O renascimento dos Imperadores

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O renascimento dos Imperadores

Mensagem por Convidad em Qua 09 Jul 2008, 15:35

O Renascimento dos Imperadores! - One Shot


São 7 horas da manha, o despertador toca, ela ignora…ele continua a tocar…ela vira-se para o lado oposto e enfia a cabeça debaixo dos cobertores tentando agarrar de volta o sonho que estava a ter.

Os gritos da mãe soaram na escada e ela não parecia lá muito satisfeita, entrou de rompante no quarto desligando o despertador e arrancando-lhe os cobertores.



“Ah…só mais um bocadinho…só mais uns minutos…”



“Sai já da cama Bunny! Vai te vestir imediatamente! Recebi ontem um telefonema da tua escola por causa dos teus atrasos! Não quero ouvir mais desculpas, levanta-te! JÁ!”



Lá se levantou, e começou a vestir o seu uniforme azul e branco do colégio, com o seu alfinete pregado no peito, suspira, pensando na vontade imensa que tem de ficar a dormir.

Olha para a janela do quarto que está entreaberta, o Luna tinha saído na noite passada e ainda não estava de volta, provavelmente estava com uma das outras…

Tentou lembrar-se do sonho que estava a ter…era um sonho muito estranho, na lua, onde encontrava um estranho casal que já mais se lembrava de ter visto mas que lhe parecia estranhamente familiar. Estavam os dois parados na entrada de um palácio com os olhos postos nela mas tudo permanecia em silêncio, deu um passo na sua direcção mas parecia que a distancia entre ela e o casal continuou a mesma.

O casal que tinha na sua frente era já de uma certa idade, ele vestia uma espécie de uniforme de cor escura, não conseguia ver nitidamente se era preto ou azul escuro, e tinha um olhar castanho muito brilhante, um olhar muito meigo e muito familiar…

A senhora ao seu lado, agarrada ao seu braço, vestia um vestido de renda branco muito longo, que lhe tapava os pés e se arrastava pelo chão atrás si, tinha cabelos ondulados e brancos longuíssimos que lhe chegavam a cintura e uns olhos azuis, profundos como o mar, astutos, e tinha ar de quem tivera uma educação requintada.

Permaneceram ambos imóveis com os olhos postos nela, e ela conseguiu velos mover os lábios mas não se ouvia qualquer som…as suas palavras dissolviam-se no vazio e eles afastavam-se cada vez mais, ela tentou alcança-los, mas em vão. Ouviu-se então no ar o eco de uma voz, uma voz que parecia perdida no tempo: “ No passado nos sacrificámos para no futuro te protegermos”

Tudo o que estava a sua volta começou a ruir, o palácio, o milénio prateado, tudo começou a ruir e o casal desapareceu engolido pelas trevas…Vislumbrou perto de si um vulto negro com uma longa capa que não teve tempo de perceber quem era…tentou agarrar essa imagem…mas fora nesse momento k acordara.



“BUNNY!” – A mãe estava mesmo chateada com o telefonema da escola… e ela já estava quase a ficar atrasada de novo.



Correu pelas escadas abaixo, entrou na cozinha, enfiou uma torrada na boca e saiu porta fora a correr em direcção à escola.



Sentiu-se bater contra alguém e os livros espalharam-se pelo chão, baixou-se para apanhá-los e encontrou um par de olhos azuis à sua altura…olhos estranhamente familiares…



“Desculpa, não te vi…estou atrasada…” – disse corando ligeiramente



“Na-Não faz mal…ah…toma” – entregou-lhe os livros que tinha apanhado do chão e abriu a boca para dizer algo mas ela ficou sem saber o que seria, pois pegou nos livros agradecendo ao mesmo tempo que recomeçava a correr em direcção a escola, deixando o rapaz parado no mesmo sitio ainda com a boca aberta e a mão estendida no ar, observando-a a correr e a desaparecer ao virar uma rua.



Conseguiu chegar a tempo à escola, sem saber muito bem como tinha conseguido tal proeza.



“Bom dia Bunny, que bom! Hoje não chegaste atrasada!”



“Oh…Olá Sara…”



A professora entrou na sala e começou a dar aula…a Bunny olhava para o quadro negro que a professora já tinha enchido de exercícios…sentiu-se a desesperar…parece que o tempo nunca mais passava…e o almoço, com a pressa, tinha ficado em casa…



“Ah…outra vez não…que sono…que fome Chorar



“Bunny Tsukino, disseste alguma coisa?”



“ Eu?!...ah…não professora…eu…”



“Pois muito bem, podes vir ao quadro resolver este exercício”



“Ah…tudo eu… -_-‘”



“Algum problema?”



