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 A Última Estrela - TERMINADA

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Sammu
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MensagemAssunto: A Última Estrela - TERMINADA   1/20/2008, 17:48

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Índice de capítulos(II):



  • Capítulo 1
    O fim das Guerreiras Navegantes?
    O Gonçalo desapareceu!



  • Capítulo 2
    O renascimento de Esmeralda?
    O festival do Templo Hikawa.


  • Capítulo 3
    De novo guerreiras!
    A confissão de Bunny.


  • Capítulo 4
    Um novo Cristal Prateado?

    Batalha na Universidade.


  • Capítulo 5
    Um encontro no parque!
    O treino das navegantes.


  • Capítulo 6
    A mansão de Célia!
    O estranho colar de meia-lua.


  • Capítulo 7
    Luta no apartamento de Gonçalo!
    Uma visão do passado.


  • Capítulo 8
    Terror no Templo Hikawa!
    O fogo de Marte.


  • Capítulo 9
    A lealdade de Haruka e Mariana?
    O passado de Rita.


  • Capítulo 10
    Os Cristais Arco-íris?
    Conclusões desconcertantes.


  • Capítulo 11
    Uma celebridade no restaurante!
    A triste história de Maria.


  • Capítulo 12
    O que se esconde na mansão?
    Maria em perigo.


  • Capítulo 13
    As Irmãs da Caça atacam!
    O Trovão de Júpiter.


  • Capítulo 14
    A vingança de Kaorinite!
    A nova transformação das Outer Senshi.


  • Capítulo 15
    O dia do concerto!
    A oportunidade de Joana.


  • Capítulo 16
    A identida de Célimoon é descoberta!
    A espada das Guerreiras Guardiãs.


  • Capítulo 17
    Onde estão Bunny e Gonçalo?
    A história de Luna e Artemis.



  • Capítulo 18
    Rumo à Alemanha!
    Terror na faculdade de medicina.


  • Capítulo 19
    Distúrbios no fluxo do templo!
    Plutão junta-se à batalha.


  • Capítulo 20
    O desaparecimento da luz de Sailor Moon!
    A pedra do Luar é o segundo fragmento.


  • Capítulo 21
    Rumo à Lua!
    O desespero de Esmeralda.


  • Capítulo 22
    O negro Milénio Prateado!
    Luta de água e fogo




  • Capítulo 23
    Recordações de um amor longínquo.
    A maldição de Nemésis.
    1ª parte



  • Capítulo 23
    Recordações de um amor longínquo.
    A maldição de Nemésis.
    2ª parte



CAPÍTULO FINAL:


Capítulo 25
Ómega- um fim e o início
A Última Estrela






Bem pessoal, devem estar a pensar "Wtf" já íamos no capítulo 31 e voltou para trás?! Bem, decidi juntar os capítulos mais antigos e mudar os títulos. Não fazia sentido ter os capítulos antigos com 1 post e agora os mais recentes com 6 e 7 ^^''' Isso significa que os comentários até ao capítulo 9 estão todos trocados, eu fiz uma salganhada Falaste demais Anyway, se seguirem os links não se perdem, e a partir do cap. 9 os comentários já estão certinhos. ^^
Mudei os títulos porque não fazia sentido ter metade em inglês, metade em português, alguns nem se percebia nada do conteúdo do captítulo. Assim estes títulos agora espelham o que vai acontecer no capítulo e é muito mais fácil para o pessoal se guiar! ^^


Última edição por Sammu em 7/18/2009, 21:44, editado 33 vezes
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MensagemAssunto: Re: A Última Estrela - TERMINADA   1/20/2008, 17:53

amanha!!
ok!apartir das 14h tou colada ao pc a espera do capitulo!desta vez não me descuido >.<
se não o ler amanhã, leio-o na terça-feira a tarde Wink

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MensagemAssunto: Re: A Última Estrela - TERMINADA   1/20/2008, 17:58

Sammu escreveu:
From_Mars escreveu:
Sammu... tens uns peqenos erros no capítulo.


Se calhar se dissesses quais eram ajudava (digo eu) silent


O próximo capítulo será postado entre hoje e amanhã (tem 12 páginas... omg passei-me mesmo)


Pois, acredito q ajuda. Por isso mesmo é q eu os mencionei no comentario q fiz logo quando li o capítulo, na pág 48 s n me engano. Mas parece qe tu nao leste. Rolling Eyes

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MensagemAssunto: Re: A Última Estrela - TERMINADA   1/20/2008, 18:04

Woooooooooooooooooow
12 paginas?
*mim fica de boca aberta aberta a olhar para o Sammu*
Fico á espera.
De certeza que vai ser um optimo capitulo(para variar...lol)
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Sammu
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MensagemAssunto: Re: A Última Estrela - TERMINADA   1/20/2008, 18:05

From_Mars escreveu:

Pois, acredito q ajuda. Por isso mesmo é q eu os mencionei no comentario q fiz logo quando li o capítulo, na pág 48 s n me engano. Mas parece qe tu nao leste. Rolling Eyes


Ahhhhh touché, bem jogado.
Por acaso li sim senhor, mas fui deixando passar para corrigir todos de uma vez à medida que os fossem encontrando, até postar o próximo capítulo.
Enterraste-me agora, muito bem muito bem, Matreiro

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MensagemAssunto: Re: A Última Estrela - TERMINADA   1/20/2008, 18:08

12 paginas? espero k te passes mais vezes xD vou ficar pregada ao pc xD

desculpa nao ter comentado mais cedo, mas tenho tido tanta coisa pa fazer k resta-me pouco tempo :S

gostei muito deste capitulo... a maneira como elas vao encaixando as "peças do puzzle" esta muito bem descrita... e a entrada da mae da joana partiu tudo xD
pla maneira como escreveste deu pa ver k elas sao muito diferentes e k nao se dão la muito bem, mas fiquei com a ligeira impressao de que psicologicamente sao um pouco parecidas...

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*firma feita pela Diza Matreiro*


Fic Princesas em Perigo - acabada
Nova Fic - Earth Rose - 9º capitulo POSTADO
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MensagemAssunto: Re: A Última Estrela - TERMINADA   1/20/2008, 18:13

Sammu escreveu:

Ahhhhh touché, bem jogado.
Por acaso li sim senhor, mas fui deixando passar para corrigir todos de uma vez à medida que os fossem encontrando, até postar o próximo capítulo.
Enterraste-me agora, muito bem muito bem, Matreiro


Ok, se assim o dizes...
So' q continuei a ver isso no capitulo, e, consequentemente, vi o meu comentario ignorado. Razz
N era pa te enterrar...
mas ainda bem Matreiro lol

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Sammu
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MensagemAssunto: Re: A Última Estrela - TERMINADA   1/20/2008, 19:24

CAPÍTULO 11
Uma celebridade no restaurante!
A triste história de Maria.
=========================


Tudo estava negro. A imensidão do firmamento pintava-se de uma só cor, a bela escuridão, apenas interrompida pelo brilho das estrelas. Esse brilho que se sucumbia tão facilmente à sua vontade… Olhou para a sua direita. Lá estava, aquela cor azul, aquele brilho que quebrava o negro do espaço, aquelas estrelas que lá habitavam e impediam que a pérola azul se rendesse à sua vontade. Durante tanto tempo, durante tantos séculos, milénios… Mas agora estava perto, tão perto que conseguia sentir o gostinho doce da vitória. Os erros do passado não se repetiriam, o ataque directo não era mais uma opção para conseguir a vitória. Mas elas não sabiam disso, ignoravam por completo o que se passava à sua volta. Os primeiros passos já tinham sido dados, e dentro de algum tempo o único resistente iria cair aos seus pés como todos o haviam feito em tempos passados.

- Mestre, chamou-me? – perguntou uma voz arrepiante, acompanhada de um estalar de vidros.

A figura sombria que contemplava a Terra voltou-se para o local de onde a voz veio e falou com uma voz doce.

