante! O que ele estava pensando? Que só porque ela tivera uma paixão de adolescente por ele anos atrás faria o que ele quisesse agora a um simples estalar de dedos?

— Não, baka — falou com firmeza. — Não vou desmarcar meu compromisso com Joana. Se eu tivesse combinado alguma coisa contigo, iria gostar que eu desistisse a última hora?

— Joana é a sua prima, não vai ficar zangada contigo.

— Não importa, Não vou mudar de ideia.

Bunny pôs-se de pé, com determinação. Não falharia com Joana, independentemente dos conselhos que lera no diário da bisavó.



Nota: Se virem algum erro avisem!!!


Última edição por babyv004 em Qua 07 Jan 2009, 07:58, editado 1 vez(es)

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por LuaSerena em Ter 06 Jan 2009, 13:11

Oi! Olha a história ta mt gira! Leve e divertida Very Happy
E se os conselhos da bisavo Selene resultarem ainda pode ser k os experimente Razz

Continua assim... Very Happy

PS: N sei s reparast mas as vezes trocas os noms d Gonçalo e da Bunny por Harry e Harmione...

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por Convidad em Ter 06 Jan 2009, 16:17

Aiaiai.
LINDO! *O* Quero mais... *chora*
Está lindo... hum, os conselhos da bisavó... Vão dar geito de certeza. . -rs

Bem, está lindo e continue! ^^"

PS: Tal como a Serena disse, sem querer às vezes trocas Harry por Gonçalo e Bunny por Hermione.

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por LunaR em Qua 07 Jan 2009, 08:00

Ai, qe felicidade!! Finalmente!!
Babyv004, tenta postar mais vezes os capitulos, senao nao aguento mais!! Fico ansiosa!!
Isto está qente, muy caliente!! Wink

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por babyv004 em Qua 07 Jan 2009, 08:02

Kando tava a eskrever esta fanfic, no inicio era para ser sobre o harry e a Hermione do harry potter, mas acabei por adapta-la para a Sailor Moon. por isso as vezes passar-me desprecebido esses tipo de erros.

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por lulumoon em Sex 09 Jan 2009, 15:37

olá! ^^

bem, por momentos esqueçi-me de vir cá comentar a fic!

sorry, sou uma despassarada! v.v'

bem, mas o que te quero dizer, é que estou a gostar bastante da fic! ^^

por acaso tambem reparei que trocaste os nomes harry e gonçalo, e hermione e bunny! lool

mas tirando isso está excelente a fic! eu estoua gostar, e espero por mais! bjokas

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por picky em Sab 10 Jan 2009, 04:42

Ai que eu esqueci me de vir comentar......que cabeça a minha......

Adorei o capitulo......está especatacular.....

Achei muito bem a Bunny nao aceitar o convite do Gonçalo.....é a vez do Gonçalo começar andar atras dela......

Estou muito curiosa para ver o que vai acontecer a seguir.....

Fico à espera ansiosamente pelo proximo capitulo....

Bjs


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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por babyv004 em Sab 24 Jan 2009, 08:29

Capitulo 2 (parte 2)

Não conseguiu, no entanto, dar um passo. Sentiu-se fortemente puxada pelo pulso e, quando se deu conta, estava sentada no colo dele. Não teve tempo nem sequer de protestar, pois os lábios dele cobriram os seus num beijo selvagem, impedindo-a até mesmo de respirar. Pouco a pouco, porém, o beijo foi se suavizando e, num gesto instintivo, semiconsciente, Bunny abraçou Gonçalo pelo pescoço, retribuindo com ardor. Durante um longo momento, foi como se a Terra parasse de girar e o tempo paralisasse.

Um turbilhão de emoções explodiu dentro dela. A surpresa inicial foi logo substituída por uma onda de desejo que sacudiu o seu corpo. Ela teria ficado nos braços de Gonçalo para sempre. Naquele momento, se ele quisesse, teria se entregado a ele sem reflectir duas vezes, sem pensar nas consequências.

Por isso, a sensação de vazio quê a invadiu quando ele interrompeu o beijo foi enorme.

— Podes não cancelar seu compromisso — ele declarou, sério. — Mas pelo menos vai-te lembrar de mim, durante eles.

Ele deu-lhe um beijo na testa de Bunny e obrigou-a a levantar-se, fazendo o mesmo. Sem mais uma palavra, deu meia-volta e afastou-se em direcção a sua casa.

