Historia do Mangá

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Historia do Mangá

Mensagem por Capucena em Dom 19 Ago 2007, 14:29

A HISTÓRIA DO MANGÁ

Entre 1814 e 1849, o artista japonês Katsushita Hokusai, conhecido no mundo inteiro por suas xilogravuras (Ukiyo-ê), retratou cenas do cotidiano com pessoas em situações e traços pitorescos. Esta coleção de caricaturas recebeu na época o nome de HOKUSAI MANGÁ. Assim nascia o primeiro trabalho que resultaria nos atuais quadrinhos japoneses.
Mas só em 1946, com a publicação do mangá A NOVA ILHA DO TESOURO (Shin Takarajima) produzido pelo artista Osamu Tezuka (1928-1989), este estilo de desenho e narrativa se consagraria. Por este e outros trabalhos como: KIMBA, O LEÃO BRANCO (Jungle Tantei), A PRINCESA E O CAVALEIRO (Ribon no Kishi) e ASTRO BOY (Tetsuwan Atomu), Osamu Tezuka é conhecido no Japão como o "Deus do Mangá".



Osamu Tezuka


Astro Boy


Kimba - O leão Branco


Princesa e o Cavaleiro

Quando criança, Tezuka freqüentava espetáculos musicais e ficava fascinado com os olhos das cantoras (que pareciam maiores por causa da maquiagem) e percebeu o quanto eles eram importantes para expressar os mais variados e profundos sentimentos. Assim, os grandes olhos foram introduzidos nos seus desenhos dando origem a um dos mais inconfundíveis traços do mangá.

Continuação:

Mangá (Manga, também manga em Portugal) é a palavra usada para designar as histórias em quadrinhos japonesas e o seu estilo próprio de desenho. No Japão designa quaisquer histórias em quadrinhos. Vários mangás dão origem a desenhos animados para exibição na televisão ou em vídeo, como Berserk, Samurai X, hunter x hunter, Inuyasha, tornando-se conhecidos como anime, mas também há o processo diferentes em que animes se tornam mangás, como é o caso de Cowboy Bebop, ou de contos ilustrados que se tornam anime, em Slayers.

Os mangás têm suas raízes no período Nara com a aparição dos primeiros rolos de pintura japoneses: os emakimono. Eles associavam pinturas e textos que juntos contavam uma história à medida que eram desenrolados. O primeiro desses emakimono, o Ingá Kyô, é a cópia de uma obra chinesa e separa nitidamente o texto da pintura.

A partir da metade do século XII, surgem os primeiros emakimono com estilo japonês, do qual o Genji monogatari emaki é o representante mais antigo conservado, sendo o mais famoso o Chojugiga, atribuído ao bonzo Kakuyu Toba (1035-1140). O Chojugiga está guardado no templo de Kozangi em Kyoto. Nesses últimos surgem, diversas vezes, textos explicativos após longas cenas de pintura. Essa prevalência da imagem, assegurando sozinha a narração, é hoje uma das características mais importantes dos mangás.

No período Edo, em que os rolos são substituídos por livros, as estampas eram inicialmente destinadas à ilustração de romances e poesias, mas rapidamente surgem livros para ver em oposição aos livros para ler, antes do nascimento da estampa independente com uma única ilustração: o ukiyo-e no século XVI. É, aliás, Katsushika Hokusai (1760-1849) o precursor da estampa de paisagens, que, nomeando suas célebres caricaturas publicadas de 1814 a 1834 em Nagoya, cria a palavra mangá — significando "desenhos irresponsáveis" — que pode ser escrita, em japonês, das seguintes formas:

* Kanji
* Hiragana
* Romaji - Manga


Um rosto desenhado em estilo mangá


Das estampas aos quadrinhos

Os mangás não tinham, no entanto, sua forma atual — de histórias em quadrinhos —, que surge no início do século XX sob influência de revistas comerciais ocidentais, principalmente dos Estados Unidos. Tanto que chegaram a ser conhecidos como Ponchi-e (abreviação de Punch-picture) e como a revista britânica, origem do nome, Punch magazine (Revista Punch), os jornais traziam humor e sátiras sociais e políticas em curtas tiras de um ou quatro quadros. Diversas séries comparáveis as de além mar surgem nos jornais japoneses: Norakuro Joutouhei (Primeiro Soldado Norakuro) uma série antimilitarista de Tagawa Suiho, e Boken Dankichi (As aventuras de Dankichi) de Shimada Keizo são as mais populares até a metade dos anos quarenta quando toda a imprensa foi submetida à censura do governo, assim como todas as atividades culturais e artísticas. Entretanto, o governo japonês não hesitou em utilizar os quadrinhos para fins de propaganda.