“Não…” – Levantou-se e foi para o quadro resolver o exercício



Pensou: “ Ah…tudo eu…nem sei como se faz esta coisa…estou metida num belo sarilho…ainda se ao menos a aula chegasse ao final da aula…”



Parece que a campainha da escola adivinhara o seu pensamento quando começou a tocar marcando o final da aula…



“Salva!”



“Onde é que pensas que vais Bunny??”



“ Ah….eu…já tocou professora..”



“ Amanha quero ver estes exercícios todos resolvidos no teu caderno, e para teu bem não te esqueças!”



Saiu da sala mais deprimida do que tinha entrado…e a fome não ajudava…pensou seriamente em passar pelo bar para comer qualquer coisa, mas algo a fez desistir dessa ideia.

Ouviu um “Bip” vindo do seu pulso esquerdo, olhou para um relógio cor-de-rosa com uma meia lua amarela, mas em vez de ver as horas, e após verificar se não estava ninguém nas redondezas, falou para o relógio.



“O que se passa?” – Perguntou.



Apareceu a cara da Joana no pequeno ecrã do relógio.



“Há algum problema Joana?”



“Tens de vir já para o templo Bunny!”

“Estou nas aulas, não posso sair daqui agora, vou ter como vocês no final do dia…”



“Não Bunny, tem que ser agora, isto é mais importante!”



“Está bem” – Suspirou – “Estou a caminho!”



Saltou a rede do colégio pelas traseiras para não ser apanhada pelo porteiro e encaminhou-se para o templo.



“ A minha mãe vai me matar quando souber disto…mas se pensar bem não é assim tão mau, pelo menos assim posso comer qualquer coisa…”



Sentiu um formigueiro na nuca como se estivesse a ser observada, olhou para trás e viu o rapaz dos olhos azuis com quem tinha chocado nessa mesma manha, este olhou para ela e entrou no salão de jogos ao seu lado. Ela apercebeu-se então de o quanto ele era atraente, pensou entrar também e oferecer-lhe um lanche para se redimir pelo encontrão, já ia a meio caminho da porta do salão quando se lembrou das palavras da Joana, e decidiu que o tal lanche teria de ficar par outra ocasião.



Chegou ao templo e já lá estavam todos, incluindo Luna e Artemisa.



“Olá! Desculpem o atraso…há alguma coisa que se coma?”



“Bunny és sempre a mesma coisa!...”



Sentaram-se as 9 no quarto da Rita a beber chá para que Luna e Artemisa pudessem finalmente explicar a todas elas o motivo daquela reunião de emergência.



“Qual é a urgência? O que aconteceu para nos reunirmos todas aqui com esta pressa toda?”



O Luna foi o primeiro a quebrar o silencio.


Última edição por Lua em Qua 09 Jul 2008, 15:52, editado 1 vez(es)

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Re: O renascimento dos Imperadores

Mensagem por Convidad em Qua 09 Jul 2008, 15:35

“Uma força maligna do passado, uma das responsáveis pela destruição do milénio prateado conseguiu sobreviver, tem estado perdida no corredor dos espaço-tempo, perdida e escondida no vazio do universo, a ganhar força e novos seguidores durante todos estes anos…” – Faz uma pequena pausa e continua – “Parece que agora se encontra mais forte do que nunca e pronta para atacar, o seu objectivo é dominar de novo a lua e também todo o sistema solar, e depois o universo…construir um novo império negro”



Artemisa continua



“Numa das luas de Urano está a gerar-se uma espécie de portal negro por onde essas forças malignas se preparam para entrar e apanhar-nos de surpresa… querem matar a Princesa da Lua e transformar o cristal prateado em cristal negro para assim se tornarem invencíveis…”



Susana, a Navegante de Plutão, o planeta da morte, levanta-se e fala para todos



“Eu posso permitir-vos a passagem pelo portal negro para que os enfrentem e os impeçam de chegar até nos e de realizar os seus planos”



“Não é assim tão simples”



Todos os olhares caíram em Luna que acabara de falar



“Explicada Luna…e como é que sabem tudo isto?”



“É uma longa história querida Amy” – disse Artemisa e todos se prepararam para escutar – “ Prestem atenção, não temos muito tempo e nada pode falhar.”



Após ver que todos estavam a tomar a máxima atenção, Artemisa continuou.



“Só há duas pessoas que podem fazer frente a esse poder negro, só há duas pessoas capazes de passar o portal e voltar…”



“E quem são essas pessoas Artemisa?”



Alguns olhares viraram-se para Bunny.



“ Os imperadores da lua, pais de Endymion, o príncipe da Terra…”



“Mas então…eles já morreram…morreram nas destruição do Milénio Prateado…”



“Não necessariamente, eles…”

A Bunny interrompe Artemisa.



“Mas como é que vocês sabe tudo isso? Quem é que vos informa de todas essas coisas?...”