- Sim. – confirmou esboçando um sorriso de satisfação estrema. Rainha da Escuridão, rainha que dominas o poder do espelho, o poder da ilusão e percepção. Chegou a hora de realizares a tua escura arte.

A Rainha Nehalenia sorriu deliciada ao ouvir tais elogios, fazendo uma profunda vénia dentro do seu espelho.

- Que queireis que faça Mestre Caos? – perguntou Nehalenia à figura feminina escondida nas sombras.

- Acalma-as, ilude-as, eis que deves tomar a forma da nossa sacrificada e iludir aquelas que lutam pela lua branca e pela aliança luo-estelar. – respondeu voltando-se para a Terra- Sabes o que tens a fazer, não falhes.

Com um gesto fantasmagórico, o espelho de Nehalenia partiu-se em mil pedaços, dirigindo-se para a Terra, como acontecera há anos atrás.

- Esmeralda, Kaorinite? – voltou a falar a figura.

De seguida duas figuras materializaram-se à sua frente, imitando a vénia de Nehalenia.

- Que informações me trazem?

- Elas já descobriram que o que temos não é o verdadeiro Cristal Prateado, mas sim a sua parte incompleta, mestre. – respondeu Kaorinite curvada, olhando para o solo, em sinal de respeito.

- Por outro lado não fazem ideia do paradeiro do ultimo portador do Cristal Arco-Íris… mestre. – completou Esmeralda rapidamente.

- Dizes-me isso como se fosse… algo de bom? – inquiriu a figura das sombras, voltada de costas para elas. Por acaso fazeis a mais pálida ideia do paradeiro dessa criatura?

- N-não, não mestre. – respondeu Esmeralda francamente assustada.

- Mestre, perdoe-me a ousadia, mas porque precisamos de matar os antigos portadores dos Cristais Arco-Íris? – perguntou Kaorinite num súbito folgo de coragem. Ansiava saber o porquê de ter sido ordenada a matar o avô da guerreira Marte. Missão essa que quase lhe custara a vida, mas que graças aos seus rápidos reflexos escapara de morrer queimada. Mas essa missão era ínfima, apenas uma comparada aos outros seres inferiores que assassinara antes. Tinha adorado ver o rosto de sofrimento de cada um deles, saber o porquê da sua missão apenas acrescentava um sabor especial. Tinha aproveitado a sua estadia na Terra para se vingar, para se vingar do homem que sempre a ignorou. Sim, sem dúvida o Professor Tomoe fora o homicídio mais prazeroso.

A mulher esboçou um sorriso de estrema satisfação, como se lesse e absorvesse a satisfação no pensamento de Kaorinite. Continuava de costas para elas, olhando para a Terra que se encontrava no espaço por detrás do enorme vitral.

- Quando a Princesa da Lua transformou os demónios em humanos após retirar os Cristais Arco-Íris, usou o seu ceptro lunar. Ao fazê-lo, deixou parte da sua essência nessas criaturas. Sendo esta metade do Cristal Prateado formado pelos sete cristais arco-íris que estavam nesses humanos, ele contém ainda a essência da Princesa que foi deixada nos corpos dos seus antigos portadores. Enquanto não forem mortos, não possuirei verdadeiramente este fragmento. Não conseguirei usá-lo para o seu verdadeiro propósito, não poderei efectuar a maldição que tanto anseio, libertar a Maldição do Cristal Prateado, não enquanto a luz da Lua Branca brilhar nos corpos que deram origem ao fragmento… - explicou a mulher fazendo uma longa pausa. Kaorinite? – perguntou a figura num tom sinistro após acabar o seu discurso.

- Sim mestre? – respondeu Kaorinite, absorvendo cada pedaço de informação.

- Nunca questiones o porquê das minhas ordens, e sobretudo não te desvies delas. – sorriu a figura sombria estendendo a mão a Kaorinite. O Cristal Prateado materializou-se na mão da mulher e absorveu a luz, a ínfima luz, que banhava o escuro salão. Esmeralda afastou-se. Nada saiu da mão da mulher, mas Esmeralda rapidamente percebeu o que estava a acontecer. Kaorinite estava com as mãos à volta do seu pescoço, tentando desesperadamente desapertar algum tipo de forças invisíveis que o apertavam. Estava a sufocar lenta e dolorosamente. Estava a ficar cada vez mais pálida, tão pálida quanto a sua pele já branca lhe permitia. Antes de morrer, verteu uma lágrima, não de arrependimento mas por pena de si própria. O seu corpo caiu inanimado no chão, com os olhos arregalados. A mulher das sombras lançou duas ondas de luz vindas do Cristal Prateado, que penetraram no peito e nas costas de Kaorinite. Elevou-se no ar um cristal translúcido, uma das mais lastimáveis sementes de estrela. Com um gesto de mãos, esta partiu-se em mil pedaços, desvanecendo-se no ar, tal como o corpo de Kaorinite.

Esmeralda assistiu horrorizada ao espectáculo macabro que acabara de ocorrer à frente dos seus olhos.

- Que vos sirva de lição. – disse serenamente a mulher voltando novamente as costas a Esmeralda. Devolvi-vos à vida e posso retirá-la tão facilmente como a devolvi… para sempre.

Esmeralda fez outra profunda vénia e desmaterializou-se.











- Alma de Fogo, ARDE! – gritava uma mulher de vermelho, ao mesmo tempo que as chamas saíam dos seus dedos furiosamente em direcção ao inimigo.

Era Rita, o ataque de Rita, aquele fogo laranja faiscante que consumia tudo ao seu caminho. O fogo… Tão belo, tão quente, tão destruidor.

Começou a abrir os olhos lentamente. Estava desmaiada, sentada num banco de avião. Que cheiro era aquele? À medida que ia despertando, ficava mais alerta, conseguia agora distinguir o barulho que vinha do lado de fora do avião. Eram sirenes, que barulho horrível! Estava quente, algo não batia certo. Estava toda suada, não conseguia respirar bem.

- Mãe! – gritou a pequena criança desapertando o cinto de segurança. Os seus olhos ardiam em contacto com o ar. Mãe, Pai!

Momentos antes de o avião ter caído desgovernado na pista, os seus pais foram visitar o cockpit, de certo ainda estariam lá, teriam que estar. À medida que ia caminhando pelo estreito corredor, via pessoas ensanguentadas, caídas no chão. Estava com medo, o fogo estava mais próximo e o fumo era intolerável.

- MAMÃ!! – o seu berro agudo de desespero abafou por instantes o som das sirenes que se faziam ouvir do lado de fora. PAPÁ!!

Mas o que estava a acontecer? Estava em perigo, os seus pais não a vinham ajudar. Onde estavam os seus pais que sempre estiveram presentes para a auxiliar e amparar? Correu para uma porta que dava para o exterior, que estava aberta.

- Socorro! – gritou para os homens de vermelho que gesticulavam freneticamente em baixo. Vislumbrou por de baixo da porta uma espécie de trampolim como aqueles que uma vez vira no circo. Percebeu que tinha de saltar. Com certeza os seus pais já tinham feito o mesmo e estavam lá em baixo, à espera que a filha saltasse e os viesse abraçar. Como muito medo, num golpe de coragem, saltou da sua janela em direcção ao vazio. Tudo começou a ficar negro…

Estava agora numa sala branca sentada num banco, envolvida por um cobertor e a beber uma chávena de leite. Uma senhora alta, vestida com um fato preto sentou-se ao seu lado e falou docilmente.

- És tu a Maria minha pequenina? – perguntou olhando para a pequena criança, que não deveria ter mais de seis anos. Era alta, com cabelos compridos castanhos e olhos verdes brilhantes. Se a sua cara de menina não a denunciasse com certeza que pensaria que era muito mais velha do que a sua verdadeira idade.

- A mamã diz que não devo falar com estranhos. – respondeu-lhe envergonhada, mas segura, enquanto bebia o leite quente.

- Não te preocupes, sou tua amiga. – disse a senhora esboçando um sorriso, passando a mão pelos cabelos de Maria.