O sentido de leitura de um mangá


O pós-guerra

Sob ocupação americana após a Segunda Guerra Mundial, os mangakas, desenhistas de mangás, sofrem grande influência das histórias em quadrinhos ocidentais da época, traduzidas e difundidas em grande quantidade na imprensa japonesa cotidiana. É então que um artista influenciado por Walt Disney revoluciona esta forma de expressão e dá vida ao mangá moderno: Osamu Tezuka. Ele adotou as características faciais do desenho de Disney onde olhos, boca, sobrancelhas e nariz são desenhados de maneira bastante exagerada para aumentar a expressividade dos personagens, o que tornou sua prolífica produção possível. É ele quem introduz movimento nas histórias em quadrinho japonesas através de efeitos gráficos, como linhas que dão a impressão de velocidade ou onomatopéias que se integram com a arte, destacando todas as ações que comportassem movimento, mas também, e acima de tudo, pela alternância de planos e de enquadramentos como os usados no cinema. É do cinema também que ele retira a maneira de contar a história, na qual pequenos capítulos, como filmes, formam um arco maior. Além disso, faz os diálogos fluírem de cima à direita para baixo à esquerda do quadro, para que as pessoas pudessem ler os quadrinhos de forma rápida.

Osamu Tezuka cria a primeira série de animação para a televisão japonesa em 1963 a partir de uma de suas obras: Tetsuwan Atom (Astro Boy). Finalmente a passagem do papel para a televisão tornou-se comum e o aspecto comercial do mangá ganhou amplitude. Agora havia o lançamento de brinquedos e de diversos produtos. Mas Tezuka não se contentou com isso. Sua criatividade o levou a explorar diferentes gêneros — na sua maioria, os mangás ainda eram infantis —, assim como a inventar novos, participando dessa maneira no aparecimento de mangás para adultos nos anos sessenta com os quais ele pôde abordar assuntos mais sérios e criar roteiros mais complexos. Comenta-se que qualquer gênero que não tenha sido criado por ele, foi criado por alguém tentando achar algo que Tezuka não estivesse fazendo. Ele também foi mentor de um número importante de mangakas como Fujiko Fujio (dupla criadora de Doraemon), Akatsuka Fujio e Shotaro Ishinomori.

Assim, os mangás cresceram simultaneamente com seus leitores e diversificaram-se segundo o gosto de um público cada vez mais importante, tornando-se aceitos culturalmente. A edição de mangás representa hoje mais de um terço da tiragem e mais de um quarto dos rendimentos do mercado editorial japonês. Os mangás tornaram-se um verdadeiro fenômeno ao alcançar todas as classes sociais e todas as gerações graças ao seu preço baixo e a diversificação de seus temas. De fato, os mangás, como espelho social, abordam todos os temas imagináveis: a vida escolar, a do trabalhador, os esportes, o amor, a guerra, o medo, séries tiradas da literatura japonesa e chinesa, a economia e as finanças, a história do Japão, a culinária e mesmo manuais de "como fazer", revelando assim suas funções pedagógicas.

Estilos

Na mentalidade japonesa, ao contrário da mentalidade ocidental, histórias em quadrinhos são leitura comum de uma faixa etária bem mais abrangente do que a infanto-juvenil; a sociedade japonesa é ávida por leitura e em toda parte vê-se desde adultos até crianças lendo as revistas. Portanto, o público consumidor é muito extenso, com vários mangás com tiragem na casa dos milhões e o desenvolvimento de vários estilos para agradar a todos os gostos.

Por isso, os mangás são comumente classificados de acordo com seu público alvo. Mangás para meninos, o que não quer dizer que garotas não devam lê-los são chamados de shonen (garoto jovem, adolescente, em japonês) e tratam normalmente de histórias de luta, amizade e aventura. Mangás para meninas são chamados de shoujo (garota jovem em japonês) e um tema comum são as histórias de amor (também existem garotos que leêm shojo pois existem shoujos com bastante ação e lutas). Além desses, existe o gekigá, que é uma corrente mais realista de mangás voltada ao público adulto (não é necessariamente pornográfico) e ainda os gêneros seinen, para homens jovens, e josei, para mulheres. Os traços típicos do mangá (olhos grandes, expressões caricatas) não são encontrados nesse último estilo. Existem também os mangás pornográficos, como o hentai, o yuri que aborda a relação sexual entre duas mulheres e o yaoi (ou Boys Love) que trata da relação sexual entre dois homens.


esboços de rosto.


Formato

Tal como acontece com a maioria dos livros japoneses, a ordem de leitura de um mangá é a inversa da ocidental. Ou seja, a capa do livro tem a lombada à sua direita (correspondendo tal à contracapa ocidental), sendo a leitura das páginas feita da direita para a esquerda. Alguns mangás publicados fora do Japão, destinados a um público ocidental apresentam, no entanto, a configuração habitual nestes países. Além disso, são feitos em preto-e-branco — contando esporadicamente com algumas páginas coloridas no seu início ou miolo — e em papel reciclado, que torna o produto barato e acessível a qualquer pessoa.