“Bunnyzinha…nós estamos encarregues de vos guiar e proteger, só restamos nós, vocês e o príncipe Endymion…No passado sacrificámos a nossa paz eterna para que neste corpo de gato tivéssemos vida eterna e viajássemos no tempo para hoje vos protegermos, esse é a nossa missão…”



“Nesse corpo de gato…”



“Mas vocês são…?”



“Sim querida… nós somos os Imperadores da Lua, pais do Príncipe Endymion”



Na cabeça da Bunny surgiu a imagem do casal que surgira no seu sonho…e apercebeu-se quanto os olhos de Artemisa eram semelhantes aos daquela mulher…



“Voltaremos à nossa forma original e usaremos o nosso poder para fragmentar para sempre essa força maligna, somos os únicos a poder fazê-lo”



“Mas há um problema…” – Lembrou Susana, a guardiã de Plutão



Marte virasse para os outros:



“É por isso que estamos aqui reunidos, Luna, explica à Bunny o que nos estavas a dizer antes de ela chegar.”



“Bem…agora vem a parte mais complicada…” – Diz Luna e todos estão agora mais atentos do que nunca. – “Eu e a Artemisa vamos voltar à nossa forma original assim que passarmos o portal, a única maneira de abri-lo é com os vossos poderes todos conjugados, com os poderes de todas s navegantes usados em simultâneo e em perfeita harmonia. Após essa passagem eu e a Artemisa apenas temos 24horas de vida na nossa antiga forma…temos 24horas para vencer essa força e atravessar o portal de volta voltando á nossa forma de gatos. Antes que terminem as 24horas é preciso fechar de novo o portal...”



“Então vamos a isso! Não há tempo a perder!...”



“Bunny calma lá…falta uma parte…a parte mais importante…a parte em que tu entras…”



“ Está tudo nas tuas mãos Bunnyzinha…o sucesso desta missão e o futuro da humanidade dependem de ti.”



“Isso é que me preocupa…”



“Oh Rita…não é altura para seres mazinha…temos de confiar na Bunny…”



“Como assim tudo depende de mim…?! Porque é que tenho que ser sempre eu?...”



“ Ora Bunnyzinha… porque és a nossa princesa…a guardiã do Cristal Prateado!” – Diz o Luna disposto a motivá-la.



“Nem sei como…estás sempre com medo Bunny…!”



“Eu não estou com medo!! Luna, Artemisa, qual é a minha missão?”



Luna e Artemisa viraram-se então para Bunny e continuaram a explicar.



“És a única pessoa capaz de fechar o portal negro para sempre, és a Princesa da Lua, só o teu poder pode sela-lo e impedir que volte a ser aberto…”



“Mas não só o teu poder, tu e o nosso filho Endymion, príncipe da Terra, vivem um amor eterno, mas ele não se recorda de nada, não sabe quem é…só a força do vosso amor poderá fechar aquele portal.”



“Tens 24horas para encontrar o nosso filho e fazer com que ele se apaixone por ti e te beije! No momento em que os vossos lábios se tocarem serão teleportados para junto das outras e do portal, ele recuperará as suas memórias e poderão fechá-lo juntos. Terás 24 horas e nem mais um minuto!!”



“Espero mesmo que ela consiga…”



“ Hey, Rita, pára de implicar com ela… ela nunca nos deixou ficar mal até agora, apesar de ser meio cabeça de vento…”



“Isso é verdade…e espero que hoje isso também aconteça…”



“Bunny, vais ter que conseguir pensar por ti mesma, vais ter de agir sozinha enquanto vamos abrir o portal…” – Luna olhava muito sério para Bunny, e vendo a expressão dela, acrescentou – “ Não, não podemos ficas contigo…tens mesmo de conseguir fazer isso sozinha… precisamos de todas elas para que o portal seja aberto!”



“Bunny…tu vais conseguir!” – Disse a Amy piscando o olho e a Bunny abriu um grande sorriso.



“Não temos tempo a perder!” – Luna e Artemisa estavam determinados – “Vamos meninas.”



“Vão! Não se preocupem…encontramo-nos no portal!” (espero eu)



As restantes navegantes formaram um círculo dando as mãos, Luna, Artemisa e Plutão ficaram no centro, Plutão ergueu o seu ceptro e em coro todas disseram:” Teleportação das Navegantes” e desapareceram.



A Bunny ficou sozinha no quarto da Rita a olhar para o local onde as outras tinham acabado de desaparecer e… lembrou-se de repente de algo que a fez gelar: Não lhe tinham dito quem era o rapaz que ela deveria procurar nem como poderia ela encontrá-lo ou reconhecê-lo de no meio de tantos outros… como ia saber agora quem era o príncipe Endymion!? Tentou usar o telecomunicador.