- Onde está a minha mamã e o meu papá? – perguntou Maria finalmente olhando para ela. Viu que o sorriso na cara da senhora rapidamente se desvanecia. Viu-a a tentar escolher as palavras certas para lhe dizer algo. Saiu da cadeira e pôs-se de joelhos à sua frente. Pegou-lhe na mão.

- Maria, os teus papás estão a dormir. – disse a senhora enquanto ficava com os olhos húmidos.

Maria riu-se e falou alegremente.

- Não estão nada! – disse bem-disposta. Eles nunca dormem até tão tarde, estão sempre a dizer que é um desperdício! Devem estar a comprar um presente para mim, por eu ter sido uma menina corajosa e ter saltado como os senhores de vermelho disseram!

A mulher ficou visivelmente desconfortável e os seus olhos encheram-se de lágrimas. Era óbvio que nunca tinha dado uma notícia daquelas a uma criança.

- Maria, os teus pais morreram…

O sorriso e a boa disposição de Maria foram desaparecendo como fumo ao ver o olhar grave daquela mulher. Pelos vistos aquilo não era uma boa noticia.

- Morreram? O que é isso, morrer? – perguntou começando a ficar assustada. Onde está a minha mamã?

- Significa que os teus papás voaram… Fizeram uma viagem muito grande e agora estão no céu a olhar para ti. – explicou a mulher, nunca largando as mãos de Maria, que agora começara a chorar. A chávena que Maria segurava caiu no chão partindo-se em mil pedaços.

- Isso quer dizer que eu não os vou ver nunca mais? – perguntou soluçando em lágrimas.

- Vais, querida, vais… Quando fores uma estrela no céu vocês vão-se encontrar novamente. – respondeu a mulher que também chorava, abraçando Maria.



- Não, não, NÃO!! – gritou acordando sobressaltada. Olhou à sua volta. O estava no seu quarto, não havia sirenes, já não era uma criança. A luz acendeu-se. Uma mulher fitava-a na porta.


- Estás bem Maria? – perguntou Fernanda, a mãe de Bunny, de pijama. Ouvi-te gritar.

- Estou… - respondeu Maria suada. A sua resposta desencadeou um choro involuntário.

Fernanda entrou no quarto e sentou-se na ponta da cama, a seu lado.

- Não estás bem… Sei que não estás. – disse carinhosamente passando as mãos pelos cabelos castanhos de Maria, como aquela assistente social tinha feito há tantos anos atrás. - Sabes que ás vezes, faz bem desabafar. Se guardarmos tudo dentro de nós acabamos por não conseguir enfrentar o futuro. Maria olhou nos olhos de Fernanda, uma mãe carinhosa e preocupada, uma mãe como aquela que já não tinha há muitos anos. Desde que os Tsukino se tinham mudado para o seu apartamento Maria sentia-se feliz como já não se sentia há muitos anos.

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Última edição por Sammu em 7/18/2008, 14:52, editado 7 vezes
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MensagemAssunto: Re: A Última Estrela - TERMINADA   1/20/2008, 19:24



Tinha uma família. Encheu-se de coragem, respirou fundo, e contou a Fernanda como os seus pais morreram num fatídico acidente de aviação, ao que ela sobrevivera. Contou como não tinha mais família, como foi viver em sucessivos lares de órfãos, pois nenhum a aceitava por períodos muito longos. Criara um mecanismo de auto-defesa em relação ao mundo, a violência. Contou-lhe quando aos catorze anos fugiu do lar e arranjou um pequeno apartamento com o dinheiro da herança dos pais. Contou-lhe de como conhecera Bunny nessa altura e se sentira apoiada e feliz pela primeira vez em muitos anos, de como ela conseguira fazer reviver a doce menina de seis anos adormecida dentro de si. Fernanda absorveu cada palavra de Maria, afagando-lhe a mão.

- Nunca contei isto a ninguém, nem ao meu noivo. – disse limpando as lágrimas com a manga.

- Fico muito feliz por me contares a mim. – sorriu Fernanda também com a face molhada, limpando o resto das lágrimas de Maria. Não estás só, tens-nos a nós. Tens sido o nosso apoio desde que a Bunny está no hospital.

Maria sorriu e abraçou Fernanda.

- Bem querida, são quatro da manhã, vou dormir um pouquinho e amanhã faço-te uma surpresa! – disse Fernanda dando um beijo na testa de Maria, dirigindo-se à porta.

- Sra. Tsukino? – chamou Maria de sua cama. Fernanda parou e voltou-se para trás. Será… Será que podia ficar aqui comigo? – perguntou Maria envergonhada.

Fernanda sorriu e deitou-se ao lado de Maria. Os pesadelos não mais a atormentariam esta noite.



O sábado acordou com um sol resplandescente. Um raio de sol bateu suavemente na face de Maria, que lentamente acordou. Olhou para o relógio, que marcava as oito horas. Fernanda já não estava ao seu lado. Foi tomar um duche rápido e saiu do quarto. Imediatamente um cheiro agradável invadiu-lhe as narinas. A mesa da sala estava repleta de panquecas que Fernanda cozinhara. Estavam quatro pratos sobre a mesa, Bunny ainda estava internada no hospital.

- Sra. Tsukino! – exclamou Maria admirando o gesto. Então era esta a surpresa de que me falou ontem à noite!

- Senhora era a minha mãe, chama-me Fernanda. – corrigiu sorrindo enquanto acabava de pôr a mesa. Acordas sempre primeiro que eu para fazer o pequeno-almoço, mas finalmente hoje adiantei-me!

- Panquecas! – exclamou Chico despenteado, enquanto se dirigia à mesa, acompanhado do seu pai.

Toda a família Tsukino sentou-se à mesa, tal como tinha feito nas últimas semanas desde que se mudaram provisoriamente para o apartamento de Maria. Contudo era a primeira vez que Bunny não estava presente, o que fazia com que Maria sentisse que estava a ocupar o lugar da amiga. Este pensamento fazia-a sentir desconfortável.

- Maria, a tua amiga Joana faz o quê? – perguntou Chico tentando disfarçar o seu interesse, num determinado ponto da refeição. Ficou ruborizado imediatamente após fazer a pergunta.

- Ela é, hã…Actriz, sim acho que se pode dizer isso. – esclareceu Maria. Mas porquê?

- Por nada, nada…! – atrapalhou-se Chico. Achava que a tinha visto de relance numa série de TV e queria confirmar, só isso.

- Sim, ela faz muitas vezes de figurante na série Pêssegos com Sal e… - disse Maria parando a frase a meio. Sorriu. Lembrou-se de como Chico ficara envergonhado no cemitério quando Joana falara para ele. Será que algo estava para acontecer?



- A Joana, aquela rapariga loirinha com um laço esquisito na cabeça que às vezes vinha visitar a Bunny? – perguntou o pai interessado na conversa.

- Não é esquisito! – exclamou Chico. É apenas… diferente.

- Ainda não arranjou emprego pois não? – perguntou Maria a Fernanda subitamente.

- Não, ainda não. Porquê? – questionou Fernanda estranhando a súbita reviravolta na conversa.

- Venha trabalhar comigo no meu restaurante! – exclamou Maria sorrindo para Fernanda. Estas panquecas estão divinas. Sempre que ia comer a sua casa deliciava-me, e bem que preciso de uma ajudinha extra na cozinha!

Fernanda olhou para Maria durante uns segundos. Olhou para o seu marido e para o seu filho, que lhes devolveram o sorriso.

- Quando começo? – perguntou, feliz por finalmente ser útil.

Maria olhou para o relógio, que marcava nove da manhã.

- Daqui a algumas horas, disseram-me que hoje o restaurante vai estar cheio. – respondeu Maria pedindo permissão para se levantar da mesa.

- Muito obrigada Maria. – agradeceu Fernanda.

Maria dirigiu-se ao seu quarto, onde guardava o portátil. Se eram nove horas da manhã no Japão, seriam cinco horas da tarde em Berlim, na Alemanha. Quem sabe, talvez conseguisse finalmente contactar a amiga?