Os mangás são publicados no Japão originalmente em revistas antológicas. Essas revistas com cerca de 800 páginas são publicadas semanalmente, quinzenalmente, mensalmente, bimestralmente ou trimestralmente. Ao invés de trazerem em seu miolo apenas uma história, elas trazem capítulos de várias séries diferentes. Cada capítulo normalmente tem entre 20 e 40 páginas. Assim que atingem um número de páginas em torno de 160~200, é publicado um volume, chamado tankohon ou tankobon, no formato livro de bolso, que, aí sim, só contém histórias daquela mesma série. Esses volumes são os vendidos em diversos países. Dependendo do sucesso alcançado por uma série, ela pode ser reeditada em formato bunkoubon ou bunkouban (???) (mais compacto com maior número de páginas) e wideban (????) (melhor papel e formato um pouco maior que o de bolso).

Uma das revistas mais famosas por lá é a Shonen Jump (Shueisha). Ela publicou clássicos como Dragon Ball, Saint Seiya (ou Cavaleiros do Zodíaco), Yu Yu Hakusho e continua publicando sucessos como Naruto, One Piece ,Bleach e Death Note. Existem também outras revistas como a Champion Red (Akita Shoten), que publica Saint Seiya Episode G (Cavaleiros do Zodíaco Episódio G), a Shonen Sunday (Shogakukan), que publica InuYasha, e a Afternoon (Kodansha). Entre outras, podem-se citar também a Nakayoshi (Kodansha), revista de shoujo famosa que publicou entre outros Bishoujo Senshi Sailor Moon e Sakura Card Captors, e a Hana to Yume (Hakusensha) que publica Hana Kimi e Fruits Basket.

Há também os fanzines e dojinshis que são revistas feitas por autores independentes sem nenhum vínculo com grandes empresas. Algumas dessas revistas criam histórias inéditas e originais utilizando os personagens de outra ou podem dar continuidade a alguma série famosa. Esse tipo de produto pode ser encontrado normalmente em eventos de cultura japonesa e na internet. A Comiket (abreviação de comic market), uma das maiores feiras de quadrinhos do mundo com mais de 400.000 visitantes em três dias que ocorre anualmente no Japão, é dedicada ao dojinshi.




Influência em outros países

Os mangás há muito tempo têm deixado sua influência nos quadrinhos e nas animações no mundo todo. Até artistas americanos de quadrinhos alternativos como Frank Miller e Scott McCloud, foram de alguma maneira influenciados pelos mangás em algumas de suas obras. Outros artistas como os americanos Brian Wood e Becky Cloonan (autor de Demo (quadrinhos) e o canadense O'Malley (autor de Lost At Sea) são muito influenciados pelo estilo do mangá popular e têm recebido muitos aplausos por parte da comunidade de fãs de fora dos mangás. Estes artistas têm outras influências de fora dos mangás que tornam seus trabalhos mais interessantes para os leigos nesta arte. Além disso, eles têm suas raízes de mangá em subculturas orientais dentro de seus próprios países.

O americano Paul Pope trabalhou no Japão na editora Kodansha na revista antológica (assim como explicado acima) Afternoon. Antes disso ele tinha um projeto de uma antologia que seria mais tarde publicada nos Estados Unidos — a Heavy Liquid. O resultado deste trabalho demonstra fortemente a influência da cultura do mangá a nível internacional.

Na França (um dos países que mais amam os mangás) existe o la nouvelle manga. Esse é um movimento iniciado por Frédéric Boilet através da combinação dos mangás maduros com o estilo tradicional de quadrinhos Franco-Belgas. Enquanto vários artistas japoneses se uniam ao projeto outros artistas franceses resolveram também abraçar essa idéia.

Na Coréia do Sul, atualmente podemos observar um movimento em direção aos mangás muito forte. As produções de mangá coreano, conhecido como manhwa, têm atingido vários países pelo globo. Um exemplo claro é o Brasil, onde já foram lançadas algumas obras coreanas de sucesso como Ragnarök e Chonchu.

Além de tudo isso, é bastante comum se encontrar histórias em quadrinhos on-line de vários países em estilo mangá, e até ilustrações mais corriqueiras como as relacionadas à publicidade também têm adotado esse estilo.