Paralisada, com os lábios entreabertos, Bunny ficou observando-o até vê-lo entrar e desaparecer dentro da casa vizinha.

Durante anos, ela sonhara com aquele beijo. Chegara a acreditar que nunca aconteceria. Mas acontecera, finalmente... E que beijo! Bunny sabia que aquele beijo a deixara imune a todo e qualquer outro que ela viesse a receber, de outro homem.

O que a incomodava eram os motivos que o haviam levado a beijá-la. O homem era a arrogância personificada! Que convencido, achar que ela ficaria derretida a ponto de pensar nele quando estivesse com outra pessoa.

O pior é que era verdade!

E o pior, também é que Gonçalo não queria nenhum compromisso sério. Queria apenas divertir-se um pouco, sentir o sabor de uma conquista difícil. Em parte, Selene tinha razão. Os homens só davam valor ao que não podiam ter.

Bunny atravessou o relvado em direcção à casa, tentando convencer-se a si mesma de que o que sentia por Gonçalo era uma obsessão, uma atracção física passageira, um sentimento que nada tinha a ver com amor, com respeito mútuo ou comprometimento futuro. Ela se lembrava dos comentários que o ouvira fazer, quando era adolescente. Gonçalo não era do tipo de homem que pensava em se casar e ter uma família. Tudo que queria era aproveitar a vida.

Por outro lado, alguma coisa mudara, e ela não sabia o que era. Por que ele a procurara? Normalmente, evitava-a o quanto podia. Dessa vez, convidara-a para sair e insistira para que ela aceitasse o convite. Bunny não sabia o que ele tinha em mente, mas, fosse o que fosse, valera a pena o beijo! E, sem dúvida nenhuma, ela pensaria nele o tempo inteiro, não só naquela noite como nos próximos dias e noites.

Enquanto tomava banho, ela reflectia sobre o que lera no diário da bisavó. Por mais que parecesse tolice, a verdade era que a atitude dele mudara depois que ela começara a ignorá-lo. Talvez fosse interessante seguir os conselhos e ver o que aconteceria.

O jantar foi divertido. Mário era simpático e engraçado e pareceu aprovar imediatamente a ideia de Joana trazer a sua prima. Era bastante alto, tanto quanto Gonçalo, corpulento e com cabelos aloirados. Era elegante mas nem de longe se comparava com Gonçalo, cujo charme era irresistível. Não parecia dar atenção especial a Joana, que, por sua vez, não desviava o olhar dele, visivelmente embevecida.

Bunny perguntou-se se o sentimento da prima seria recíproco; e, se fosse, quanto tempo se passaria antes que ela se cansasse de Mário e se apaixonasse por outro.

Bunny estava usando um dos vestidos novos que comprara, que a fazia sentir-se feminina e atraente. Ela divertiu-se com as histórias de Mário e também deu boas risadas com a prima ao recordar as aventuras de ambas quando crianças e adolescentes.

Quando já acabaram de jantar e Joana pediu licença para ir a casa de banho, Mário virou-se para Bunny com um sorriso provocante.

— Eu já tinha ouvido falar de você.

— Já?

— Sim. Através do Gonçalo Chiba.

— Oh... — O rosto de Bunny ficou ruborizado, e ela engoliu em seco. A lembrança do beijo assaltou-a com violência e seu estômago se contraiu. — Gonçalo falou com você sobre mim?

— Sim, quando estávamos na faculdade.

— Oh... Bem, não acredite em tudo que ele lhe disse. — Ela riu, imaginando o que ele teria contado ao amigo dez anos antes.

— Ele contou que você vinha passar as férias na casa de sua tia e corria atrás dele o tempo todo.

Bunny fez uma careta.

— Eu tive uma paixão por ele, quando era garota.

— Eu sei. Ele me contou. — Mário sorriu. — Mas eu me perguntava se, no fundo, ele não gostava disso. Ele falava muito de você.

— Hum... — Bunny tomou um longo gole de refrigerante, pensativa. Mário conhecera Gonçalo relativamente bem, na época de faculdade. — Você conheceu a moça de quem ele gostava?

— Rita Hino? — Mário assentiu. — Sim.

— Como ela era? O que aconteceu?