Ligou o computador e conectou-se ao programa de mensagens instantâneas. Para sua surpresa o contacto «Mizuno, Ami» encontrava-se identificado como online. Apressou-se a ligar o microfone e a câmara, e convidou Ami para uma videoconferência. Rapidamente no ecrã do computador apareceu uma imagem de uma Ami mais adulta, com o cabelo azul pelos ombros, envergando óculos suspensos pela ponta do nariz.

- Ami! – exclamou Maria com os olhos em lágrimas, de saudade. Ami há semanas que te tentamos contactar !

- Peço imensa desculpa. – disse Ami automaticamente do outro lado do ecrã. É época de exames aqui na faculdade, tenho passado praticamente os últimos meses enfiada na biblioteca, nunca estou em casa.

- Estás bem? – perguntou Maria tentando olhar para os olhos de Ami. A resolução da imagem não era das melhores. Pareces… estranha.

- Estranha não, cansada… Muito cansada. – suspirou Ami. Mas como estão as coisas por aí?

Maria hesitou na resposta. Será que lhe deveria contar toda a verdade? Na sua mente apareceu a imagem de Bunny dizendo «não lhe devemos contar». Era óbvio qual seria a posição de Bunny, jamais contaria a Ami o que se estava a passar, ela iria querer apanhar o próximo avião para casa e comprometer os seus estudos. Mas a sua missão era proteger a princesa, proteger o futuro e se estivesse no lugar de Ami ficaria furiosa se lhe escondessem a verdade por tanto tempo. Decidiu abrir o jogo.

- E é tudo. – disse Maria após resumir todos os acontecimentos até ali.

- Não vos queria dizer nada para não interpretarem mal as coisas… - disse Ami baixinho. O Rui está aqui comigo.

- O Rui está aí?! – exclamou Maria aliviada, pelo menos o inimigo ainda não o tinha localizado. Ele já te tinha contado tudo? – perguntou desconfiada, após reflectir.

- Não! – negou Ami de seguida. Ele apenas me disse que pediu transferência do Japão para a Alemanha pela mesma razão que eu. Alegadamente é o melhor país para estudar medicina. Somos apenas colegas! Ele provavelmente nem deve saber que estão atrás dele.

- Hum, certo… - sorriu Maria maliciosamente. Ele tem que ter muito, mas muito cuidado. Mas o que achas de tudo isto?

- Pois não sei… Não posso ajudar muito, mas vou tentar descobrir mais alguma coisa se conseguir ter tempo, entre o estudo para os exames. – disse-lhe enquanto olhava para uma espécie de espelho e ajeitava o cabelo azul-escuro.

- SE tiveres tempo? – perguntou Maria chocada. Esperava que Ami ficasse muito mais preocupada do que estava a demonstrar e quisesse vir para o Japão. Mas além disso não estar a acontecer, demonstrava uma certa indiferença.

- Maria, eu sou uma, se não a melhor estudante deste país. Posso fazer coisas inacreditáveis quanto ao meu futuro, não vou deitar tudo a perder. – declarou olhando directamente para a câmara. Os seus olhos estavam diferentes, não pareciam os mesmos olhos doces de Ami. Maria poderia ter jurado que já tinha visto aqueles olhos que a penetravam em algum lugar – além disso, não disse que não vos ia ajudar, vou tentar fazer os possíveis para descobrir mais. Não penso que seja precisa aí, o vosso poder de ataque é muito mais forte que o meu.

- Sim… - disse Maria pensativa olhando para a imagem de Ami. Sem querer, olhou para o cenário atrás de Ami e deparou-se com um quarto coberto de objectos estranhos- Isso são… Isso são espelhos?!

- Ah, pois… - atrapalhou-se Ami, após uma pausa. É para uma experiência de psicologia, os espelhos têm o poder de alterar a mente de alguém se se tornarem numa… obsessão.

- Por um momento pensei que estavas deslumbrada por espelhos como a… - interrompeu a frase ao aperceber-se do que estava a acontecer por detrás da janela do quarto. Está a nevar? - perguntou olhando carinhosamente para os pequenos pixels no ecrã, que certamente representavam a neve na Alemanha.

- Sim, tem feito muito frio aqui na Eurroca, por todo o continente temperaturas cada vez mais baixas… – respondeu Ami sorrindo estranhamente.

- Queres dizer Europa? – disse Maria corrigindo Ami pela primeira vez na vida.

- Claro, estava a brincar contigo amiga! – atrapalhou-se Ami. Bem, tenho de ir. Beijinhos à princesa da lua.

- Ami, esper… - chamou Maria, mas ela desligara-se. Beijinhos à princesa da lua? Definitivamente Ami não estava no seu melhor. Tinha um ar extremamente cansado, possivelmente resultado de muitas noites sem dormir dedicadas ao estudo intensivo, como era hábito da sua amiga.

Estava aliviada, finalmente Ami tomara conhecimento do que se estava a passar e agora as quatro Inner Senshi estavam todas ao corrente da situação. O facto de Ami ir averiguar o que se estava a passar dava-lhe um novo ânimo.

Iria para o restaurante às onze horas preparar alguns pratos, para abrir ao meio-dia. Ainda tinha cerca de uma hora e meia livre. Telefonou a Joana e combinaram encontrar-se no distrito comercial de Juban. Avisou Fernanda para estar no restaurante à hora combinada. Saiu do apartamento e conduziu até à praça. Encontrou Joana envergando um traje de empregada bastante sugestivo. Após uma acalorada discussão envolvendo frases como «o restaurante não é um bordel» e «os olhos também comem». Maria desistiu e decidiu dirigir-se para o restaurante com Joana mais cedo. Eram apenas dez e meia.

- Reparaste na montanha de gente que estava a passear no lado de fora? – perguntou Maria pondo o avental.

- A passear? Eu acho que eles estão à espera que o restaurante abra… - opinou Joana.

- Disparate… - sorriu Maria. Se assim fosse eu estava rica. Bem, os pratos do dia vão ser lasanha siciliana, arroz de Osaka, crepe à Bordeaux e rolo de carne vegetariano, que achas?

- Sim, sim, carne vegetariana… - repetiu Joana sem prestar atenção espreitando da porta da cozinha para a montra. Parecia que havia ainda mais gente à volta do restaurante do que antes.

- Ainda vou demorar bastante, podes ajudar-me com os ingredientes? – perguntou Maria ligando a televisão da cozinha.

Entretanto chegara Fernanda, deliciada por ajudar Maria a preparar os pratos. Com a sua ajuda, às onze e cinquenta já tinha grande parte da comida preparada. Esqueceram-se completamente das pessoas que aparentemente rodeavam o restaurante. Desde há uns minutos para lá que o barulho se tornara demasiado audível, e Maria tinha fechado a porta da cozinha para se concentrarem melhor.

- Importas-te que mude para o outro canal? – perguntou Fernanda enquanto colocava delicadamente uma camada fina de queijo na lasanha. Gosto de ver o programa das fofocas que dá na parte da manhã.

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MensagemAssunto: Re: A Última Estrela - TERMINADA   1/20/2008, 19:26

- Sim, esteja à vontade. – disse Maria concentrada no rolo de carne.

- «Estamos aqui à porta do restaurante familiar “Makoto’s Flavour Shrine”, que hoje atraiu uma multidão…” – disse a repórter. Maria deixou cair os talheres que tinha na mão e fixou-se à televisão como a sua vida dependesse disso. Fernanda fitava a TV incredulamente enquanto Joana olhava de boca aberta enquanto a porta do restaurante aparecia na TV.

«Em confidência à revista cor de rosa Karas, a estrela internacional e ex-princesa Célia afirmou, e passo a citar, “ter comido a melhor refeição da minha vida. Tendo já visitado muitos restaurantes de renome internacional, encontrei no pequeno e aconchegante Makoto’s, na província de Juban em Tóquio, a refeição ideal para mim: bem preparada, equilibrada e acima de tudo muito, muito saborosa!”.»