“ Hey… Amy… Rita… Maria… Por favor, estão aí?...Por favor…”



Não obteve resposta e apercebeu-se de que estava realmente sozinha…e que se não conseguisse elas, as suas amigas e companheiras, nunca iriam voltar…e a terra seria destruída… por momentos foi como se o coração parasse de bater…



“Ai como posso ser tão estúpida e não perguntar uma coisa destas… como??!” – Chora, e sai a correr do templo, completamente desorientada, correndo pelas ruas de Tokio a chorar, sem ver nada nem ninguém. Correu sem rumo durante vários minutos – “Sou uma desmiolada, a culpa é toda minha…”

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Re: O renascimento dos Imperadores

Mensagem por Convidad em Qua 09 Jul 2008, 15:48

Bateu em alguma coisa, ou melhor… em alguém…

Olhou para cima e viu os mesmos olhos azuis dessa manha… do mesmo rapaz em quem tinha batido quando ia atrasada para a escola…sentiu-se a corar…



“Isto já começa a tornar-se um hábito cabeça de serradura… andas sempre assim com tanta pressa?”



“Des-Desculpa”



Quando se baixou para apanhar a mala que tinha deixado cair, alguma coisa lhe caiu do bolso… era um objecto amarelo em forma de estrela que ela nunca tinha visto. Quando ele embateu no chão, abriu-se, começando a tocar uma música extremamente bonita e extremamente triste… que lhe suou extremamente familiar, como se a tivesse ouvido noutra vida… ao encontrar ao olhos azuis do rapaz que tinha ficado imóvel ao escutar aquela melodia, encontrou os olhos de Artemisa, ouviu a sua voz na sua cabeça, ao mesmo tempo que lhe surgia a imagem da mulher do seu sonho, e desta vez ela conseguia escutar as suas palavras: “Encontraste agora o meu filho…de olhos tão profundos como os meus…o tempo está a contar princesa Serenidade…”



Tudo se dissolveu quando a música parou de tocar, o rapaz tinha apanhado o estranho objecto e tinha-o fechado fazendo cessar o canto. Olhava para ele pensativo e depois para ela como se só agora a visse verdadeiramente.



“Nós já nos conhecemos?”



“Ah…não sei…talvez, quem sabe, de outra vida…”



Ele sorriu e estendeu-lhe a estrela amarela.



“Sonho com esta música todas as noites…e com uma mulher estranha a quem acho que estou destinado…o que estou para aqui a dizer…?!..” – Calou-se de repente. Bunny olhava para ele perplexa… seria impossível que fosse assim tão fácil…e pensando melhor…faltava a parte mais difícil…ele não sabia quem era nem quem ela era, que ela era a tal mulher…a tal princesa… e ela nunca tinha sido beijada por homem nenhum…



“Bunny…e tu?” – Disse ela sem pensar estendendo a mão.

“Ah…Gonçalo…” – Apertou a mão dela surpreendido.



“Olha desculpa lá isto dos encontrões… já é a segunda vez hoje, se calhar é destino…Ah…aceitas um café? Como um pedido de desculpas…Ah…” – Aguardou nervosa a resposta.



“Aceito…mas só se for eu a oferecer, vamos até minha casa…estamos na entrada do meu prédio”



Subiram os dois para o confortável apartamento onde Gonçalo vivia, sentaram-se os dois no sofá a tomar o café com natas que o Gonçalo havia preparado para ambos, depois de algum tempo a conversar, o silêncio instalou-se entre ambos, um silêncio pesado e difícil de quebrar.



Haviam passado cerca de 3horas desde que as navegantes partiram…o tempo corria sem dó nem piedade, e de um café a uma paixão ia uma longa distância.

Bunny não sabia o que dizer e aquele silêncio começava a tornar-se desconfortável.

Estava tão distraída que não se apercebera de que Gonçalo se tinha aproximado, sentiu qualquer coisa quente no joelho e quase mandou um salto do sofá…olhou para baixo e o Gonçalo estava a acariciar-lhe o joelho…



“Esta criatura nem me conhece e está a atirar-se a mim…? Se não fosse por elas já lhe tinha batido…” – Pensou.



“Tens uma pele tão macia…” – Ele tinha um olhar guloso, os olhos profundamente fixos nos seus…



O coração dela bateu mais forte, quando o olhou nos olhos…não tinha mais vontade de o fazer parar…A mão dele continuou a acariciar-lhe o joelho, causando-lhe arrepios, e aos poucos a mão dele começou a subir pela sua perna…acariciando cada centímetro da sua pele…Ele foi se aproximando como um predador colocando a outra mão na sua cintura puxando-a mais para junto de si…ela pode sentir o seu calor de perto e a sua respiração ao mesmo tempo que a olhava profundamente nos olhos, foi pouco a pouco introduzindo a mão por baixo da sua blusa para tocar na sua pele…Inclinou-se mais ainda na sua direcção.