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por babyv004 em Sab 24 Jan 2009, 08:30

— Acho que deverias perguntar isso ao Gonçalo.

— Têm razão, mas ele não me contaria nada se eu perguntasse. Ele era mesmo apaixonado por ela?

Mário deu de ombros.

— Na época, pelo menos, acho que sim.

— E ela?

— Ela acabou voltando para o ex-noivo, acho que se chamava Fernado. Bastou o sujeito aparecer na frente dela e ela descartou Gonçalo. O pior foi a maneira como ela fez isso. Ela humilhou-o publicamente. E acho que foi só para provar para o outro que estava tudo realmente acabado entre eles.

Bunny sentiu o coração apertado por Gonçalo, imaginando como ele devia ter sofrido. Como se não bastasse a mãe ter ido embora, deixando-o, bem como ao pai e ao irmão. Não era de admirar que ele fosse tão cínico com relação às mulheres.

Ela suspirou, desejando que as coisas tivessem sido diferentes para Gonçalo. Talvez, assim, ele também a visse de outra forma. Ou não. Mas ela se sentia solidária.

— Bunny, você revelou todos os meus segredos enquanto eu não estava aqui? — brincou Joana, sentando-se e sorrindo para Mário.

— Eu nem sabia que tinhas segredos — Bunny sorriu para ambos, notando como a prima com o olhava provocativamente o charmoso homem e como este não parecia muito interessado.

— Do que estavam a falar?

— Do Gonçalo.

— Gonçalo Chiba? — Joana arqueou as sobrancelhas. — Por quê?

— Por nada. Você me contou que ele e Mário se conheceram na faculdade. Estávamos apenas a conversar que...

— …Gonçalo comentava comigo sobre a Bunny — Mário explicou á Joana.

— Aposto que ele fazia mais do que comentar — Joana retrucou. — Bunn vivia perseguindo-o, queria namorá-lo de qualquer maneira.

Bunny sentiu o rosto queimar.

— Obrigada, prima! — falou, entre séria e brincalhona. — Eu defendo-te e tu atira-me aos leões.

— Mas é verdade! Eu nunca entendi o que você via nele. Era muito mais velho do que você e não ligava a mínima para as suas investidas. Aliás, que eu saiba, ele só teve aquela namorada... a Rita.

— Vocês conheceram a mãe dele? — quis saber Mário.

— Não — respondeu Joana. — Eu era muito pequena quando ela foi embora. Lembro-me de ouvir a minha mãe falar sobre isso, desde que me entendo por gente. Ela diz que os três sofreram muito. Mas que tal mudarmos de assunto? Eu pediria uma sobremesa. E vocês?

Passava das dez quando Mário e Joana deixaram Bunny em casa. Ela convidou-os para tomar um café, porém Joana recusou, e Bunny compreendeu. A prima não via a hora de ficar sozinha com Mário.

Bunny lançou um rápido olhar na direcção da casa de Gonçalo e apressou-se a entrar, para não correr o risco de ser vista. A última coisa que queria àquela hora da noite era um confronto com ele.

Quinze minutos mais tarde, ela se recostava nos travesseiros, com o diário nas mãos.

“Não aceite um convite em cima da hora. Deixe-o pensar que está ocupada e que vai tentar arrumar tempo para vê-lo. Este conselho é da tia Carolina. Mas a tia Susana acha a mesma coisa. Faça de conta que você já tem os seus planos, mesmo que não tenha nenhum. E se houver mais alguém interessado em si, dê um jeito para que ele saiba. Os homens gostam de conquistar as mulheres que outros também querem conquistar.”

Bunny fez um movimento afirmativo com a cabeça. Aquilo era verdade. Gonçalo insistira mais para que ela saísse com ele depois de saber que ela ia se encontrar com Seiya. Interessante... Será que aquela receita devia ser levada mais a sério do que ela imaginara a princípio?

Se Gonçalo a convidasse outra vez ela diria que não tinha tempo, que estava muito ocupada. E deixaria que ele pensasse que estava fazendo-lhe um favor tentando arranjar algum tempo para encontrá-lo.

Bunny sorriu, aborrecida, e retomou a leitura do diário.