- M-mas isso é mentira ela nunca comeu aqui...! – embasbacou-se Maria.

«Fontes seguras afirmam que a mega-estrela internacional vai comparecer no Makoto’s Flavour Shrine hoje para provar mais uma “refeição ideal”. Atraídas para conhecer a celebridade, também muitas estrelas nacionais compareceram aqui como é o caso do famoso actor Osabu Minomoto, que estrelou na comédia êxito de bilheteiras «Eu, tu e o meu canguru». Ainda mais figuras do jet-set compareceram aqui, como é o caso de Sinha Pardim, Fifi Canecas, José Caramelo-Branco…»

- N-não acredito! – exclamou Fernanda com o coração a bater depressa.

- Não temos comida para esta gente toda!! – gritou Maria em pânico. Não podemos abrir agora o restaurante, tenho que telefonar a alguém!

- «Oh, e parece que o restaurante vai finalmente abrir!» - exclamou a repórter focando a câmara na montra do restaurante. Uma mulher loira com uma mini saia escandalosa aparecia na televisão abrindo a porta.

- JOANA!!!!! – gritou Maria olhando ao redor da cozinha. Joana tinha desaparecido.

-«Muito obrigada por terem escolhido o nosso magnifico restaurante!» - ouviu-se a voz de Joana na televisão e na sala ao lado simultaneamente. «Devido ao enorme fluxo de visitantes, teremos que fazer uma selecção de clientes» - disse Joana seguido de um “oooohhhh” profundo vindo da multidão que se ouviu tanto na TV como no lado de fora do restaurante. «Por aqui senhor Osabu! Entre menina Fifi Canecas...!» - ouvia-se Joana deliciada a dizer, ao mesmo tempo que se ouviam pessoas a entrar para a sala do restaurante.

- Telefonar, tenho que telefonar... – gritou Maria em pânico, ao tentar encontrar o seu telemóvel.

- «É verdade que Célia estará hoje no restaurante?» - perguntou a repórter levando o microfone perto da boca de Joana. Esta arrancou-lho das mãos e esboçou um imenso sorriso falso. «Mas é claro! Eu e a princesa Célia temos uma ENORME amizade, apenas superada pelo ENORME sabor dos pratos do Makoto’s Flavour Shrine!»

- Estou Rita?! – gritou Maria ao telemóvel. Rita, desculpa incomodar-te mas preciso imenso que vás comprar toneladas tudo o que te lembrares desde carne a arroz e que tragas tudo aqui ao restaurante rápido. Não, não quero saber que estejas a rezar ao deus do fogo! Liga a televisão e já vês, mas DESPACHA-TE! E traz o Fernando! – bramiu desligando o telemóvel.

- «De facto ela estará aqui hoje e… Ai não me empurre Sr. Caramelo-Branco! Olhe bicha pindérica é você querido, ah ah…! Como estava a dizer, ela estará aqui algures entre a hora da abertura e a hora do fecho do restaurante! Para terem a certeza que apanham a maior estrela do pop venham comer ao Makoto’s!»

- M-mas a miúda é parva! – enervou-se Maria entrando num preocupante estado de stress. Não vamos conseguir dar conta do recado a toda esta gente e ela manda vir mais?!

A partir dessa hora foi o caos. Subitamente Maria viu o seu restaurante a ser invadido por centenas de pessoas. Como apenas tinha capacidade para oitenta –embora o restaurante nunca tivesse enchido na totalidade – formaram-se filas incontáveis do lado de fora. Joana servia sozinha enquanto Maria e Fernanda preparavam a comida apressadamente, o que tornou o serviço bastante lento. Quando os clientes acabavam a sua refeição, eram gentilmente “convidados” por Joana a retirarem-se para dar lugar aos que estavam à espera.

Entretanto o telemóvel de Maria tocou.

- Sim Rita? – atendeu suando, ao mesmo tempo que cortava uma cebola aos bocados. Não, pela porta principal não consegues entrar, tens que dar a volta ao edifício e entrar pela porta dos fundos que vem dar directamente aqui à cozinha.

- Mas afinal o que se passa aqui?! – perguntou Rita pouco depois, furiosa, carregando inúmeros sacos de compras acompanhada de Fernando. Estava em plena sintonia com o fogo quando recebo a tua chamada!

Maria explicou tudo a Fernando e Rita enquanto continuava a cozinhar. Um pouco contrariada, Rita decidiu ajudar, assumindo o papel de empregada ao lado de Joana. Fernando também se prontificou lavar a loiça, que já escasseava, à medida que os pratos sujos chegavam.

As horas foram passando, já eram quase seis da tarde. Célia ainda não tinha aparecido e a multidão lá fora começava a dar sinais de impaciência.

- Maria, os clientes da mesa seis já fizeram o pedido há mais de vinte minutos. – disse Joana entrando na cozinha para pegar em mais uma bandeja.

- Eu sei, eu sei…! – respondeu Maria concentrada na comida. Parecia estar à beira de um ataque de choro. Fernanda, temos que cozinhar mais rápido.

- Não consigo Maria. – respondeu Fernanda sem tirar os olhos da fritura dos crepes- Não tenho idade para acompanhar este ritmo.

- NÃO! – gritou Maria ao abrir o armário mais afastado. Já estou a ficar sem ingredientes outra vez! Oh meu Deus, que dia horrível… - disse a chorar desesperada deixando-se cair encostada no armário.

- Não é preciso ficares assim minha linda. – disse Haruka entrando pela porta dos fundos. Estava acompanhada de Mariana, e traziam um carrinho cheio de sacos de compras.

Maria fitou-as por entre as lágrimas e parou de chorar, tomando uma postura radicalmente diferente.

- Como souberam que… - perguntou Maria enxugando as lágrimas.

- Vimos na televisão. Calculamos que precisasses de mais ingredientes e uma ajudinha extra. Não estávamos enganadas pois não? – perguntou Mariana piscando o olho.

- Obrigada pela ajuda mas não posso aceitar. – disse Maria friamente. Se a Bunny souber que…

- Não precisa de saber pois não? – interrompeu Haruka começando a tirar as compras dos sacos.

Maria fitou Fernanda pelo canto do olho.

- Oh façam de conta que não estou aqui, não lhe direi nada… - respondeu adivinhando o pensamento de Maria. Até porque nem sei quem estes simpáticos jovens são.

- Haruka Tenoh, muito prazer. – cumprimentou Haruka. Esta é a minha namorada Mariana.

- Prazer Sra. Tsukino. – cumprimentou Mariana fazendo uma vénia. Mariana Kaioh.

- Se não fosse casada roubava-lhe o moço Mariana. – brincou Fernanda.

Haruka e Mariana limitaram-se a rir.

- Eu vou ajudar a servir pode ser? – perguntou Haruka.

- E eu fico aqui na cozinha com vocês. – disse Mariana já vestindo um avental.

- Sabes cozinhar? – inquiriu Maria desconfiada.

- Ficarias surpresa com as coisas que ela sabe fazer… - sorriu Haruka maliciosamente enquanto saia da cozinha em direcção à sala principal.

- Maria? É verdade o que dizem na televisão?! – perguntou Mário euforicamente entrando subitamente pela porta dos fundos.

Maria não podia acreditar nos seus olhos. Pensava que Mário ainda estaria destroçado, pois o funeral de Reika havia apenas sido no dia anterior. Correu para abraça-lo e sentiu todo o peso que há horas a atormentava sair de cima de si.

- O que estás aqui a fazer? – perguntou Maria ainda abraçada a Mário com força.

- Vi agora mesmo na TV o que se estava a passar. E como o restaurante também é meu achei por bem dar uma ajudinha. – piscou o olho a Maria, olhando em redor. Viu Fernando a lavar a loiça desengonçadamente e Mariana e Fernanda alheias a tudo enquanto cozinhavam arroz à Bordeaux- mas parece que estás bem servida. Desde quando conheces a princesa Célia? – perguntou num tom um pouco ofendido.

- Longa história… Vem mas é ajudar-me, não temos mãos a medir.