O coração da Bunny batia de forma tão violenta que mais parecia que lhe queria saltar pela boca… não podia ser assim tão fácil…aquilo era tão bom e ao mesmo tempo tão desconfortável…



“Mas o que está ele a fazer…” – Pensou mais uma vez… Sentia calafrios por todo o corpo…aquilo parecia tão errado…mas era tão…agradável!...



Ele inclinou-se de forma mais determinada e deitou-se em cima dela, afastou as suas pernas para se puder deitar no meio delas, com a respiração pesada e excitada, começou a beijar-lhe o pescoço de uma forma tão boa e tão sufocante…

Uma das mãos dele segurava a cabeça dela e a outra apertava firmemente as suas coxas… ela sentiu inesperadamente algo duro fazer pressão no meio das suas pernas…e sentiu-se nervosa…mais nervosa do que aquilo que já estava…sentiu que aquilo não era correcto…não assim… E por que é que ele não a beijava na boca? Melhor… o que raio ele estava a fazer?...



O perfume dele estava a sufoca-la… a mão com que ele segurava a sua cabeça dirigiu-se desta vez para o peito… colocou-a por baixo da blusa dela e começou a acariciar-lhe os seios, a sua respiração tornou-se mais pesada e a pressão no meio das suas pernas intensificou-se…

Ele começou a descer a sua cabeça em direcção ao peito dela…mas ela já não aguentava mais…sentia o corpo a tremer…não tinha vontade de o fazer parar mas sabia que não queria fazer aquilo, não assim…não agora… todo o quarto parecia girar á sua volta…



Empurrou-o violentamente para traz e ele levantou-se voltando a sentar-se no mesmo local em que se encontrava anteriormente, com a respiração ofegante e a camisa meio aberta… Os olhos dele desejavam-na por inteiro…ela ajeitou a saia que estava completamente levantada e sentou-se sentindo-se a corar violentamente.., desconfortável com o que tinha acaba de acontecer…ou quase acontecer!



“O que…?” – Antes que ela pudesse acabar a frase a pergunta ele falou…



“Apenas pensei que nos pudéssemos divertir um bocado…”



Bunny sentiu-se zangada…agora sim, estava capaz de lhe bater…

Levantou-se e foi em direcção á porta dizendo apenas:



“Eu não sou uma qualquer…Obrigada pelo café…”

Saiu do apartamento meio a andar – meio a correr, sem que ele tivesse tempo de responder.



Sentiu-se mal ao pensar nas amigas navegantes que não sabia se estavam bem ou não… sentiu-se mal por ter ido embora e desperdiçar aquela oportunidade…mas não sabia o que fazer…nunca antes tinha estado numa situação daquelas…sentia-se estranha…tonta…apetecia-lhe chorar.

Parecia que ainda conseguia sentir o toque dele por todo o seu corpo…o cheiro dele na sua pele…sentia vontade de sentir o seu cheiro assim tão perto de novo… e sentiu-se como se o amasse desde sempre… estava a amá-lo? Não sabia dizer…mas o que se estava a passar não lhe parecia correcto…não assim…achou melhor falar com ele mais tarde…e tinham passado 5horas…



* * *





Junto do Portal negro as navegantes esperavam, guardavam a entrada para se certificar de que as forças malignas não passavam para este mundo… Luna e Artemisa tinham passado, e desde ai elas mantinham o círculo silenciosamente em volta do portal.



Susana e o portal encontravam-se no meio do círculo; ninguém falava e 10 preciosas horas já tinham passado, não havia sinal da Bunny e do príncipe, e muito menos de Luna e Artemisa.



As 7 navegantes que seguravam o círculo, assim como Plutão no centro do mesmo, permaneciam acreditando… acreditando que elas voltariam… e que a princesa da lua chegaria a tempo de fechar o portal…



* * *

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Re: O renascimento dos Imperadores

Mensagem por Convidad em Qua 09 Jul 2008, 15:50

Bunny ia a caminho de casa para jantar…ao fim de horas e horas às voltas sozinha a pensar…a ouvir aquela estranha música que lhe parecia tão familiar, mas ela não sabia de onde a reconhecia… nem o porquê de esta a fazer sentir tão segura… ainda assim… sentia-se tão perdida… 10horas passadas e ela sentia-se tão inútil… tão impotente!



Por momentos, e enquanto caminhava de volta para casa, sentiu-se de novo a menina chorona e indefesa que era aos 14 anos… quando Luna apareceu a dizer que ela era uma Guerreira…



Agora tinha 16 anos…e depois de tantas batalhas, ao ver-se sozinha parecia que nada fazia sentido, nada fazia sentido sem as suas companheiras… e era por isso que não as podia desiludir! Era por isso que ela, a sua princesa, ia salva-las!