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Re: Historia do Mangá

Mensagem por Convidad em Dom 19 Ago 2007, 15:57

uuuuuuuuaaaaaaaaaaaaaawwwwwwwwwwwww
uuuuuuuuuaaaaaaaaaaaaaaaaaaaawwwwwwwwwwwwwww
olha capucena no brasil tem muitas lojas de manga e anime
e vendem se mto episodios de anime ?
e k ka em portugal so ha na fnac (e uma loja) mas eles sao caros pra xuxu

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Re: Historia do Mangá

Mensagem por sar4hhh em Dom 19 Ago 2007, 15:59

Ja tive a falar disso com ele! ele disse que eram caros aqui tambem!
No Brasil vendem mangás em bancas na rua! Têm montes delas! Segundo o que ele disse.. fiquei com uma neura.. bah.. so Portugal...

sar4hhh
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Re: Historia do Mangá

Mensagem por ana claudia em Dom 19 Ago 2007, 16:44

lol somos uns desgraçados nesse aspecto XD

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Re: Historia do Mangá

Mensagem por Convidad em Dom 19 Ago 2007, 16:50

Yh, somos msmo !
Eu acho qe vou trabalhar po Japauh ! hihi ^^

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Re: Historia do Mangá

Mensagem por Kasei em Dom 19 Ago 2007, 19:55

UAAAUUUU!!! Quero ir a essa loja da foto! Eu queroooooooooo!!!!!!!!

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Re: Historia do Mangá

Mensagem por sar4hhh em Dom 19 Ago 2007, 19:58

Lol... tudo em japones mana... mas eu tb adorava ver!!

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Re: Historia do Mangá

Mensagem por Kasei em Dom 19 Ago 2007, 20:06

Bolas, pois é... Mas na américa tb é capaz de haver uns assim com traduções em inglês, esses já ia!

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Re: Historia do Mangá

Mensagem por Capucena em Dom 19 Ago 2007, 21:54

Kasei escreveu:Bolas, pois é... Mas na américa tb é capaz de haver uns assim com traduções em inglês, esses já ia!

Aki no brasil... temos alem das bancas de rua, temos lojas especializadas em mangás.. eu jah entrei em uma... soh num deu pra comprar a loja inteira :='(::='(: :='(: :='(: :='(:

E mainha, aki ele é traduzido para o PT

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Re: Historia do Mangá

Mensagem por Satella em Dom 19 Ago 2007, 21:58

Ahhhhhhhh!! com tantos Livros de mangás...*-*...Eu também quero....Sad

O nosso problema não é só a falta de lojas especializadas na venda desse tipo de banda desenhada é também o preço..Parvoice

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Re: Historia do Mangá

Mensagem por Ayame em Seg 20 Ago 2007, 11:29

Satella escreveu:Ahhhhhhhh!! com tantos Livros de mangás...*-*...Eu também quero....Sad

O nosso problema não é só a falta de lojas especializadas na venda desse tipo de banda desenhada é também o preço..Parvoice

Exacto :\ volumes que no japão custam à volta de 3-4 euros por aqui custam no minimo à volta de 8 (para não dizer 10, já os encontrei a 11 euros cada um :X) e normalmente há muito mais mangá em francês que em inglês - pelo menos na fnac. O unico sitio onde há de facto uma variedade decente de escolha para mangá é a fnac do colombo em lisboa (ontem fui lá e a variedade é mesmo Surprised.o: até Death Note tinha!), mesmo assim continua a irritar mais de metade das edições serem em frances e os preços todos rondarem os 8 euros o volume :\

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Re: Historia do Mangá

Mensagem por Usako love em Seg 20 Ago 2007, 21:40

Eu queria tanto poder ter mts d mangas...adoro!adoro! e adoro!
Pq é aquilo que nunca foi alterado...está como foi feito e as vezes ao animarem mudam as coisas ...
o manga tem outra beleza...
mas são tão caros Sad bah

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Re: Historia do Mangá

Mensagem por v_crazy_girl em Ter 21 Ago 2007, 09:13

gostei da informaçao sobre o manga, xim xenhor...

xim, em portugal nao há nd dixto... mangas em frances e ingles e mesmo axim... enfim...

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Re: Historia do Mangá

Mensagem por Kattysa em Ter 21 Ago 2007, 10:13

detesto o facto de portugal n investir em mangas e animes...

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Re: Historia do Mangá

Mensagem por Convidad em Ter 21 Ago 2007, 12:16

Kattysa escreveu:detesto o facto de portugal n investir em mangas e animes...

Ja' soms 2, prima ! ..
Vamos fzer uma revoluçauh ? Twisted Evil hihi ^^

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Re: Historia do Mangá

Mensagem por Convidad em Ter 04 Set 2007, 14:49

"história do mangá"??? mas somos brasileiros ou somos portugueses??

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Re: Historia do Mangá

Mensagem por Misatu em Ter 04 Set 2007, 16:50

EI tambem quero uma loja dessas Sad

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