Com quatro pessoas a cozinhar e três a servir, tudo pareceu fluir mais rapidamente. Maria já conseguia preparar um maior número de pratos em menos tempo com mais qualidade. Tudo corria bem até cerca das nove da noite, quando um grito monumental fez com que o prédio tremesse.

Fernanda deixou cair a refeição que estava a cozinhar e Fernando partiu uma série de pratos, resultado do susto.

- O que é isto?! – perguntou Maria com o coração nas mãos.

- A princesa Célia chegou!! – berrou Joana entrando na cozinha, e todos a seguiram para o salão de onde se via tudo lá para fora.

A multidão ovacionava, viam-se flash’s das câmaras fotográficas e uma confusão de pessoas amontoadas. No meio da multidão, a abrir caminho, estavam quatro homens enormes vestidos de fato preto e óculos escuros. Uma mulher quase da altura de Maria desfilava por entre a multidão. Maria então percebeu que aqueles estranhos homens eram guarda-costas. Os seus longos e ondulados cabelos verdes-escuros habituais estavam presos num elegante carrapito. Célia caminhava por entre a multidão distribuindo autógrafos. Envergava um vestido preto (com um cachecol de penas igualmente preto, que esvoaçava à medida que ela caminhava) com um decote considerável, adornado de brilhantes. A saia preta travada acabava antes dos joelhos, dando ao conjunto um ar arrojado e sensual. Os enormes óculos pretos tapavam os seus olhos, mas a sua face irradiava alegria e simpatia. No pescoço envergava um colar cujo fio era constituído por milhares de minúsculos diamantes, com o medalhão em forma de lua com uma estrela na ponta.

A muito custo, os guarda costas conseguiram fazer com que Célia entrasse no restaurante e trancaram as portas atrás dela, visto que a multidão em delírio fazia tudo para conseguir entrar no restaurante de Maria.

- Olá a todos. – cumprimentou Célia tirando os óculos. Os clientes que estavam a almoçar retribuíram o comprimento com entusiasmo. Maria amiga! – exclamou Célia abraçando Maria como se se tratassem de amigas de longa data. Não sabia que a menina Kaioh iria estar aqui também. – sorriu olhando para Mariana.

- Sim, ela veio dar-me uma ajudinha. – respondeu Maria envergonhada enquanto os flash’s do outro lado da montra captavam cada momento.

- E estes simpáticos jovens? – perguntou Célia olhando para Mário e Haruka.

- S-sou o Mário, sócio e noivo da Maria. –respondeu babado.

- Muito prazer! E você? – perguntou Célia cumprimentando Haruka, ao mesmo tempo que disfarçadamente trocava olhares cúmplices com ela.

- Sou a Haruka Tenoh, prazer. Companheira da menina Kaioh. – respondeu Haruka num aperto de mão.

- Você é uma mulher…?! – guinchou Fernanda involuntariamente olhando chocada para Haruka e Mariana.

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MensagemAssunto: Re: A Última Estrela - TERMINADA   1/20/2008, 19:27



- E esta simpática senhora? – perguntou Célia sorrindo imensamente, ignorando o histerismo de Fernanda.

- F-fernanda Tsukino. – respondeu Fernanda ignorando automaticamente tudo à sua volta. Muito prazer alteza, é uma honra..

- Oh deixe-se disso por favor! – exclamou Célia tirando o cachecol de penas. Trate-me por Célia. Presumo que seja a mãe da Bunny Tsukino?

- Sim, sou eu sim! – exclamou Fernanda orgulhosa das amizades da filha.

- Podemos ir para um sitio mais privado? – perguntou Célia exibindo um falso sorriso para a montra, há medida que os flash’s continuavam a iluminar o salão.

Todos entraram na cozinha, excepto Joana, Rita e Haruka, que continuaram a servir os clientes.

- Gostaste da surpresa Maria? – perguntou Célia animada ao mesmo tempo que varria a cozinha com o olhar.

- Muito, mas por uns minutos pensei que não ia conseguir dar conta do recado. – respondeu Maria excitada, enquanto continuava a cozinhar. A multidão lá fora ainda se fazia ouvir fortemente.

- Eu bem te avisei para arranjares uma ajudinha extra. E vejo que seguiste o meu conselho! – disse sorrindo para todos os presentes na cozinha, enquanto vestia um avental.

- O que vais fazer? – perguntou Maria escandalizada ao observá-la.

- Ora, vou ajudar as outras a servir não é óbvio? A cozinha já está bastante apertada, além de que eu não tenho muito jeito para cozinhar. – respondeu admirada com a pergunta de Maria.

- Mas não te fica bem, imagina o que as revistas vão dizer amanhã! – exclamou Maria tentando chamar Célia à razão.

- As notícias de hoje serão lixo amanhã, não te preocupes. Já aprendi a ignorar esse tipo de coisas há muitos anos. – afirmou convicta abandonando a cozinha.

Ouviu-se mais uma ovação da multidão. Mesmo com quatro pessoas, o serviço aumentou ainda mais. As pessoas que acabavam o jantar não queriam abandonar o restaurante, e em contra partida centenas de pessoas estavam lá fora descontroladas para serem atendidas, na esperança de serem servidas por Célia. Para resolver esta questão, Célia prometeu um autógrafo a cada cliente que acabasse de comer, pagasse e saísse do restaurante para dar lugar a outro. Mesmo que estas medidas se revelassem insuficientes, o simples olhar ameaçador dos quatro guarda-costas fazia com que mesmo os clientes mais relutantes aceitassem a proposta.

- Maria, não aguento mais. – disse a mãe de Bunny cedendo ao cansaço. Já era meia-noite, e estavam a trabalhar desde as onze da manhã.

- Tem razão Fernanda, também já não aguento mais. – corroborou Maria com as mãos a tremer.

Ao anunciar o encerramento do restaurante, a multidão que ainda não tinha sido servida começou a vaiar ameaçadoramente. Apenas se acalmaram quando Célia prometeu a pés juntos que voltaria amanhã para atender todos aqueles que ficaram sem entrar no restaurante.





- Fizemos num fim-de-semana o lucro de três meses! – exclamou Maria triunfante ao fim do segundo dia, já no seu apartamento. E aqui está o seu primeiro salário mais que merecido Fernanda.

- Oh não posso aceitar, temos vivido aqui no teu apartamento tão confortavelmente e… - rejeitou a mãe de Bunny.

- E têm pago metade das despesas não têm? Por isso pegue e cale-se! – insistiu dando o dinheiro a Fernanda, que lhe devolveu um sorriso de agradecimento. Foram dois dias estafantes, mas valeram a pena. – suspirou cansada, mas muito alegre. Tudo graças à princesa Célia.


Nos meses seguintes, apesar de Célia passar só a aparecer esporadicamente no restaurante, os clientes não largavam o Makoto’s Flavour Shrine. O restaurante passou a ser a nova moda do distrito de Juban, e todos os dias apareciam centenas de clientes para provarem a refeição preferida da estrela. Mário e Maria viram-se obrigados a alargar o restaurante e a contratar novos empregados e cozinheiros para tentarem acompanhar a procura. Rita e Fernando trabalhavam lá provisoriamente enquanto o Templo Hikawa estava a ser reparado. Fernanda passara a ser, juntamente com Maria, a cozinheira principal. Bunny voltara do hospital e estava novamente a viver com a família na casa de Maria. Desde aquela noite fatídica no Templo Hikawa em que o avô de Rita perdera a vida, o inimigo não mais atacara. As preocupações com Ami também se esfumaram, pois agora sempre que ligavam a Internet, Ami estava online e pronta a realizar vídeo-conferências com todas elas, apesar de não ter encontrado novos dados à cerca do inimigo.

Célia passara a encontrar-se regularmente com todas elas na sua mansão, Maria e Rita agradecidas por tudo o que esta fez por elas, e Joana babada cada vez que Célia falava no mundo do espectáculo. Bunny aos poucos foi perdendo a desconfiança em relação ao colar de Célia, pois já não sentia a estranha sensação de fascínio.