“Sim!” – Disse determinada



Jantou em casa com a família e quando terminou estava determinada a ir ter com o Gonçalo de novo e fazer o que fosse preciso para cumprir a sua missão… e se afinal eles estavam destinados a amar-se não havia razão para ter medo, só era preciso fazer com que ele se lembra-se disso, sentiu no bolso o peso do estranho amuleto em forma de estrela e, apesar de ainda não compreender o seu significado, lembrava-se das palavras do Gonçalo:



“Sonho com essa música todas as noites, e com uma estranha mulher a quem acho que estou destinado (…)”



Não havia tempo a perder.



“Mãe, vou a casa da Sara, gostava de lhe pedir uns cds emprestados e…”



“Não não vais Bunny!” – Disse a mãe em voz de comando – “Vais já lá para cima fazer os trabalhos de casa! Acabaram-se as más notas minha menina… tenho sido branda demais contigo!”



“Mas mãe…”



“Agora! Quando acabares podes sair” – Disse cruzando os braços e permanecendo com os olhos postos na filha enquanto esta subia os degraus a correr.



Bunny entra no quarto a correr.



“Se eu terminar isto depressa ainda vou poder ir ao apartamento do Gonçalo!” – Abriu os cadernos, sentiu-se a desmotivar, mas começou a fazer os exercícios.



Não levou uma hora e Adormeceu…

Adormeceu com a cara em cima dos livros…aliás como já era costume…os exercícios de matemática dissolveram-se, assim como a intenção de ir a casa do Gonçalo ainda nesse serão…



Caiu num sono profundo.



Bunny estava numa varanda, numa varanda alta num palácio de cristal, olhava lá para baixo, para um enorme jardim que fora, noutros tempos, verde e florido. Segurava as mãos uma na outra junto ao peito e os seus cabelos longos apanhados em odangos abanavam ao vento, estava vestida de princesa da lua e parecia esperar por alguém, ali, à luz do crepúsculo.



Ouviu-se uma porta abrir na sala atrás de si e Bunny virou-se, entra um homem vestido com uma espécie de armadura que corre para a varanda para junto dela, abraça-a e depois afasta-se envolvendo as duas mãos da princesa nas suas e olham-se profundamente nos olhos.



“Oh…Endymion… pensei que não virias.” – Diz a princesa Serenidade quando duas lágrimas saem dos seus olhos azuis e lhe escorrem pela face.



“Estou aqui como prometido princesa Serenidade” – Diz Endymion continuando a segurar-lhe as mãos e que está agora mais próximo dela – “Mas sabes que não posso ficar… o Milénio Prateado está em guerra… precisam de mim…”



“Não vás… fica comigo Endymion...!”



“Eu prometo que volto minha Princesa… Sempre que sentires a minha falta e duvidares do meu regresso olha para isto” – Coloca nas mãos da princesa a estrela amarela que toca música, a princesa abre-a olhando para ela e ela começa a tocar aquela música bela e triste. – “Ela dar-te-á esperança e força para continuar a acreditar… essa música simboliza o nosso amor eterno.”



“Oh Endymion… se soubesses o quanto te Amo…”



Príncipe da Terra e Princesa da Lua entregam-se um ao outro num beijo intenso e profundo ao som da música da pequena estrela ainda aberta nas mãos da Princesa. Lágrimas escorriam-lhe pelo rosto ao mesmo tempo que beijava o seu amado…

Um beijo tão intenso como se fosse o último… e realmente o foi nessa vida…



Vê-se um clarão de luz enorme ao longe, que ilumina o casal na varanda quebrando o seu beijo.



“Eu volto meu amor…” – Sai a correr deixando Bunny, a Princesa Serenidade, parada na varanda sozinha…ouvindo a música da pequena estrela e chorando.



Nesse momento o sonho dissolve-se e Bunny acorda num sobressalto.



Era Sábado… olha para o relógio e sentiu o ar a fugir-lhe dos pulmões… 8horas da manha!! Haviam passado 22horas!...



“Ahhh… como pôde isto acontecer…como?!” – Veste a primeira coisa que vê pela frente e sai de casa a correr na direcção do apartamento de Gonçalo, o seu coração batia tanto…estava tão assustada que nem força para chorar tinha… restava-lhe a coragem para aquele último acto, para honrar o seu nome de princesa, para salvas as suas amigas.



Sabia agora de onde vinha aquele objecto e de onde conhecia aquela música…e também a razão de esta a deixar triste… o seu príncipe não tinha conseguido voltar como prometera… mas ia voltar para ela agora! Iria agora voltar para os seus braços e ela nunca mais o perdia. Estava quase… Sentia lágrimas a correr desta vez… mas não abrandou a sua corrida.



Alcançou a porta do apartamento…já passava das 8:30 da manha, começou aos murros à porta como se quisesse deitá-la abaixo…



“Endymion… Gonçalo! Gonçalo estás ai?... Abre a porta! Gonçalo!!!”