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por pmpm65 em Sab 24 Jan 2009, 09:09

Gstei muito. Como sempre o capitulo está muito fixe...
Depois deste capitulo ainda fiquei mais curiosa para saber o que vai acontecer!!!
Espero pelo próximo capitulo!!!
Bjs
:sernidade:

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por lulumoon em Sab 24 Jan 2009, 09:40

oh adorei! e o gonçalo beijou a Bunny! Esperancoso

Espetacular!

espero ansiosamnete pelo proximo capitulo!

bjinhus

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por LuaSerena em Sab 24 Jan 2009, 12:07

Novo capitulo! Boa!

Akele beijo entre a Bunny e o Gonçalo foi mt giro. Por um lado eles beijaram-se Very Happy ; por outro, o Gonçalo teve logo a seguir uma atitude bue idiota Mad .

Axu mt bem k a Bunny lhe faça ciumes com o Seiya. A avo Selene e k tem razao! Ha k faze-los correr atras! Very Happy

Tb estranhei akela atitude d Mario. Ca pa mi ele ta e de olho na Bunny... Laughing

No todo, gostei d capitulo! Very Happy

Continua...


Última edição por LuaSerena em Seg 09 Mar 2009, 16:52, editado 1 vez(es)

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por LunaR em Sab 24 Jan 2009, 13:29

Que beijo, que magia, que adrenalina, que paixão, que fogo!!
babyv004, cada vez a historia estah melhor... +.+

E ainda nos deixas à espera!! Com tanta ansiedade já roi as unhas todas! Desiludido

Beijinhos e continua! Wink

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por miriam88 em Sab 24 Jan 2009, 15:22

adoreeeeeeeeeeeiiiiiiiiii!!!!!
tens bue talento.
tambem prexixo desse livro. :Rolar:

:sernidade:

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por atalantaV em Sab 24 Jan 2009, 16:48

Olá =)

Queria dar-te os parabéns estou a adorar. A história é bem divertida e muito romântica (o que eu adoro Surprised.o:).

Espero ansiosamente por mais capítulos.

Beijinhos

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por Monica em Dom 25 Jan 2009, 13:12

a tua fic esta muito gira e empolgante lol! continua :g1:

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por Serena em Ter 10 Fev 2009, 14:24

Ahhh, eu adoro esta fic.. continua ;D

Tá muito Boa ^^

Serena
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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por zirateb em Ter 10 Fev 2009, 14:39

Já não vinha aqui ler há um tempo mas continua linda como sempre!!! Continua a postar...

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por seira_lunar em Seg 23 Fev 2009, 11:23

Bem li agora pela primeira vez a tua fic e adorei . . .

Gosto da ideia do diario da Rainha Selene, e das, não sei bem como lhe chamar, talvez "investidas" por parte do Gonçalo . . . Está muito boa mesmo, continua, estou a adorar.








:sernidade:

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por MoonAnime em Dom 01 Mar 2009, 07:15

Achei a ideia mto original e estou ansiosa
por ler o próximo capítulo

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por Lena_Dias em Ter 03 Mar 2009, 12:40

Bem esta fanfic tá fantastica! é a qe eu gosto mais!!! bem qero ler mais !!! lua4

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por Convidad em Ter 03 Mar 2009, 15:10

OMG, taaaanto tempo que não escreves.

TENS que retomar a leitura urgentemente. ù_ú

Estou a gozar, mas está linda a história e anciamos por novos capítulos. =)

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por babyv004 em Sex 13 Mar 2009, 11:24

capitulo III - 1º parte




“Uma moça deve estar sempre impecável, asseada e bem arrumada. Deve ser feminina, nunca comportar-se como uma Maria rapaz. — Diário de Selene, Primavera de 1923”

Bunny releu as duas últimas frases, franzindo a testa. Estava cansada, já deveria estar a dormir há horas, mas não conseguia parar de ler. A bisavó falava sobre os conselhos da mãe dela de vestir-se de maneira feminina em vez de adoptar as calças compridas que começavam a ser lançadas pela moda.

“A Mamã fica chocada com as moças que vão à cidade, usando calça comprida. Eu acho chique calças compridas, mas mamã nunca me vai deixar usar. Preciso de fazer alguma coisa para atrair a atenção de Safira. Acho que vou mandar fazer dois vestidos novos. Com muitas rendas, bem femininos. Já que não posso estar na última moda, pelo menos vou ficar bem feminina. Talvez isso faça com que Safira sinta a sua masculinidade despertada.”