- Mãe! Está pronta, está pronta! – gritou Bunny correndo para abraçar a mãe, quando Maria e Fernanda entraram em casa após mais um dia de trabalho.

- O que se passa querida? – perguntou Fernanda sorrindo para Bunny.

- A nossa casa finalmente está pronta. – respondeu o pai de Bunny visivelmente feliz, enquanto via TV na sala, acompanhado do seu filho Chico.

- Não é óptimo Maria? – perguntou Bunny abraçando-a com força.

- Sim… É uma óptima notícia. – respondeu Maria fingindo um sorriso, enquanto os seus olhos ficavam cada vez mais húmidos. Com licença, tenho que ir à casa de banho. – desculpou-se enquanto corria para o corredor.

- Maria… - suspirou Bunny enquanto via a amiga desaparecer por detrás da porta.





- Então é esta a casa dos Tsukino? – inquiriu uma mulher de cabelos longos iluminada pela luz do luar, à entrada de uma casa deserta.

- É. – afirmou Haruka encostada ao muro, de braços cruzados.

A nova casa de Bunny tinha um design muito mais moderno, com um muro de pedra e paredes de vidro com tecto forrado a madeira. O terreno exterior ainda estava por decorar, mas via-se uma fonte encostada ao fundo, certamente para ser instalada no futuro jardim.

- Ficou linda não ficou? – perguntou Mariana admirando a casa recém construída. Aproveitaram o espaço muito melhor desta vez. Até foi bom para eles a Esmeralda a ter destruído. – brincou.

- É realmente uma pena. – disse Célia também ela apreciando a casa. Haruka, pronta?

- Sempre. – respondeu Haruka desencostando-se do muro e esticando a mão. Uma caneta de transformação materializou-se no mesmo instante. Uranus Eternal Power, Make Up! – gritou Haruka formando uma roda de energia à sua volta.

Mariana limitou-se a olhar.

Célia arrancou o seu colar do pescoço e ergueu-o no ar.

- Moon Star Power… - disse passando a mão pela meia-lua do medalhão. Esta aumentou instantaneamente de tamanho, e abriu-se, revelando o Cristal Prateado e o Cristal de Ouro que brilhavam em sintonia. Rapidamente transformou-se numa bola de luz. – Make UP! – gritou atirando violentamente a bola de luz para o solo. Imediatamente a luz envolveu-a, tal como um casulo. Momentos depois a luz desabrochou qual flor, revelando no seu meio uma guerreira adornada de dourado.

- Terra… - gritou Úrano colocando a sua mão no solo. TREMOR DE ÚRANO!

Nada pareceu acontecer, mas momentos depois o solo que suportava o peso da nova casa de Bunny começou a tremer violentamente. Estilhaços da nova casa começaram a voar em todas as direcções.

- Star… - bramiu Célimoon levando as mãos ao firmamento. Imediatamente um imenso vento rodeou-a, fazendo com que os seus cabelos se levantassem e tremessem furiosamente. HURRICANE! – o imenso furacão largou-a e envolveu a casa dos Tsukino, retendo todo o pó e fragmentos que esta soltava enquanto se desmoronava.

Momentos depois, onde anteriormente se erguia uma simpática casa, já só restavam destroços. Luzes de todos os prédios envolventes começaram a acender-se e pessoas começaram a gritar devido ao estrondo.

Úrano e Célimoon sorriam entre si.

- Podemos ir? – perguntou Mariana indiferente, olhando para o relógio.

- Sim, o nosso trabalho está feito. – respondeu Célimoon dando um salto enquanto a silhueta das três desaparecia em contraste com a brilhante lua cheia.

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MensagemAssunto: Re: A Última Estrela - TERMINADA   1/20/2008, 19:56

Shocked fikei sem palavras...
este kapitulo ta...ta...simplesment...INCRIVEL!!!

o k a haruka e a celia fizeram n se faz Evil or Very Mad
segurem-me k eu vou-me a elas!!! Matreiro
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MensagemAssunto: Re: A Última Estrela - TERMINADA   1/20/2008, 20:36

ora vamos lá a comentar...
já se notou quem é realemnte o verdadiro vilão da história...( naturalmente que é o Caos).Penso que a Maria não falou com a Ami verdadeiramente mas sim com a Neheléni ou com a Ami controlada por ela ( o Caos disse pelo que entendi para as "empatar" e enganar).A Explicação do porquê de andarem a matar os portadores dos cristais arco-irís foi muito interessante e bem explicada.O facto de de a Célia ajudar a Maria com o seu restaurante deu-lhe pontos para minha consideração Wink mas prontos...a Joana tinha logo que se aproveitar do facto Rolling Eyes . O momento "maternal" entre a Maria e a mãe da Fernanda também foi muito glorificante para o capitulo.

Agora é assim...mas a Urano e a Célimoon estão bêbedas ou quÊ??chegam ali e partem NOVAMENTE a casa da Bunny!!O que é isto?A casa da Joana ( não da personagem da fic mas da expressão Razz ).
Parabens Sammu!Continua assim!(Desta vez consegui coemntar mais cedo Surprised.o: )

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MensagemAssunto: Re: A Última Estrela - TERMINADA   1/20/2008, 23:34

Bem, q capítulo GIGANTE!!!!!
Adorei, cada vez a história se completa mais. É de sobressair a maneira como mantens a história coerente com a original, usas até os mais infimos pormenores nesta tua fic!

Ora bens... gostei da aparição da Haruka e da Mariana no restaurante, acho q veio reforçar a ideia de que elas continuam a preocupar-se com as Inner, e nao o contrário.

Depois.... Conseguiste mt bem explorar os sentimentos da Maria, a parte da familia e esta relaçao dela agora com a familia Tsukino. E a inclusão da Fernanda no restaurante... foi mt bem pensado Very Happy

Citação:
Atraídas
para conhecer a celebridade, também muitas estrelas nacionais
compareceram aqui como é o caso do famoso actor Osabu Minomoto, que
estrelou na comédia êxito de bilheteiras «Eu, tu e o meu canguru».
Ainda mais figuras do jet-set compareceram aqui, como é o caso de Sinha
Pardim, Fifi Canecas, José Caramelo-Branco…»


«Eu, tu e o meu canguru» ?? Opaah, tenho de ver esse filme Matreiro E esse pessoal do jet-set.... fazem m lembrar qualquer coisa Matreiro

A "minha" Marte desta vez participou pouco, mas fê-lo com o seu mau-humor característico Matreiro é o maximo ^^

A Célia teve uma bela atitude com o Makoto's... Foi um bom uso da celebridade qe, diga-se de passagem, também podia passar para a realidade, se é que me entendem. :Sem paciencia:
Mas a Célia e a Urano dps vão destruir a casa da Bunny. Que bonito.
Maaaas continuo a acreditar que há algum motivo para estas atitudes delas. Algo relacionado, ainda assim, com a manutençao do bem-estar das Inner e da Princesa. (Devem pensar q sou msm crente, depois deste capítulo devo ser a única que continua a duvidar do facto de a Celia ser má Matreiro) Talvez seja mais seguro para a Bunny ficar em casa da Maria. Não sei, parece-me pouco plausivel, mas pronto. Matreiro

Enfim.... Não me lembro de mais nada para dizer. Continua assim, Sammu, estou a adorar a fic Smile


EDIT: Xii, q testamento.... Matreiro Peço desculpa plo incomodo pa ler isto tudo xDDD

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MensagemAssunto: Re: A Última Estrela - TERMINADA   1/21/2008, 00:41

bem então vamos lá comentar esta maginifico espectacular deslumbrante e esplendido capitulo......

em relação aos maus acho muito mau o que a rainha fez a karionity pois ela ajudou-a e depois ela mata assim achei muito injusto apesar de ela o merecer por causa do que fez ao avo da Rita......

aquel sonho da maria a forma como foi explicado tudo foi lindo e depois como ela e a mãe da bunny ficaram tã unidas e a maneira como se dão acho que esta divinal.......