A porta abre-se, Gonçalo está do outro lado com a característica cara de sono de quem estava a dormir e é acordado bruscamente.



“Ah…és tu cabeça de serradura, que…” – Não teve tempo de acabar a frase porque Bunny empurrou-o para dentro e entrou também fechando a porta atrás de si, deixando-o sem reacção.



“Lembra-te Agora! Lembra-te Endymion!” – Estende as duas mãos na sua frente com a estrela aberta sobre elas e a música começa a fluir e a encher todo o apartamento.



Ele está parado na frente dela, os olhos dos dois encontram-se e o tempo pára, só existem eles os dois, aquela música e aquele momento, o momento do reencontro.



“Princesa…Princesa Serenidade…” – Bunny sentiu o triunfo ao escutar aquelas palavras.



“Sabia que cumpririas a tua promessa de voltares para mim”



Caem nos braços um do outro, finalmente, beijando-se! Beijando-se tão profundamente como se tinham beijado naquela varanda havia tantos anos. Continuaram a beijar-se ao som da bela música que parecia agora mais alegre, os dois sobem no ar e o apartamento dissolve-se, parecem encontrar-se no vazio, ainda envolvidos pela magia daquele beijo que parece não ter fim.



Bunny transforma-se em Princesa Serenidade e Gonçalo em Príncipe Endymion, envolvidos pela melodia da estrela viajam pelo espaço em direcção ao seu destino. O tempo está a contar.


* * *

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Re: O renascimento dos Imperadores

Mensagem por Convidad em Qua 09 Jul 2008, 15:51

As navegantes continuavam a manter o círculo junto ao portal negro aberto numa das luas de Urano, mas já estava difícil manter o círculo, uma onda de energia em volta do portal fustigava as navegantes e elas já mal conseguem manter-se de pé… e já é quase impossível manterem-se de mãos dadas…fala menos de meia hora para chegarem ao fim as 24horas.



“Eu… disse…que ela…não iria…conseguir”



“Não…digas…isso!... Ela vem!”



Há um grande clarão de luz branca no centro do circulo que produz uma onda de energia ainda maior que faz com que as navegantes se soltem e caiam de costas quebrando o círculo… mas, para seu espanto, a corrente de energia cessou em vez de aumentar.



Abriram os olhos e viram a Princesa da Lua e o Príncipe da Terra na sua frente ainda unidos por um beijo apaixonado, soltaram-se e voltaram-se para as oito navegantes que estavam agora a erguer-se d chão, voltaram á forma original de Bunny e Gonçalo.



“Nunca mais te deixo minha princesa.”



“Eu sei.” – Bunny sorri.



Todos os olham perplexos.



“Bunny, conseguiste!” – Foi Joana a primeira a quebrar o silêncio



“Claro Vénus! J



“Transformem-se, o tempo está a terminar”



“Sim” – Dizem Bunny e Gonçalo em coro.



Ela transforma-se em Navegante da Lua e ele em Mascarado, olham um para o outro e sorriem, Bunny olha á sua volta e o seu olhar torna-se sério, o seu sorriso desvanece-se.



“Onde estão o Luna e a Artemisa?”



“Ainda não voltaram…e mesmo que não voltem temos de fechá-lo… só faltam uns minutos…” – Desta vez foi Marte quem falou, Bunny estava branca.



“Não! Não posso Marte…”



“Bunny…tu sabes que se eles não voltarem é porque…porque estão mortos...”



“A Amy está certa… temos de fechá-lo… o tempo está a chegar ao fim!”



Via-se claramente o desespero na expressão da Navegante da Lua… estava a sofrer horrivelmente pois podia nunca mais ver Luna e Artemisa mas sabia que era a única solução… faltavam apenas alguns minutos…sentiu uma mão no seu ombro, olhou para trás e viu o Mascarado que lhe sorria, sorriu de volta e falou para todos.



“Formem o círculo em volta do portal… vamos a isto, não há tempo a perder!” – Aguentou firme e não chorou.



“Tomaste a decisão certa” – Falou Susana, Navegante de Plutão, e juntou-se ás outras para formarem o círculo, algumas delas choravam… a posição central pertencia agora apenas a Bunny e Gonçalo.



As navegantes deram as mãos e formaram o círculo.



Bunny e Gonçalo viraram-se de frente para o portal, ela pegou no seu ceptro lunar, este possui em cima uma cúpula oca em forma de coroa, esta abre-se repentinamente quando Bunny lhe toca.

O mascarado tinha tirado uma rosa do interior da sua capa, esta saltou-lhe das mãos indo encaixar-se no ceptro, preenchendo na perfeição o espaço vazio da cúpula do mesmo.