Bunny riu baixinho e fechou o diário. Estava curiosa para saber se a feminilidade de Selene despertara a masculinidade de Safira, mas isto teria de ficar para o dia seguinte. As palavras começavam a embaralhar diante de seus olhos.

Ela ajeitou a cabeça entre os travesseiros e apagou a luz. Como as coisas eram diferentes na época de sua bisavó! As pessoas ficavam chocadas ao ver uma mulher usar calça comprida. Ela passava semanas sem usar saia ou vestido! O que diria sua tretravó...

Logo antes de adormecer, no entanto, Bunny perguntou-se se as roupas mais femininas de facto não criariam um impacto maior sobre os homens.

Na manhã seguinte, enquanto tomava café, Bunny decidiu que sairia para fazer algumas compras. Estava de férias, era verão, e ela queria comprar mais algumas roupas leves. Seguiria o conselho da sua bisavó e compraria algumas peças bem femininas. Escolheria algo especialmente para sair com Seiya. Se bem que não era em Seiya que ela estava a pensar... Que chatice. Não conseguia esquecer aquele beijo!

Depois de folhear o jornal, ela subiu para vestir-se, dizendo a si mesma que era inútil continuar a pensar no Gonçalo. Ele era um sonho impossível. Mas não faria mal algum pensar no que poderia agradá-lo, quando estivesse a escolher as suas roupas. Afinal, ele era um homem. Se comprasse algo de que ele provavelmente gostaria, outros também poderiam aprovar.

Quando Seiya tocou a campainha, naquela noite, Bunny já trocara inumeráveis vezes de roupa. De manhã, pedira á Joana que a acompanhasse para fazer compras. Quando contara à prima o que tinha em mente, esta rira, mas ajudara-a a escolher as roupas com entusiasmo.

Voltou para casa com dois novos vestidos, duas saias e três blusas, além de cosméticos e maquilhagem, e um novo corte de cabelo.

Agora, ao atravessar o hall para abrir a porta ao Seiya, ela não tinha a certeza se fizera a coisa certa. Quando arranjasse um emprego e voltasse à rotina, aquelas roupas ficariam no fundo do guarda-roupa.

De qualquer forma, Bunny estava sentindo-se bem com o vestido de gola alta, que lhe deixava os ombros à mostra. Naqueles poucos dias ela já adquirira um tom bronzeado e uma aparência mais saudável. O corte justo da parte superior realçava sua silhueta esguia, e a saia tinha um caimento gracioso, fazendo-a sentir-se incrivelmente feminina. Além disso o tom rosa contrastava de maneira perfeita com a pele bronzeada, O corte levemente repicado, com as pontas aparadas, suavizava-lhe as feições, e ela seguira o conselho de Joana e aplicara uma maquilhagem leve nos olhos.

— Olá, Seiya — cumprimentou, ao abrir a porta.

Ele era alto, tinha ombros largos e cabelos pretos, compridos, atados num rabo-de-cavalo. O sorriso simpático, no entanto, não fazia o coração dela bater mais rápido. Ela sorriu e saiu, fechando a porta atrás de si. Por que não se sentia atraída por Seiya, em vez de Gonçalo? Conhecia-o desde que eram adolescentes. Encontrava-o todas as vezes que vinha passar férias na casa da tia, no entanto nunca haviam explodido faíscas entre eles. Eram muito amigos, mas nada além disso.

Não que houvessem explodido faíscas entre Bunny e os rapazes com quem ela saíra em Nova York, tampouco. O único homem que a abalava era inatingível. Já era hora de esquecer Gonçalo Chiba e olhar para outros homens com outros olhos.

— Que bom ver-te, Seiya — disse Gonçalo, parado na calçada, ao lado do carro de Seiya. O olhar dele fixou-se em Bunny enquanto os dois desciam os degraus largos até a calçada, e ela notou que ele franzia ligeiramente a testa enquanto a observava da cabeça aos pés. — Como vai, odango-atama?

— Bem, obrigada, Gonçalo Baka.

Ela ruborizou, sentindo-se culpada como uma criança apanhada com um chocolate, depois de ter sido discreta para não o comer. Depois respirou fundo. Não tinha que se sentir culpada. Era livre para sair com quem bem entendesse. E, segundo os conselhos que lera no diário da bisavó, talvez causasse efeito no Gonçalo vê-la sair com outro rapaz. Só porque ele nunca se interessara por ela, não significava que outros não se interessassem. Mesmo assim, ela se sentia estranha e pouco à vontade.