adorei tbm a parte do restaurante a cena da joana com o jornalista e a escolher os convidados estava simplismente linda e a da mãe da bunny pensar que a haruka era um homem tambem gostei muito e mais principalmente quando a celia chegou e se juntou para os ajudar e os que ela teve de prometer para os clientes sairem e a pobre da rita que estava numa das suas orações teve de parar para ir trabalhar para o restaurante e tambem gostei muito quando o mario aparceu é sinal que ele ja estava bem mais recuperado da morte da sua ex namorada.......

a conversa entre a maria e a ami foi um bocadinho esqueista pois eu não estou a ver a ami e ficar tão indiferente em relação ao que se estava a passar acho que se passa alguma coisa com ela e é grave ate para ela ter tanto espelho em casa acho que lhe esta acontecer o mesmo que aconteceu ao gonçalo quando caiu sobre o feitiço dos espelhos da rainha...

mas vamos ter de esperar para ver.....

ah e por ultimo não gostei nada do que a haruka e a mariana fizeram ah casa da bunny são mesmo más........

continua esta cada vez melhor em cada capitulo consegueste-te superar sempre a fica cada vez mais giro tou a amar a fic quero mais mais mais mais.....

beijinhos~~
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MensagemAssunto: Re: A Última Estrela - TERMINADA   1/21/2008, 02:33

Sailor S escreveu:


Esta não. Agora é definitivo vou ficar a odiar a celia pro resto da fanfic Neutral


o capitulo está tão fixe sammu o.o brutal !

adorei , descreveste impecavelmente o ambiente k s vivia no restaurante


a prontidão da celia em ajudar a servir também foi mt boa, demonstrou alguma humildade, apesar d francamente parece rk ela tá a kerer MESMO atrair as navegantes todas para ela lol
nota-se demais isso, mesmo k no fundo a intensão dela até nem seja essa Desiludido

a ami tá sobre o efeito do feitiço da nehelenia e a maria não associou Desiludido s fosse a bunny a falar c ela teria logo notado humm..

a cena do rui tar c ela já esperava, mas é estranho ele n s aperceber a ami tá sob o efeito da nehelenia ou k ia ficare ter avisado logo as outras:S

mas pronto há-d ser explicado e acho cada x mais k não há motivo nenhum para aquelas coisas todas da celimoon e das outer acho k podiam perfeitamente xplicar minimamente a situação podiam mandar um aviso à bunny a dizer k ela n podia voltar pra casa por sito ou por aquilo isso despertaria a preocupação das outras e o assunto ficava resolvido d forma decente e correcta agora assim só nos faz odiar a celimoon...
E mesmo quando tudo ficar explicado e mostrado pk é k ela fazia akelas coisas todas (com certeza ela é do lado dos bons, s n a haruka e a mariana n tvam c ela), n vai dar pra simpatizar com ela. Pk fez as coisas da forma + errada. humm.. mas isso é bom XD é uma "anti-heroina" é a heroina d k ninguem gosta deum vontade d lh bater agora no fim qd destruiu a casa da bunny Desiludido
inda por cima dps da mariana dizero quanto tva + bonita -_-' e

pronto é isto!

és um escritor de mão cheia




E perguntam-se "porque é que é o Sammu a postar o comentário da Sailor S?! Incredulo"
Porque a nossa menina decidiu fazer um comentário via MSN, e aqui fica a transcrição, ehehe!

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MensagemAssunto: Re: A Última Estrela - TERMINADA   1/21/2008, 13:00

Vou começar pelos erros q detectei:

"Que queiras q faça..." --> "Que quereis que faça"

"Não haviam sirenes."--> "Não havia sirenes" (esta já tinha dito uma vez, pode parecer estranho mas o verbo "haver" n se conjuga no plural no pretérito imperfeito)

"Beijo na esta" --> "Beijo na testa"

"um sol resplandeceste" --> "um sol resplandecente" (esta tem todo o ar de ser culpa do estúpido corrector automático do word)

"Da há uns minutos" --> "Desde há uns minutos" (deves ter mudado a estrutura da frase e esqueceste-te de uma palavra...)

"o programa de fofocas de dá" --> "o programa de fofocas que dá"

"estrela e ex-princesa internacional" --> acho q deveria ser "estrela internacional e ex-princesa", ou "ex-princesa e estrela internacional", visto q internacional diz respeito à parte de ser estrela e n ex-princesa...

"trás o Fernando" --> "traz o Fernando" (aiaiai, forma do verbo trazer, e n traseiras de algo!!!)

"há medida que os pratos sujos" --> "à medida que os pratos sujos"

"seguiste o meu concelho" --> "seguiste o meu conselho" (esta costumam mais corrigir-me a mim do q eu corrigir aos outros)

"colaborou Maria! --> acho q querias dizer "corroborou Maria", tendo em conta o contexto

Sobre o capítulo...

Argghhhh!!! A sacrificada?!? Eu temia isso... Mas por outro lado... Qd disseram isso, pensei logo q tinham morto a Ami, mas a conversa via msn deixou-me um pouco confusa. Então o Rui está lá?... No final, as minhas hipóteses:

a) Mataram a Ami, e a Nehelenia está no lugar dela., e a história do Rui é mentira.

b) A Nehelenia está a controlar a Ami como fez com o Gonçalo no início da fase Stars.

Inclino-me mais para a primeira, embora continue confusa com a parte do Rui. Talvez ela tenha dito aquilo para q parassem de o procurar... É coerente com aquele "acalma-as" q disse o Caos (q aparentemente é uma mulher, ainda estou pra descobrir mais sobre isso... terá tomado conta da Sailor Galáxia outra vez?...)

Aahahahha, as adaptações de nomes reais para a fic continuam hilariantes!!! Dão um toque especial! Tb me ri mt com o choque da Fernanda qd percebeu q a Haruka era mulher. É recorrente na história original, mas sempre engraçado.

Esta de destruirem a casa nova da Bunny, q ainda por cima tinha uma nova arquitectura toda modernista, é q deu cabo de mim. Será q o lugar está amaldiçoado e querem evitar q ela volte pra lá?... Hummm... estranho. Fico à espera de mais dados.

Ah, e estou a adorar a nova frequência com q pões capítulos!!! Very Happy Fiquei surpreendida por ver um novo tão cedo! Espero q continue assim!

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Última edição por em 1/30/2008, 00:03, editado 1 vezes
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MensagemAssunto: Re: A Última Estrela - TERMINADA   1/21/2008, 16:36

uaaauuuuuu, ta fantastico Surprised.o:
msm excelente, adorei

epah, a ami tava controlada pla nehelenia, e realmnt so msm a maria pa n percebr...
qt a celia, achei bastant fixe o facto d ela ir ajudar no restaurante... mas escusava d destruir a casa da Bunny, coitada... esta celia da uma no prego e ota na ferradura Matreiro looolcontinua assim ^^
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MensagemAssunto: Re: A Última Estrela - TERMINADA   1/21/2008, 18:16

Adorei os capitulos!!

Soh espero que postes mais capitulos em breve pq eu não aguentar mt tempo sem saber pq e que a casa da Bunny foi destruida outra vez!!

Bem, adorei! Embora eu tenha votado na opção Nada, por algum motivo Célia quer reuni-las todas no mesmo sítio à mesma hora, eu estava mesmo 'a nora e votei nessa pq me pareceu a mais prova'vel! No entanto adorei, adorei, adorei!!

PS: Adoro os "nomes" que da's a's celebridades... Caramelo Branco... hahahahahaha xDDD

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MensagemAssunto: Re: A Última Estrela - TERMINADA   1/21/2008, 20:03

AAAAHHHHHH
Ficou toda a gente a ver a minha escrita mega abreviada do MSN Embarassed

LOLOL Mas pronto, é isso... a minha opinião do novo capitulo é aquela Matreiro

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"Paralelismos", an HP's fanfiction - Capítulo 7 (30.Março.2009)
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A Última Estrela - TERMINADA

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