O casal entreolhasse perplexo perante aqueles acontecimentos quando uma nova transformação ocorre: o cristal prateado começa a brilhar intensamente, abandona o alfinete e encaixa-se no centro da rosa, o ceptro volta a fechar-se ficando envolto numa luz branca, quando a luz desaparece, Sailor Moon e Mascarado olham um para o outro, o ceptro está pronto e…falta 1 minuto!...



Bunny pega no ceptro com as 2 mãos e aponta-o para o portal negro, começa a formar-se uma onda de energia vinda do portal que faz com que Bunny vacile, Gonçalo coloca-se atrás dela apoiando-a e colocando também as suas mãos no ceptro, este emite energia do bem e esta choca com a onda de energia do mal começando a fazê-la recuar para o portal.



Bunny chora.



“Luna…Luninha…Artemisa…não…”



“Coragem Princesa” – Sente o calor do corpo do seu amado príncipe, seguraram ambos o ceptro com mais força, Bunny fecha os olhos com força e concentra toda a sua atenção no ceptro e na sua energia, sente lágrimas quentes a deslizarem-lhe pela cara…mas não faz nada para detê-las.



Quando a energia do ceptro alcança o portal dá-se uma espécie de explosão e energia que projecta todos vários metros para trás, Bunny ouve os gritos das outras a apercebe-se de que está no chão, caída sobre Gonçalo.

Abriu os olhos e olhou á sua volta, começou a levantar-se e viu as outras navegantes fazerem o mesmo, olha com os olhos cheios de lágrimas para o sitio onde estava, segundos antes, o portal…mas este já não se encontrava lá, em vez dele, duas pequenas criaturas lutavam para se porem de pé…e o portal tinha desaparecido.



As lágrimas de desespero transformaram-se em lágrimas de alegria, as outras guerreiras seguiram o olhar da Bunny e ficaram com uma expressão incrédula, mas as palavras da Bunny romperam o silêncio e acabaram com as dúvidas.



“Luna… Artemisa!” – Corre na direcção deles pegando-lhes ao colo – “Oh meu Deus… vocês estão bem? Gatinhos corajosos! *_*”



As restantes navegantes e o mascarado juntaram-se a ela, e todos se envolveram uns aos outros num enorme abraço.



O ceptro lunar estava outra vez normal, a rosa tinha desaparecido e o cristal prateado estava novamente no alfinete.



Não havia mais portal negro, a terra estava em segurança, e todo o universo também.



“Bunnyzinha… fizeste um bom trabalho, eu sempre soube que conseguias” – Bunny sorriu olhando para Luna.



“Vamos para casa!”



* * *



Uns dias depois estavam todos a passear pelo parque, agora tinham um novo membro: o Gonçalo.



Ele e Bunny estavam apaixonadíssimos e não se largavam, Luna e Artemisa também estavam a passar bons momentos juntos.



Todas as guerreiras riam e conversavam alto, nunca fora tão bom saber que a terra estava a salvo, especialmente em dias lindos como aquele.



“Gonçalo, tenho que levar-te a jantar lá a casa para conheceres os meus pais!”



“Oh querida Bunny…e o que lhes digo dos meus? Que são um casal de gatos?... XD”



Luna: Miauuuu…



Todos começaram a rir alto e continuaram o seu passeio feliz pelo parque.





Fim!

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Re: O renascimento dos Imperadores

Mensagem por SofiaFlower em Qua 09 Jul 2008, 15:54

Muito fixe Very Happy a fanfic Very Happy se puderes depois, passa pela minha Wink tem um capítulo fresquinho Wink

Edit: Ah e antes que me esqueça, deves editar uma mensagem, quando tá seguida à outra, em vez de tares sempre a criar novo post, ok? Wink


Última edição por SofiaFlower em Qua 09 Jul 2008, 15:56, editado 1 vez(es)

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Re: O renascimento dos Imperadores

Mensagem por Convidad em Qua 09 Jul 2008, 15:55

Eu ando a tentar ler....e sei que tenho andado desaparecida...peço desculpa!
Isto eh apenas uma one shot. esta ai completa. espero que gostem!
beijocas****

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Re: O renascimento dos Imperadores

Mensagem por Convidad em Qua 09 Jul 2008, 16:38

táva mt giro.
e sinceramente o que eu mais gostei, foi o fim.
táva tão fofoooooooo... ok, sorry. são atakes de malukice.
estam a ficar cada vez mais frekentes:lol!:

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Re: O renascimento dos Imperadores

Mensagem por Silva em Qui 10 Jul 2008, 03:00

*mim está extasiada*

Realmente fantástica!

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Re: O renascimento dos Imperadores

Mensagem por picky em Qui 10 Jul 2008, 14:52

Está lindo!!!!!!

Simplesmente adorei cada momento da historia...está emocionante....

Mas a parte final está demais....muito fofa

Bjs


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Re: O renascimento dos Imperadores

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