— Como vão as coisas, Gonçalo? — Seiya estendeu a mão para ele.

— Não me posso queixar. E contigo?

— Também. Estamos a pensar expandir a loja.

Seiya e o pai eram sócios numa loja especializada em computadores, que começara, anos atrás, a vender videogames e jogos. Gonçalo costumava passar horas lá, quando era adolescente.

— Que maravilha! — ele exclamou, com um sorriso largo. — Parabéns.

— Obrigado.

— Vão sair? — Gonçalo olhou para Bunny, ao fazer a pergunta. Ela assentiu com um movimento da cabeça, porém foi Seiya quem respondeu.

— Encontramo-nos no clube de campo, no almoço, há uns dias atrás. Vamos experimentar o restaurante novo, hoje à noite, o Tarheel Tavern.

— Divirtam-se — ele murmurou, afastando-se do carro, para que Seiya abrisse a porta.

Bunny sentiu o olhar de Gonçalo em cima de si o tempo todo, enquanto entrava no carro, até Seiya dar partida, engatar a marcha e arrancar. Assim que o carro fez a curva e desapareceu de vista, ela suspirou e virou-se para Seiya. Precisava de se livrar o quanto antes daquela obsessão por Gonçalo. Seiya era um rapaz simpático e atencioso, e convidara-a para jantar. Ela lhe dedicaria toda a atenção, naquela noite.

Bunny estava exausta quando se foi deitar, horas mais tarde. Pegou o diário e abriu-o, duvidando que conseguisse manter os olhos abertos. Leria umas duas páginas antes de dormir, só para relaxar.

A noite parecera-lhe interminável. Seiya falara o tempo inteiro sobre a loja e sobre o que fizera desde a última vez que Bunny estivera em West Bend. Não que ela não estivesse interessada, mas ele poderia ter resumido a narrativa em cerca de noventa por cento.

A amizade que haviam compartilhado quando eram estudantes e jogavam ténis juntos parecia não existir mais. O tempo custara a passar, e Bunny não via a hora de voltar para casa.

O toque do telefone interrompeu o devaneio de Bunny, e ela sentou-se na cama, sobressaltada. Telefonemas a noite geralmente significavam más notícias. Ela afastou as mantas e saltou para fora da cama, esquecendo o cansaço. Esperava que não tivesse acontecido nada com os seus pais. Talvez eles tivessem apenas se esquecido da diferença de fuso horário...

— Alô? — ela atendeu, sem fôlego.

— Gostou do jantar?

Durante um segundo, ela ficou paralisada.

— Gonçalo? — ela murmurou, incrédula, e ao mesmo tempo aliviada. Encostou-se à parede e escorregou lentamente até sentar-se na carpete. — Sabias que já é quase meia-noite?

— Sim. Acaba-te de chegar. Vocês demoraram... Quanto tempo levaram para jantar?

— Como sabes que eu acabei de chegar? Estás a espiar-me?

— Claro que não. Vi o carro do Seiya, só isso.

— Mas estavas espiando pela janela?

— Ouvi um carro a chegar e, como vizinho íntegro que sou, fui verificar quem era.

— Hum... Vizinhança solidária em West Bend... – disse ela num tom sarcástico.

— Divertiu-se?

— Muito — Bunny declarou, desafiadora. Jamais admitiria para Gonçalo que a noite lhe parecera nunca mais acabar.

— Gostei muito do seu vestido. Acho que nunca tinha te visto usando um vestido, antes.

Bunny sorriu, maravilhada. Não imaginara que ele tivesse notado. Ele parecera mais interessado em conversar com Seiya do que com ela.

— É claro que já me viste usar vestido.

— Talvez há muito tempo... mas não tão belo como o que estavas a usar hoje.

Ela ia dizer que havia comprado o vestido naquele dia, porém mudou de ideia.

— Gosto de roupas bem femininas — falou, agradecendo intimamente por ter lido aquela parte do diário da avó.

— Eu também, querida.

Querida? Bunny prendeu a respiração, Gonçalo nunca a chamara de "querida" antes! O que estava acontecendo?

— Mudou de ideia sobre sair comigo amanhã? — ele perguntou.

“Deixe-o pensar que está ocupada e que vai tentar arranjar tempo para vê-lo...” Bunny lembrou-se do conselho da avó. Mas ela queria sair com ele. Até que ponto valia a pena fazer tanto sacrifício? A avó também aconselhava a não se fazer de difícil demais...

— Eu... preciso de ver.

— O quê?

— Tenho coisas para fazer.

— Por exemplo?

— Não estou no banco das testemunhas, baka. Para de me interrogar.

Ele riu baixinho.

— Eu paro se me disseres que vais sair comigo amanhã. Podemos passear no rio, depois jantar no clube. O bufe aos domingos é maravilhoso, e têm música ao vivo, para dançar.

— Hum... Está bem, convenceste-me. Se eu conseguir desfazer meus planos, irei contigo.

— Ufa! Até que enfim! — brincou. — Está pronta para ir para a cama?

— Estou.

— Posso imaginar o que está a usar para dormir, depois do vestido que usas-te hoje.Ela olhou para as calças do pijama surrada e a camiseta velha, três números acima do seu tamanho. Quanto tempo fazia que ela não usava algo feminino e sensual para dormir? Ela não se lembrava.

— Bunny?

— O que estou a usar para dormir é um assunto demasiado pessoal para discutir contigo, não achas? Afinal, nós não somos tão íntimos assim. Boa noite, Gonçalo baka.

Ela desligou e recostou a cabeça na parede, reflectindo tudo que desejava ter e não tinha. Durante anos o desejara, e também que ele se interessasse por ela. Desejava ter um corpo escultural, que deixasse os homens enlouquecidos, queria ter ânimo para usar lingeries sensuais e um emprego gratificante... Mas não tinha nada disso.

O telefone tocou novamente, porém ela ignorou. Levantou-se, apagou a luz e voltou para o quarto. Continuaria a ler o diário no dia seguinte. Naquele momento, tudo o que queria era dormir e afasta-lo do pensamento. Gostaria que fosse possível acabar com a atracção que sentia por ele simplesmente desligando um botão.

O silêncio que reinou na casa quando o telefone parou de tocar trouxe um grande alívio. Porém um longo tempo se passou antes que ela conseguisse adormecer.

— M**** — Gonçalo praguejou baixinho e espancou o telefone no gancho.

Não acreditava que ela o tivesse dispensado daquela forma. Primeiro, desligava o telefone na cara dele, depois não atendia. Ele caminhou até a janela e olhou para a casa vizinha. A luz no quarto dela estava apagada. O que estava acontecendo com aquela rapariga? Bunny, que sempre fora apaixonada por ele, sempre fizera o possível e o impossível para chamar sua atenção, agora o evitava o quanto podia.

Gonçalo esfregou a nuca. Tudo indicava que a paixão dela por ele acabara. E, se fosse honesto consigo mesmo, admitiria que isso o incomodava. No fundo, sentia falta da perseguição dela, dos olhares deslumbrados, da empolgação que percebia nela toda vez que o via.


Última edição por babyv004 em Sab 14 Mar 2009, 09:18, editado 1 vez(es)

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por Monica em Sex 13 Mar 2009, 12:02

este capitulo esta muito bom continua Surprised.o: Surprised.o: Surprised.o: Surprised.o:

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por picky em Sex 13 Mar 2009, 15:55

Está um capitulo altamente.....

Isto está cada vez mais emocionante.....

Adorava ter visto a cara do Gonçalo ao ver a Bunny vestida daquela forma.....e ainda por cima a sair com o Seya.....ele devia estar a roer se por dentro......

E quando ele disse que podia imaginar que o que a Bunny estava a usar para dormir.....simplesmente lindo.....

Parece que os conselhos da Avó Selene estao a dar frutos.....

Fico à espera do proximo capitulo....




Bjs

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por Lena_Dias em Sex 13 Mar 2009, 16:34

Lindo ficou a espera demais

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

Mensagem por atalantaV em Sex 13 Mar 2009, 16:46

Muito bom msm!

Realmente temos por aqui pessoal que escreve muito bem e que tem ideias bem originais. Parabéns, valeu muito a pena termos esperado por mais um capítulo =)

Aguardo a continuação cheia de curiosidade Wink

Beijinhos

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Re: Receita de amor (Bunny/Gonçalo)

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